RIO DA VIDA

23 06 2011
 
Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas. Em certo ponto de seu percurso, notou que à sua frente havia um pântano imundo, por onde deveria passar. Olhou, então, para Deus e protestou:

- Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e o Senhor me obriga a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora?

Deus respondeu:
- Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele. Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão  nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano. Aí você se transformará em mar.

Assim é a vida. As pessoas engatinham nas mudanças. Quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas e perdem a fluidez e a força. É preciso entrar pra valer nos projetos da vida, até que o rio se transforme em mar. Se uma pessoa passar a vida toda evitando sofrimento,
também acabará evitando o prazer que a vida oferece. Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los.

Não procure o sofrimento. Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o.

Autor Desconhecido





EU SOU INSUBSTITUÍVEL

6 06 2011

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível”.

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns baixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? – o encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus ‘gaps’.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões ‘foi pra outras moradas’; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: “Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém… pois nosso Zaca é insubstituível”

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único… com toda certeza ninguém te substituirá! “Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco  que posso.

O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor.” 

EU FAÇO A DIFERENÇA. EU SOU INSUBSTITUÍVEL!…





A PRÁTICA DE DEIXAR IR

8 12 2010

A PRÁTICA DE DEIXAR IR

Se há coisas que te fazem sofrer, você tem que saber como deixá-las ir. Felicidade pode ser obtida soltando, deixando ir, incluindo deixando ir suas idéias sobre felicidade. Você imagina que certas condições são necessárias para sua felicidade, mas olhando profundamente se revelará para você que essas noções são exatamente as coisas que ficam no caminho da felicidade e te fazem sofrer.

Um dia o Buda estava sentado na floresta com alguns monges. Eles tinham acabado de almoçar e já iam começar um Compartilhamento sobre o Dharma quando um fazendeiro se aproximou deles. O fazendeiro disse: “Veneráveis monges, vocês viram minhas vacas por aqui? Eu tenho dezenas de vacas e elas fugiram. Além disso, eu tenho cinco acres de plantação de gergelim e este ano os insetos comeram tudo. Eu acho que vou me matar. Eu não posso continuar a viver assim”.

O Buda sentiu forte compaixão pelo fazendeiro. Ele disse: “Meu amigo, me desculpe, não vimos suas vacas vindo nessa direção”. Quando o fazendeiro se foi, o Buda se voltou para seus monges e disse: “Meus amigos, sabem por que vocês são felizes? Porque vocês não têm vacas para perder”.

Eu gostaria de dizer a mesma coisa para vocês. Meus amigos, se vocês têm vacas, têm que identificá-las. Você pensa que elas são essenciais para sua felicidade, mas se você praticar olhar em profundidade, entenderá que são estas mesmas vacas que trazem sua infelicidade. O segredo da felicidade é ser capaz de deixar ir suas vacas, soltá-las. Você deveria chamar suas vacas por seus verdadeiros nomes.

Eu te garanto que quando você deixar suas vacas ir embora, você experimentará felicidade porque quanto mais liberdade você tem, mais felicidade você terá. O Buda nos ensinou que alegria e prazer são baseados na desistência, em deixar ir. “Eu estou deixando ir” é uma prática poderosa. Você é capaz de deixar as coisas irem? Se não for, seu sofrimento continuará.

Você deve ter a coragem de praticar o “deixar ir”, soltar. Você precisa desenvolver um novo hábito – o hábito de concretizar a liberdade. Você precisa identificar suas vacas. Você precisa considerá-las como um vínculo com a escravidão. Você precisa aprender como o Buda e seus monges fizeram, a libertar suas vacas. É a energia de plena atenção que te ajuda a identificar suas vacas e chamá-las por seus verdadeiros nomes.

Sorria, solte

Quando você tem uma idéia que te faz sofrer, deveria deixá-la ir, mesmo (ou talvez especialmente) se é uma idéia sobre sua própria felicidade. Cada pessoa e cada nação têm uma idéia de felicidade. Em alguns países, pessoas pensam que uma ideologia em particular deve ser seguida para trazer felicidade ao país e ao seu povo. Eles querem que todos aprovem a sua idéia de felicidade e acreditam que os que não estão a favor deveriam ser presos ou colocados em campos de concentração. É possível manter tal pensamento por cinqüenta ou sessenta anos, e neste tempo criar uma tragédia enorme, apenas por causa desta idéia de felicidade.

