
“Cada pessoa é um sujeito impar e tem forças cognitivas diferentes,aprende de forma e estilos diferentes de outros sujeitos, mesmo que oriundos de uma mesma sociedade ou meio cultural.”
Howard Gardner
AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
By Howard Gardner
Howard Gardner identificou as inteligências linguística, lógicomatemática, espacial, musical, sinestésica, interpessoal e intrapessoal. Postula que essas competências intelectuais são relativamente independentes, têm sua origem e limites genéticos próprios e substratos neuroanatômicos específicos e dispõem de processos cognitivos próprios. Segundo ele, os seres humanos dispõem de graus variados de cada uma das inteligências e maneiras diferentes com que elas se combinam e organizam e se utilizam dessas capacidades intelectuais para resolver problemas e criar produtos. Gardner ressalta que, embora estas inteligências sejam, até certo ponto, independentes uma das outras, elas raramente funcionam isoladamente. Embora algumas ocupações exemplifiquem uma inteligência, na maioria dos casos as ocupações ilustram bem a necessidade de uma combinação de inteligências. Por exemplo, um cirurgião necessita da acuidade da inteligência espacial combinada com a destreza da sinestésica.
Inteligência linguística – Os componentes centrais da inteligência linguística são uma sensibilidade para os sons, ritmos e significados das palavras, além de uma especial percepção das diferentes funções da linguagem. É a habilidade para usar a linguagem para convencer, agradar, estimular ou transmitir idéias. Gardner indica que é a habilidade exibida na sua maior intensidade pelos poetas. Em crianças, esta habilidade se manifesta através da capacidade para contar histórias originais ou para relatar, com precisão, experiências vividas.
Inteligência musical – Esta inteligência se manifesta através de uma habilidade para apreciar, compor ou reproduzir uma peça musical. Inclui discriminação de sons, habilidade para perceber temas musicais, sensibilidade para ritmos, texturas e timbre, e habilidade para produzir e/ou reproduzir música. A criança pequena com habilidade musical especial percebe desde cedo diferentes sons no seu ambiente e, freqüentemente, canta para si mesma.
Inteligência lógicomatemática – Os componentes centrais desta inteligência são descritos por Gardner como uma sensibilidade para padrões, ordem e sistematização. É a habilidade para explorar relações, categorias e padrões, através da manipulação de objetos ou símbolos, e para experimentar de forma controlada; é a habilidade para lidar com séries de raciocínios, para reconhecer problemas e resolvê-los. É a inteligência característica de matemáticos e cientistas. Gardner, porém, explica que, embora o talento cientifico e o talento matemático possam estar presentes num mesmo indivíduo, os motivos que movem as ações dos cientistas e dos matemáticos não são os mesmos. Enquanto os matemáticos desejam criar um mundo abstrato consistente, os cientistas pretendem explicar a natureza. A criança com especial aptidão nesta inteligência demonstra facilidade para contar e fazer cálculos matemáticos e para criar notações práticas de seu raciocínio.
Inteligência espacial – Gardner descreve a inteligência espacial como a capacidade para perceber o mundo visual e espacial de forma precisa. É a habilidade para manipular formas ou objetos mentalmente e, a partir das percepções iniciais, criar tensão, equilíbrio e composição, numa representação visual ou espacial. É a inteligência dos artistas plásticos, dos engenheiros e dos arquitetos. Em crianças pequenas, o potencial especial nessa inteligência é percebido através da habilidade para quebra-cabeças e outros jogos espaciais e a atenção a detalhes visuais.
Inteligência sinestésica – Esta inteligência se refere à habilidade para resolver problemas ou criar produtos através do uso de parte ou de todo o corpo. É a habilidade para usar a coordenação grossa ou fina em esportes, artes cênicas ou plásticas no controle dos movimentos do corpo e na manipulação de objetos com destreza. A criança especialmente dotada na inteligência sinestésica se move com graça e expressão a partir de estímulos musicais ou verbais demonstra uma grande habilidade atlética ou uma coordenação fina apurada.
