Carpas Japonesas

17 09 2013

tumblr_lz4yc8ZlCB1qd5mm9o1_500CARPAS JAPONESAS

Há uma bonita metáfora corporativa que diz que as carpas japonesas tem uma capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do ambiente. Se estiverem num pequeno tanque, elas não passarão de cinco ou sete centímetros. Mas se colocadas num lago, podem atingir três vezes esse tamanho.

Assim também as pessoas tendem a crescer de acordo com o ambiente onde vivem e interagem. Mas há uma grande diferença: Enquanto as carpas são obrigadas a aceitar os limites do seu mundo, nós somos livres para determinar nossas fronteiras. Se temos consciência de que somos peixes maiores, ao invés de nos adaptarmos ao tamanho do nosso “tanque”, devemos é nos lançar aos grandes lagos, onde poderemos ter a chance de crescer e nos desenvolver verdadeiramente.
É o que eu diria a alguém que estivesse passando por isso, se essa pessoa me pedisse uma palavra. É o que estou dizendo e tentando ouvir de mim mesma hoje. Eu não sou uma carpa. Eu sou um peixe maior.
E, ao puxarem meu tapete, podem, na verdade, terem me tirado de um tanque limitado e me jogado num grande lago.

Desconheço a Autoria.





VELHA HISTÓRIA – Mário Quintana

16 08 2012

Um dia ao pescar na beira de um rio um homem pega um peixe. A partir de um gesto de afeto do pescador, os dois desenvolvem uma linda amizade que é admirada por todos na cidade. Do poema de Mário Quintana. Narrado por Marco Nanini.

Disponível originalmente em: http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=1893#





A POMBA E A FORMIGA

15 06 2011

Uma pombinha branca, que estava com sede, desceu à beira de um riacho. Procurava um bom lugar para beber água.  Eis que avista uma formiguinha debatendo-se nas águas do riacho, prestes a se afogar.

A pombinha ficou com pena da formiga.  Depressa, apanhou um galho seco, levou-o até próximo à formiga que se salvou, agarrando-se nele com vontade.

Pouco depois, um caçador passou por ali.  Vendo a pombinha numa árvore, resolveu caçá-la para o almoço.   Rapidamente apontou a espingarda para matar a pobrezinha.

Mas a formiga, que ainda estava ali perto, resolveu ajudar a pombinha.  Subiu no pé do caçador e deu uma boa ferroada.   Surpreso, o caçador ao sentir a dor, perdeu a pontaria.  E não acertou a pombinha.

A pombinha voou para longe e a formiga voltou ao seu formigueiro.

MORAL:  AMOR COM AMOR SE PAGA
Fábula de Esopo




O PASTOR E SUAS OVELHAS – Fábula de Esopo

18 10 2010

Um pastor estava conduzindo o rebanho em direção à floresta, a fim de permitir que as ovelhas se alimentassem com os frutos de um carvalho. No coração da floresta, ele encontrou um grande carvalho carregado de nozes. Estendeu sua capa sob o carvalho e em seguida subiu no mesmo, de onde começou a jogar muitas nozes para o chão. Imediatamente, as ovelhas começaram a comer os frutos e tão grande foi o seu entusiasmo que elas também comeram a capa do pastor. Ao constatar o que elas haviam feito, ele ficou furioso e atacou o rebanho, com o seu cajado, gritando: Ó animais perversos! Vocês dão a lã dos seus lombos aos estranhos, para que eles se agasalhem contra o frio. Mas eu, que alimento e cuido de vocês,  por sua causa fiquei sem a minha capa.

Moral: Do mesmo modo também muitas pessoas se empenham com todo o esforço para presentear os que por elas nada fizeram, enquanto se comportam vergonhosamente contra aqueles que as trataram bondosamente.





O BURRO SELVAGEM E O BURRO DOMÉSTICO – Fábula de Esopo

18 10 2010

Um burro selvagem morria de inveja de um burro doméstico, o qual tinha ao seu dispor boas rações. Mas logo o burro selvagem começou a observar como era árduo o serviço que o outro era obrigado a fazer. Ele viu o coitado carregando pesados fardos e recebendo freqüentes açoites do seu proprietário, o qual usava um longo bastão para castigá-lo. Foi então que o burro selvagem verificou que sua inveja era infundada, tendo em vista o preço que o burro doméstico era obrigado a pagar pelas suas “vantagens”.

Moral: Nada existe para ser invejado num estilo de vida que provê certos confortos recebidos em troca de muita dor e sofrimento.





O HOMEM E O LEÃO – Fábula de Esopo

18 10 2010

 

Uma vez um homem e um leão estavam viajando juntos. Eles começaram a discutir sobre quem, dos dois, era o mais corajoso e o mais forte. Quando o ânimo de ambos começou a esquentar, eles passaram defronte a uma estátua de pedra que explicitava um leão sendo estrangulado por um homem.

“Olha para isso!” exclamou o homem. “Há, por acaso, alguma prova mais inegável de nossa superioridade que essa?”

“Essa é a sua versão da história”, respondeu o leão. “Se nós fossemos os escultores, haveria vinte homens debaixo da pata de um único leão”.

Moral: A história é escrita pelos vencedores.





O LOBO E A SUA SOMBRA

5 02 2010

Um Lobo saiu de sua toca num fim de tarde, bem disposto e com grande apetite. E enquanto ele corria, a luz do sol poente batia sobre seu corpo, fazendo sua sombra aparecer refletida no chão.

Então ele viu aquela sombra de si mesmo projetada no chão. E como a sombra de uma coisa é sempre bem maior que a própria coisa, ao ver aquilo, exclamou vaidoso: “Ora, ora, veja só o quanto grande eu sou! Imagine eu, com todo esse tamanho, e ainda tendo que fugir de um insignificante Leão! Eu o mostrarei, quando o encontrar, se Ele ou Eu, afinal, quem de verdade é o rei dos animais!”

E enquanto estava distraido envolto em seus pensamentos e gabando a si mesmo, um Leão pulou sobre ele e o capturou.

Ele então exclamou com tardio arrependimento: “Coitado de mim! Minha exagerada autoestima foi a causa da minha perdição.”

Autor: Esopo

 Moral da História:

Não permita que suas fantasias o façam esquecer da realidade.