Talvez você também seja prisioneiro de sua própria noção de felicidade. Há milhares de caminhos que levam à felicidade, mas você aceita somente um. Não considerou outros caminhos porque pensa que o seu é o único. Você seguiu este caminho com toda a sua força e, portanto os outros caminhos, os milhares de outros caminhos permaneceram fechados para você.

Deveríamos ser livres para experimentar a felicidade que apenas vem a nós sem ter que procurá-la. Se você é uma pessoa livre, a felicidade pode vir para você num estalo. Olhe para a lua. Ela viaja no céu completamente livre, e esta liberdade produz beleza e felicidade. Eu estou convencido que a felicidade não é possível a menos que seja baseada na liberdade. Se você é uma mulher livre, se você é um homem livre, desfrutará de felicidade. Mas se é um escravo, mesmo que apenas escravo de uma idéia, a felicidade será muito difícil de atingir. É por isso que você deveria cultivar a liberdade, incluindo a liberdade de seus próprios conceitos e idéias. Deixe suas idéias irem, mesmo que não seja fácil.

Conflitos e sofrimento são comumente causados por uma pessoa que não quer liberar seus conceitos e idéias sobre algo. Em uma relação entre pai e filho, por exemplo, ou entre parceiros, isto acontece o tempo todo. É importante treinar a si mesmo para deixar ir suas idéias sobre as coisas. Liberdade é cultivada pela prática de deixar ir. Se você olhar profundamente, poderá ver que está se segurando a um conceito que está te fazendo sofrer um bocado. Você é inteligente o suficiente, você é livre o suficiente para desistir dessa idéia?

Estou me tornando calmo

Estou deixando ir

Tendo deixado ir, a vitória é minha

Eu sorrio

Eu sou livre

O Dharma que o Buda apresentou é radical. Contém medidas radicais para cura, para transformação da situação atual As pessoas se tornam monges e monjas porque entendem que a liberdade é preciosa. O Buda não precisava de uma conta no banco ou uma casa. No tempo dele, as posses de um monge ou monja eram limitadas aos robes que vestiam e uma tigela para coletar comida. Liberdade é muito importante. Você não deveria sacrificar ela por nada, porque sem liberdade não há felicidade.

(Do livro “You are here”, de Thich Nhat Hanh)

Psychology e afins





30 11 2010





PENSA EM ESCREVER UM LIVRO?

25 11 2010

Quantas vezes já ouvimos dizer «a minha vida dá um livro»?

[... ou por que não citar o famoso: "a minha vida é um livro aberto" Pode contar sua história! ]

Escrever é um ato de prazer ou de sofrimento, uma maneira especial de pôr no papel o que sai da alma. Escrever é uma outra forma de viver, de recordar e ser recordado. Se você pertence ao grupo de pessoas que já pensou em escrever um livro, este site vai ajudá-lo a dar um passo a frente.

 

Descubra como EDITAR UM LIVRO, aqui.

 





LENÇOL SUJO

20 10 2010

Um casal, recém casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo.

Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!

Provavelmente está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:

- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis brancos, alvissimamente brancos, sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

- Veja ! Ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha ensinou? Porque não fui eu que a ensinei.

O marido calmamente respondeu:

- Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

***

Tudo depende da janela através da qual observamos. Antes de criticar, verifique o porque dos fatos, se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Lave sua vidraça! Abra sua janela!

“Tire primeiro a trave do seu olho, e então verás claramente para tirar o cisco do olho do teu irmão” (Mateus 7:5)





DICIONÁRIO ALTERNATIVO

25 09 2010

A

ABREVIATURA – Ato de se abrir um carro de polícia.

ADVERSÁRIO – Dia de nascimento do fanho.

AÇUCAREIRO – Revendedor de açúcar que vende acima da tabela.

ALOPATIA – Dar um telefonema para a tia.

AMADOR – O mesmo que masoquista.

B

BACANAL – Reunião de bacanas.

BARBICHA – Boteco para gays.

C

CAATINGA – Cheiro ruim.

CÁLICE – Ordem para ficar calado.

CAMINHÃO – Estrada muito grande.

CANGURU – Líder espiritual de cachorros.

CATÁLOGO – Ato de se apanhar coisas rapidamente.

COMBUSTÃO – Mulher com peito grande.