Inteligência interpessoal – Esta inteligência pode ser descrita como uma habilidade pare entender e responder adequadamente a humores, temperamentos motivações e desejos de outras pessoas. Ela é mais bem apreciada na observação de psicoterapeutas, professores, políticos e vendedores bem sucedidos. Na sua forma mais primitiva, a inteligência interpessoal se manifesta em crianças pequenas como a habilidade para distinguir pessoas, e na sua forma mais avançada, como a habilidade para perceber intenções e desejos de outras pessoas e para reagir apropriadamente a partir dessa percepção. Crianças especialmente dotadas demonstram muito cedo uma habilidade para liderar outras crianças, uma vez que são extremamente sensíveis às necessidades e sentimentos de outros.
Inteligência intrapessoal – Esta inteligência é o correlativo interno da inteligência interpessoal, isto é, a habilidade para ter acesso aos próprios sentimentos, sonhos e idéias, para discriminá-los e lançar mão deles na solução de problemas pessoais. É o reconhecimento de habilidades, necessidades, desejos e inteligências próprias, a capacidade para formular uma imagem precisa de si própria e a habilidade para usar essa imagem para funcionar de forma efetiva. Como esta inteligência é a mais pessoal de todas, ela só é observável através dos sistemas simbólicos das outras inteligências, ou seja, através de manifestações linguísticas, musicais ou sinestésicas.
Nos ultimos tempos, ele agrupou as duas ultimas como “inteligências pessoais” e sugeriu mais duas categorias:
- Naturalista: De reconhecer e classificar espécies da natureza.
- Existencial: Preocupação com questões fundamentais da existência.
Gardner atualmente estuda numa oitava inteligência, chamada NATURALISTA, que está associada à capacidade humana de reconhecer objetos na natureza.
O DESENVOLVIMENTO DAS INTELIGÊNCIAS
Na sua teoria, Gardner propõe que todos os indivíduos, em princípio, têm a habilidade de questionar e procurar respostas usando todas as inteligências. Todos os indivíduos possuem, como parte de sua bagagem genética, certas habilidades básicas em todas as inteligências. A linha de desenvolvimento de cada inteligência, no entanto, será determinada tanto por fatores genéticos e neurobiológicos quanto por condições ambientais. Ele propõe, ainda, que cada uma destas inteligências tem sua forma própria de pensamento, ou de processamento de informações, além de seu sistema simbólico. Estes sistemas simbólicos estabelecem o contato entre os aspectos básicos da cognição e a variedade de papéis e funções culturais.
A noção de cultura é básica para a Teoria das Inteligências Múltiplas. Com a sua definição de inteligência como a habilidade para resolver problemas ou criar produtos que são significativos em um ou mais ambientes culturais, Gardner sugere que alguns talentos só se desenvolvem porque são valorizados pelo ambiente. Ele afirma que cada cultura valoriza certos talentos, que devem ser dominados por uma quantidade de indivíduos e, depois, passados para a geração seguinte.
Segundo Gardner, cada domínio, ou inteligência, pode ser visto em termos de uma seqüência de estágios: enquanto todos os indivíduos normais possuem os estágios mais básicos em todas as inteligências, os estágios mais sofisticados dependem de maior trabalho ou aprendizado.
A seqüência de estágios se inicia com o que Gardner chama de habilidade de padrão cru. O aparecimento da competência simbólica é visto em bebês quando eles começam a perceber o mundo ao seu redor. Nesta fase, os bebês apresentam capacidade de processar diferentes informações. Eles já possuem, no entanto, o potencial para desenvolver sistemas de símbolos, ou simbólicos.
O segundo estágio, de simbolizações básicas, ocorre aproximadamente dos dois aos cinco anos de idade. Neste estágio as inteligências se revelam através dos sistemas simbólicos. Aqui, a criança demonstra sua habilidade em cada inteligência através da compreensão e uso de símbolos: a música através de sons, a linguagem através de conversas ou histórias, a inteligência espacial através de desenhos etc.