COMPULSÃO – Qualquer animal com pulso grande.

D

DEPRESSÃO – Espécie de panela angustiante.

DESTILADO – Aquilo que não está do lado de lá.

DETERGENTE – Ato de prender indivíduos suspeitos.

DETERMINA – Prender uma garota

E

ESFERA – Animal feroz amansado.

EVENTO – Constatação de que realmente é vento,   (não furacão, tornado…)

EXÓTICO – Algo que deixou de ser ótico …. passou a ser olfativo ou auditivo.

F

FORNECEDOR – Empresário dedicado ao ramo de agradar os masoquistas.

G

GENITÁLIA – Órgão reprodutor dos italianos.

H

HOMOSSEXUAL – Sabão utilizado para lavar as partes íntimas.

J

JURISPRUDENTE – Diz-se do grupo de jurados que declara inocente o filho do bicheiro que, em legítima defesa da honra e apenas levemente embriagado, bombardeou o asilo de velhinhos cegos, Nossa Senhora do Perpétuo Amparo.

K

KARMA – Expressão mineira para evitar o pânico.

L

LEILÃO – A Leila com mais de 2 metros de altura.

LOCADORA – Uma mulher maluca de nome Dora.

M

MOSCATEL – Quando este inseto pousa no telefone.

MACARRONADA- Quando o prato de macarrão já está vazio.

N

NOVAMENTE – Diz-se de indivíduos que renovam sua maneira de pensar.

O

OBSCURO – “OB” na cor preta.

P

PETULÂNCIA – Mulher com peito grande e folgada.

PSICOPATA – Veterinário especialista em doenças mentais de patas.

Q

QUARTZO – Partze ou aposentzo de um apartamentzo.

R

RAZÃO – Lago muito extenso porém pouco profundo.

RODAPÉ – Aquele que tinha carro mas agora roda a pé.

S

SAARA – Mulher de um gago Judeu chamado JAACÓ.

SIMPATIA – Concordando com a irmã da mãe.

SOSSEGA – Mulher desprovida de visão.

T

TALENTO – Característica de alguma coisa devagar.

TÍPICA – O que o mosquito nos faz.

TRIGAL – Cantora baiana elevada ao cubo.

U

UNÇÃO – Erro de concordância muito frequente. O correto seria UM É.

V

VATAPÁ – Ordem dada por prefeito de cidade esburacada.

VIDENTE – Dentista falando sobre seu trabalho.

VIÚVA – Ato de ver uva.

VOLÁTIL – Sobrinho avisando onde vai.

Z

ZUNZUNZUM – Na Fórmula 1, momento em que o espectador percebe que os três
líderes da prova acabaram de passar à sua frente.

ZOOLÓGICO – Reunião de animais racionais.





A PALAVRA ‘MERDA’

14 09 2010

A palavra “merda” pode mesmo ser considerada um curinga da Literatura Nacional.

 

Como indicação geográfica: “ onde fica essa merda?” ; “vá à merda!”; “18h00, vou embora dessa merda”.

Como substantivo qualificativo: você é um merda!

Como indexador monetário: você não vale uma merda.

Como auxiliar quantitativo: trabalho pra caramba e não ganho merda nenhuma!

Como indicador de especialização profissional: Ele só faz merda!

Como indicativo de MBA: Ele faz muita merda.

Como sinônimo de covarde: Seu merda!

Como questionamento dirigido: Fez merda, né?!

Como indicador visual: Não se enxerga merda nenhuma!

Como sensação olfativa: Isto está me cheirando a merda…

Como elemento de dúvida na indicação do caminho a ser percorrido: Por que você não vai à merda?

Como especulação de conhecimento e surpresa: Que merda é essa?

Como indicador de ressentimento natalino: Não ganhei merda nenhuma de presente!

Como indicador de admiração: Puta merda…

Como indicador de rejeição: Puta meeeerrda!

Como indicador de indignação: Puta que la merda!

Como auxiliar impositivo de aceleração: Vai rápido com essa merda!

Como indicador de espécie: O que esse merda pensa que é?

Como indicador de continuidade: Na mesma merda de sempre.

Como indicador de desordem: Tá tudo uma merda!

Como constatação científica dos resultados da alquimia: Tudo o que ele toca vira merda!

Como resultado aplicativo: Deu merda.

Como constatação negativa: Que merda!