No estágio seguinte, a criança, depois de ter adquirido alguma competência no uso das simbolizações básicas, prossegue para adquirir níveis mais altos de destreza em domínios valorizados em sua cultura. À medida que as crianças progridem na sua compreensão dos sistemas simbólicos, elas aprendem os sistemas que Gardner chama de sistemas de segunda ordem, ou seja, a grafia dos sistemas (a escrita, os símbolos matemáticos, a música escrita etc.). Nesta fase, os vários aspectos da cultura têm impacto considerável sobre o desenvolvimento da criança, uma vez que ela aprimorará os sistemas simbólicos que demonstrem ter maior eficácia no desempenho de atividades valorizadas pelo grupo cultural. Assim, uma cultura que valoriza a música terá um maior número de pessoas que atingirão uma produção musical de alto nível.
Finalmente, durante a adolescência e a idade adulta, as inteligências se revelam através de ocupações vocacionais ou não-vocacionais. Nesta fase, o indivíduo adota um campo específico e focalizado, e se realiza em papéis que são significativos em sua cultura.
TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E A EDUCAÇÃO
As implicações da teoria de Gardner para a educação são claras quando se analisa a importância dada às diversas formas de pensamento, aos estágios de desenvolvimento das várias inteligências e à relação existente entre estes estágios, a aquisição de conhecimento e a cultura.
A teoria de Gardner apresenta alternativas para algumas práticas educacionais atuais, oferecendo uma base para:
a) o desenvolvimento de avaliações que sejam adequadas às diversas habilidades humanas (Gardner & Hatch, 1989; Blythe Gardner, 1 990)
b) uma educação centrada na criança com currículos específicos para cada área do saber (Konhaber & Gardner, 1989); Blythe & Gardner, 1390)
c) um ambiente educacional mais amplo e variado, e que dependa menos do desenvolvimento exclusivo da linguagem e da lógica (Walters & Gardner, 1985; Blythe & Gardner, 1990)
Quanto à avaliação, Gardner faz uma distinção entre avaliação e testagem. A avaliação, segundo ele, favorece métodos de levantamento de informações durante atividades do dia-a-dia, enquanto que testagens geralmente acontecem fora do ambiente conhecido do indivíduo sendo testado. Segundo Gardner, é importante que se tire o maior proveito das habilidades individuais, auxiliando os estudantes a desenvolver suas capacidades intelectuais, e, para tanto, ao invés de usar a avaliação apenas como uma maneira de classificar, aprovar ou reprovar os alunos, esta deve ser usada para informar o aluno sobre a sua capacidade e informar o professor sobre o quanto está sendo aprendido.
Gardner sugere que a avaliação deve fazer jus à inteligência, isto é, deve dar crédito ao conteúdo da inteligência em teste. Se cada inteligência tem certo número de processos específicos, esses processos têm que ser medidos com instrumento que permitam ver a inteligência em questão em funcionamento. Para ele, a avaliação deve ser ainda ecologicamente válida, isto é, ela deve ser feita em ambientes conhecidos e deve utilizar materiais conhecidos das crianças sendo avaliadas. Este autor também enfatiza a necessidade de avaliar as diferentes inteligências em termos de suas manifestações culturais e ocupações adultas específicas. Assim, a habilidade verbal, mesmo na pré-escola, ao invés de ser medida através de testes de vocabulário, definições ou semelhanças, deve ser avaliada em manifestações tais como a habilidade para contar histórias ou relatar acontecimentos. Ao invés de tentar avaliar a habilidade espacial isoladamente, deve-se observar as crianças durante uma atividade de desenho ou enquanto montam ou desmontam objetos. Finalmente, ele propõe a avaliação, ao invés de ser um produto do processo educativo, seja parte do processo educativo, e do currículo, informando a todo momento de que maneira o currículo deve se desenvolver.
No que se refere à educação centrada na criança, Gardner levanta dois pontos importantes que sugerem a necessidade da individualização. O primeiro diz respeito ao fato de que, se os indivíduos têm perfis cognitivos tão diferentes uns dos outros, as escolas deveriam, ao invés de oferecer uma educação padronizada, tentar garantir que cada um recebesse a educação que favorecesse o seu potencial individual. O segundo ponto levantado por Gardner é igualmente importante: enquanto na Idade Média um indivíduo podia pretender tomar posse de todo o saber universal, hoje em dia essa tarefa é totalmente impossível, sendo mesmo bastante difícil o domínio de um só campo do saber.
Assim, se há a necessidade de se limitar à ênfase e a variedade de conteúdos, que essa limitação seja da escolha de cada um, favorecendo o perfil intelectual individual.
Quanto ao ambiente educacional, Gardner chama a atenção para o fato de que, embora as escolas declarem que preparam seus alunos para a vida, a vida certamente não se limita apenas a raciocínios verbais e lógicos. Ele propõe que as escolas favoreçam o conhecimento de diversas disciplinas básicas; que encoragem seus alunos a utilizar esse conhecimento para resolver problemas e efetuar tarefas que estejam relacionadas com a vida na comunidade a que pertencem; e que favoreçam o desenvolvimento de combinações intelectuais individuais, a partir da avaliação regular do potencial de cada um.
O fundamental não é quantas inteligências temos, mas o desenvolvimento de todas elas segundo nossas aptidões. Nílson José Machado, professor do Departamento de Metodologia da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), acredita que Gardner não aprofundou seus estudos. “Houve apenas um espraiamento horizontal.” Apesar disso, ele reconhece que a discussão em torno da teoria trouxe alertas importantes para quem trabalha com educação. “A escola deve considerar as pessoas inteiras e valorizar outras formas de demonstração de competências além dos tradicionais eixos linguístico e lógicomatemática“, afirma.
Os novos paradigmas para a educação determinam que os alunos são os construtores do seu conhecimento. Neste processo a intuição e a descoberta são elementos fundamentais para a construção do conhecimento. Neste novo modelo educacional o aluno deve ser considerado como um ser total que possui outras inteligências além da linguística e da lógica-matemática, que devem ser desenvolvidas e o professor deve ser um facilitador do processo de aprendizagem, e não mero transmissor de informações prontas.
Então, na escola, o professor deve propor o estudo de um tema de mais de uma maneira, facilitando a construção do conhecimento por aqueles que têm mais facilidade de construir utilizando-se de aspectos da inteligência que não somente os linguísticos e matemáticos que normalmente são os enfocados e valorizados nas escolas.
Daniel Goleman, psicólogo americano afirma que o controle das emoções é o fator essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo. Inteligência Emocional é uma teoria que redefine o que é ser inteligente e o quanto a emoção interfere no desenvolvimento da inteligência. É um novo caminho em busca do equilíbrio entre o intelectual e o emocional.
TESTE DE INTELIGÊNCIAS MULTIPLAS
by Howard Gardner
Selecione as descrições com as quais você se identifica.
1º-Você lembra-se facilmente das frases, citações ou pensamentos de pessoas famosas e aplica-as em suas conversas.
2º-Você percebe rapidamente quando alguém que está com você, está preocupado com algo.
3º-Você é fascinado por questões filosóficas ou científicas do tipo:-”Quando o Tempo começou?”
4º-Você consegue se localizar rapidamente em regiões ou vizinhanças estranhas.
5º-As pessoas acham que você tem movimentos corporais elegantes, ou tem um bom ritmo ao dançar.
6º-Você consegue cantar com facilidade, lembrando-se das musicas e das letras.
7º-Você lê com regularidade nos jornais ou revistas artigos sobre ciência e tecnologia.
8º-Você percebe rapidamente erros gramaticais ou de palavras das pessoas que falam com você.
9º-Você geralmente consegue descobrir como as coisas funcionam ou como consertar rapidamente o que está quebrado, sem pedir ajuda.
10º-Você consegue imaginar rapidamente como outras pessoas agem com seu filtro profissional ou familiar, e consegue se imaginar agindo com estes filtros.
11º-Você consegue lembrar-se com detalhes, das paisagens e das características dos lugares que visitou em suas férias.
12º-Você curte música e os seus compositores(as) e cantores(as) favoritos.
13º-Você gosta de desenhar.
14º-Você gosta de praticar esportes.
15º-Você organiza bem as coisas do seu escritório, cozinha, banheiro, de acordo com padrões e categorias.