Como classificação literária: Êta piadinha de merda…

 





Nossa Língua Portuguesa

13 09 2010

 

NOSSA LÍNGUA  PORTUGUESA

> Custas só se usa na linguagem jurídica para designar despesas feitas no processo. Portanto, devemos dizer: “O filho vive à custa do pai”. No singular.

> Não existe a expressão à medida em que. Ou se usa à medida que correspondente a à proporção que, ou se usa na medida em que equivalente a tendo em vista que.

> O certo é a meu ver e não ao meu ver.

> A princípio significa inicialmente, antes de mais nada: Ex: A princípio, gostaria de dizer que estou bem. Em princípio quer dizer em tese. Ex: Em princípio, todos concordaram com minha sugestão.

> À-toa, com hífen, é um adjetivo e significa “inútil”, “desprezível”. Ex: Esse rapaz é um sujeito à-toa. À toa, sem hífen, é uma locução adverbial e quer dizer “a esmo”, “inutilmente”. Ex: Andava à toa na vida.

> Com a conjunção se, deve-se utilizar acaso, e nunca caso. O certo: “Se acaso vir meu amigo por aí, diga-lhe…” Mas podemos dizer: “Caso o veja por aí…”.

> Acerca de quer dizer a respeito de. Veja: Falei com ele acerca de um problema matemático. Mas há cerca de é uma expressão em que o verbo haver indica tempo transcorrido, equivalente a faz. Veja: Há cerca de um mês que não a vejo.

> Não esqueça: alface é substantivo feminino. A Alface está bem verdinha.

> Além pede sempre o hífen: além-mar, além-fronteiras, etc.

> Algures é um advérbio de lugar e quer dizer “em algum lugar”. Já alhures significa “em outro lugar”.

> Mantenha o timbre fechado do o no plural dessas palavras: almoços, bolsos, estojos, esposos, sogros, polvos, etc.

> O certo é alto-falante, e não auto-falante.

> O certo é alugam-se casas, e não aluga-se casas. Mas devemos dizer precisa-se de empregados, trata-se de problemas. Observe a presença da preposição (de) após o verbo. É a dica pra não errar.

> Depois de ditongo, geralmente se emprega x. Veja: afrouxar, encaixe, feixe, baixa, faixa, frouxo, rouxinol, trouxa, peixe, etc.

> Ancião tem três plurais: anciãos, anciães, anciões.

> Só use ao invés de para significar ao contrário de, ou seja, com idéia de oposição. Veja: Ela gosta de usar preto ao invés de branco. Ao invés de chorar, ela sorriu. Em vez de quer dizer em lugar de. Não tem necessariamente a idéia de oposição. Veja: Em vez de estudar, ela foi brincar com as colegas. (Estudar não é antônimo de brincar).

> Ainda se vê e se ouve muito aterrisar em lugar de aterrissar, com dois s. Escreva sempre com o s dobrado.

> Não existe preço barato ou preço caro. Só existe preço alto ou baixo. O produto, sim, é que pode ser caro ou barato. Veja: Esse televisor é muito caro. O preço desse televisor é alto.

> Ainda se vê muito, principalmente na entrada das cidades, a expressão bem vindo (sem hífen) e até benvindo. As duas estão erradas. Deve-se escrever bem-vindo, sempre com hífen.

> Atenção: nunca empregue hífen depois de bi, tri, tetra, penta, hexa, etc. O nome fica sempre coladinho. O Sport se tornou tetracampeão no ano 2000. O Náutico foi hexacampeão em 1968. O Brasil foi bicampeão em 1962.

> Veja bem: uma revista bimensal é publicada duas vezes ao mês, ou seja, de 15 em 15 dias. A revista bimestral só sai nas bancas de dois em dois meses. Percebeu a diferença?

> Hoje, tanto se diz boêmia como boemia. Nelson Gonçalves consagrou a segunda, com a tonacidade no mia.

> Cuidado: Eu caibo dentro daquela caixa. A primeira pessoa do presente do indicativo assim se escreve porque o verbo é irregular.

> Preste atenção: o senador Luiz Estêvão foi cassado. Mas o leão foi caçado e nunca foi achado. Portanto, cassar (com dois s) quer dizer tornar nulo, sem efeito.

> Existem palavras que só devem ser empregadas no plural. Veja: os óculos, as núpcias, as olheiras, os parabéns, os pêsames, as primícias, os víveres, os afazeres, os anais, os arredores, os escombros, as fezes, as hemorróidas, etc.

> Pouca gente tem coragem de usar, mas o plural de caráter é caracteres. Então, Carlos pode ser um bom-caráter, mas os dois irmãos dele são dois maus-caracteres.

> Cartão de crédito e cartão de visita não pedem hífen. Já cartão-postal exige o tracinho.

> Catequese se escreve com s, mas catequizar é com z. Esse português…

> O exemplo acima foge de uma regrinha que diz o seguinte: os verbos derivados de palavras primitivas grafadas com s formam-se com o acréscimo do sufixo -ar: análise-analisar, pesquisa-pesquisar, aviso-avisar, paralisia-paralisar, etc.

> Censo é de recenseamento; senso refere-se a juízo. Veja: O censo deste ano deve ser feito com senso crítico.

> Você não bebe a champanhe. Bebe o champanhe. É, portanto, palavra masculina.

> Cidadão só tem um plural: cidadãos.

> Cincoenta não existe. Escreva sempre cinquenta

> Ainda tem gente que erra quando vai falar gratuito e dá tonicidade ao i, como de fosse gratuíto. O certo é gratuito, da mesma forma que pronunciamos intuito, circuito, fortuito, etc.

> E ainda tem gente que teima em dizer rúbrica, em vez de rubrica, com a sílaba bri mais forte que as outras. Escreva e diga sempre rubrica.

> Ninguém diz eu coloro esse desenho. Dói no ouvido. Portanto, o verbo colorir é defectivo (defeituoso) e não aceita a conjugação da primeira pessoa do singular do presente do indicativo. A mesma coisa é o verbo abolir. Ninguém é doido de dizer eu abulo. Pra dar um jeitinho, diga: Eu vou colorir esse desenho. Eu vou abolir esse preconceito.

> Outro verbo danado é computar. Não podemos conjugar as três primeiras pessoas: eu computo, tu computas, ele computa. A gente vai entender outra coisa, não é mesmo? Então, para evitar esses palavrões, decidiu-se pela proibição da conjugação nessas pessoas. Mas se conjugam as outras três do plural: computamos, computais, computam.

> Outra vez atenção: os verbos terminados em -uar fazem a segunda e a terceira pessoa do singular do presente do indicativo e a terceira pessoa do imperativo afirmativo em -e e não em -i. Observe: Eu quero que ele continue assim. Efetue essas contas, por favor. Menino, continue onde estava.

> A propósito do item anterior, devemos lembrar que os verbos terminados em -uir devem ser escritos naqueles tempos com -i, e não -e. Veja: Ele possui muitos bens. Ela me inclui entre seus amigos de confiança. Isso influi bastante nas minhas decisões. Aquilo não contribui em nada com o progresso.

> Coser significa costurar. Cozer significa cozinhar.

> O correto é dizer deputado por São Paulo, senador por Pernambuco, e não deputado de São Paulo e senador de Pernambuco.

> Descriminar é absolver de crime, inocentar. Discriminar é distinguir, separar. Então dizemos: Alguns políticos querem descriminar o aborto. Não devemos discriminar os pobres.

> Dia a dia (sem hífen) é uma expressão adverbial que quer dizer todos os dias, dia após dia. Por exemplo: Dia a dia minha saudade vai crescendo. Enquanto que dia-a-dia é um substantivo que significa cotidiano e admite o artigo: O dia-a-dia dessa gente rica deve ser um tédio.

> A pronúncia certa é disenteria, e não desinteria.

> A palavra dó (pena) é masculina. Portanto, “Sentimos muito dó daquela moça”.

> Nas expressões é muito, é pouco, é suficiente, o verbo ser fica sempre no singular, sobretudo quando denota quantidade, distância, peso. Ex: Dez quilos é muito. Dez reais é pouco. Dois gramas é suficiente.

> Há duas formas de dizer: é proibido entrada, e é proibida a entrada. Observe a presença do artigo a na segunda locução.

> Já se disse muitas vezes, mas vale repetir: televisão em cores, e não a cores.

> Cuidado: emergir é vir à tona, vir à superfície. Por exemplo: O monstro emergiu do lago. Mas imergir é o contrário: é mergulhar, afundar. Veja o exemplo: O navio imergiu em alto-mar.