16º-Você tem confiança de interpretar o que as outras pessoas fazem em função do que elas sentem.
17º-Você gosta de contar histórias e é considerado um bom contador de histórias.
18º-Você às vezes gosta de sons diferentes no seu ambiente.
19º-Quando você conhece pessoas novas, você geralmente estabelece associações entre suas características com as das pessoas que você conhece.
20º-Você tem consciência do que você consegue e do que não consegue fazer.
RESPOSTA DO TESTE:
Perguntas de nºs.:
1, 8 e 17 = Intel. Lingüística
6, 12 e 18 = Intel. Musical
3, 7 e 15 = Intel. Lógica-Matemática
4, 11 e 13 = Intel. Espacial
5, 9 e 14 = Intel. Cinestésico-Corporal
10, 16 e 20 = Intel. Intrapessoal
2, 10 e 19 = Intel. Interpessoal


Adorei este site.Fantástico
Fico feliz em saber… Um abç.
Marli
Marli, excelente o conteúdo apresentado. Gostaria que conhecesse o programa de desenvolvimento das inteligências Neo Performa. Basta acessar http://www.neoperforma.com/performance
Para mais informações entre em contato.
Um forte abraço!
Amei o site, qual a resposta do teste.Gostaria de aplicá-lo com os professores
Amei o site, mas não encontrei o resultado do teste das inteligências múltiplas. Onde o encontro?
Bom dia, Maria Alice.
Acrescentado o resultado do teste no post.
Minha sugestão é que aplique-o desta forma:
“Em cada questão numere as sentenças de acordo com suas aptidões – de 1 para a que você tem menor afinidade até 10 para a que combina mais com você”. Lembrando que são 20 questões, então você poderá repetir o mesmo número por duas vezes, apenas, em todo o questionário.
Deixo meu exemplo abaixo:
1, 8 e 17 = Intel. Lingüística
Notas atribuídas as questões: 6 , 9 e 6 /média = 7
6, 12 e 18 = Intel. Musical
Notas atribuídas as questões 10, 4 e 8 / média = 7,333
3, 7 e 15 = Intel. Lógica-Matemática
Notas atribuídas as questões 2, 5 e 7 / média = 4,66666
4, 11 e 13 = Intel. Espacial
Notas atribuídas as questões 1, 4 e 1 / média = 2
5, 9 e 14 = Intel. Cinestésico-Corporal
Notas atribuídas as questões 3, 9 e 2 / média = 4,6666
10, 16 e 20 = Intel. Intrapessoal
Notas atribuídas as questões 8, 5 e 7 / média = 6,666
2, 10 e 19 = Intel. Interpessoal
Notas atribuídas as questões 10, 8 e 3 / média = 7
Acredito que será bom para desenvolver o que por acaso ficou menor…
Maria
Sabe que deu mt certo este teste, eu não tenho ‘senso de localidade’, me perco facilmente. Talvez tenha a ver com Inteligencia Espacial… rs
[...] http://mscamp.wordpress.com/paginas-escritas/inteligencias-multiplas/ Tweet this!Send to Facebook saviofragoso View My Other [...]
É um assunto de meu interesse, ajudou a me direcionar na área.
Olá,
Gostaria de saber em qual referência esse teste de inteligências múltiplas é citado.
Queria citá-lo na minha monografia e n encontro o livro ou artigo em que esse teste foi descrito.
Se puder me ajudar, agradeço.
Abraços
Que site bonito e de conteúdo! Gostei muito!
Olá! gostei bastante do site. Como faço para desenvolver a inteligencia interpessoal?
Aguardo resposta.
Muito rico e interessante, em minha tese utilizo Gardner e sua teoria. Parabéns pelo conteúdo.
estou realizando uma pesquisa e queria saber quais os dados em que posso basear minha pesquisa(relacionada a inteligência multipla)?
Obrigada,
Atenciosamente Iohane Takeda
Achei bem interessante, não somente o teste, mas o texto todo.
Só não tenho muita inteligencia cinestésica e espacial, as demais escolhi 2 de 3 opções e a intrapessoal escolhi 3 de 3. Provavelmente é a que sou melhor.