> A confusão é grande, mas se admitem as três grafias: enfarte, enfarto e infarto.

> Outra dúvida: nunca devemos dizer estadia em lugar de estada. Portanto, a minha estada em São Paulo durou dois dias. Mas a estadia do navio em Santos só demorou um dia. Portanto, estada para permanência de pessoas, e estadia para navios ou veículos.

> E não esqueça: exceção é com ç, mas excesso é com dois s.

> Lembra-se dos verbos defectivos? Lá vai mais um: falir. No presente do indicativo só apresenta a primeira e a segunda pessoa do plural: nós falimos, vós falis. Já pensou em conjugá-lo assim: eu falo, tu fales…Horrível, né?

> Todas as expressões adverbiais formadas por palavras repetidas dispensam a crase: frente a frente, cara a cara, gota a gota, face a face, etc.

> Outra vez tome cuidado. Quando for ao supermercado, peça duzentos ou trezentos gramas de presunto, e não duzentas ou trezentas. Quando significa unidade de massa, grama é substantivo masculino. Se for a relva, aí sim, é feminino: não pise na grama; a grama está bem crescida.

> É freqüente se ouvir no rádio ou na TV os entrevistados dizerem: Há muitos anos atrás… Talvez nem saibam que estão construindo uma frase redundante. Afinal, há já dá idéia de passado. Ou se diz simplesmente Há muito anos… ou Muitos anos atrás. Escolha. Mas não junte o há com atrás.

> Cuidado nessa arapuca do português: as palavras paroxítonas terminadas em -n recebem acento gráfico, mas as terminadas em -ns não recebem: hífen, hifens; pólen, polens.

> Atenção: Ele interveio na discórdia, e não interviu. Afinal, o verbo é intervir, derivado de vir.

> Item não leva acento. Nem seu plural itens.

> O certo é a libido, feminino. Devo dizer: Minha libido hoje não tá legal.

> Todo mundo gosta de dizer magérrima, magríssima, mas o superlativo de magro é macérrimo.

> Antes de particípios não devemos usar melhor nem pior. Portanto, devemos dizer: os alunos mais bem preparados são os do 2o grau. E nunca: os alunos melhor preparados…

> Essa história de mal com l, e mau com u, até já cansou: É só decorar: Mal é antônimo de bem, e mau é antônomo de bom. É só substituir uma por outra nas frases para tirar a dúvida.

> Pronuncie máximo, como se houvesse dois s no lugar do x. (mássimo)

> Toda vez que disser “É meio-dia e meio” você estará errando. O certo é: meio-dia e meia. Ou seja, meio dia e meia hora.

> Não tenho nada a ver com isso, e não haver com isso.

> Nem um nem outro leva o verbo para o singular: Nem um nem outro conseguiu cumprir o que prometeu.

> Toda vez que usar o verbo gostar tenha cuidado com a ligação que ele tem com a preposição de. Ex: a coisa de que mais gosto é passear no parque. A pessoa de que mais gosto é minha mãe.

> Lembre-se: pára, com acento, é do verbo parar, e para, sem acento, é a preposição. Portanto: Ele não pára de repetir para o amigo que tem um carro novo.

> Fique atento: nunca diga nem escreva 1 de abril, 1 de maio. Mas sempre: primeiro de abril, primeiro de maio. Prevalece o ordinal.

> É chato, pedante ou parece ser errado dizer “quando eu vir Maria, darei o recado a ela”. Mas esse é o emprego correto do verbo ver no futuro do subjuntivo. Se eu vir, quando eu vir. Mas quando é o verbo vir que está na jogada, a coisa muda: quando eu vier, se eu vier.

> Só use quantiapara somas em dinheiro. Para o resto, pode usar quantidade. Veja: Recebi a quantiade 20 mil reais. Era grande a quantidade de animais no meio da pista.

> Não esqueça: retificar é corrigir, e ratificar é comprovar, reafirmar: “Eu ratifico o que disse e retifico meus erros.

> Quando disser ruim, diga como se a sílaba mais forte fosse -im. Não tem cabimento outra pronúncia.

> Fique atento: só empregamos São antes de nomes que começam por consoante: São Mateus, São João, São Tomé, etc. Se o nome começa por vogal ou h, empregamos Santo: Santo Antonio, Santo Henrique, etc.

> E lembre-se: Seção, com ç, quer dizer parte de um todo, departamento: a seção eleitoral, a seção de esportes. Já sessão, com dois s, significa intervalo de tempo que dura uma reunião, uma assembléia, um acontecimento qualquer: A sessão do cinema demorou muito tempo. A sessão espírita terminou.

> Não confunda: senão, juntinho, quer dizer “caso contrário”. E se não, separado, equivale a “se por acaso não”. Veja: Chegue cedo, senão eu vou embora. Se não chegar cedo, eu vou embora. Percebeu a diferença?

> Tire esta dúvida: quando só é adjetivo equivale a sozinho e varia em número, ou seja, pode ir para o plural. Mas só como advérbio, quer dizer somente. Aí não se mexe. Veja: Brigaram e agora vivem sós (sozinhos). Só (somente) um bom diálogo os trará de volta.

> É comum vermos no rádio e na TV o entrevistado dizer: “O que nos falta são subzídios”. Quer dizer, fala com a pronúncia do z. Mas não é: pronuncia-se ss. Portanto, escreva subsídio e pronuncie subssídio.

> Taxar quer dizer “tributar”, “fixar preço”. Tachar é “atribuir defeito”, “acusar”.

> E nunca diga: Eu torço para o Flamengo. Quem torce de verdade, torce pelo Flamengo.

> Todo mundo tem dúvida, mas preste atenção: 50% dos estudantes passaram nos testes finais. Somente 1% terá condições de pagar a mensalidade. Acreditamos que 20% do eleitorado se abstenha de votar nas próximas eleições. Mais exemplos: 10% estão aptos a votar, mas 1% deles preferem fugir das urnas. Quer dizer, concorde com o mais próximo e saiba que essa regra é bastante flexível.

> Um dos que deixa dúvidas. Há gramáticos que aceitam o emprego do singular depois dessa expressão. Mas pela norma culta, devemos pluralizar: Eu sou um dos que foram admitidos. Sandra é uma das que ouvem rádio.

> Veado se escreve com e, e não com i.

> Esse português da gente tem cada uma: tem viagem com g e viajem com j. Tire a dúvida: viagem é o substantivo: A viagem foi boa. Viajem é o verbo: Caso vocês viajem, levem tudo.

> O prefixo vice sempre se separa por hífen da palavra seguinte: vice-prefeito, vice-governador, vice-reitor, vice-presidente, vice-diretor, etc.

> Geralmente, se usa o x depois da sílaba inicial -en: enxaguar, enxame, enxergar, enxaqueca, enxofre, enxada, enxoval, enxugar, etc. Mas cuidado com as exceções: encher e seus derivados (enchimento, enchente, enchido, preencher, etc) e quando -en se junta a um radical iniciado por ch: encharcar (de charco), enchumaçar (de chumaço), enchiqueirar (de chiqueiro), etc.

> Não adianta teimar: chuchu se escreve mesmo é com ch.

> Ciclo vicioso não existe. O correto é círculo vicioso.

> E qual a diferença entre achar e encontrar? Use achar para definir aquilo que se procura, e encontrar para aquilo que, sem intenção nenhuma, se apresenta à pessoa. Veja: Achei finalmente o que procurava. Maria encontrou uma corda debaixo da cama. Jorge achou o gato dele que fugiu na semana passada.

> Adentro é uma palavra só: meteu-se porta adentro. A lua sumiu noite adentro.

> Não existe adiar para depois. Isso é redundante, porque adiar só pode ser para depois.

> Afim (juntinho) tem relação com afinidade: gostos afins, palavras afins. A fim de (separado) equivale a para: Veio logo a fim de me ver bem vestido.

> Pode parecer meio estranho, mas pode conjugar o verbo aguar normalmente: eu águo, tu águas, ele água, nós aguamos, vós aguais, eles águam.

> Centigrama é palavra masculina: dois centigramas.





PENSAMENTOS

10 09 2010

 

“Mude suas opiniões, mantenha seus princípios. Troque suas folhas, mantenha suas raízes.”

“Se você perdeu dinheiro, perdeu pouco. Se perdeu a honra, perdeu muito. Se perdeu a coragem, perdeu tudo.”

“A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano.”

“Amigo, oculta a tua vida e expõe o teu espírito.”

“Quem não é senhor do próprio pensamento não é senhor de suas ações”.

“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há certa cumplicidade vergonhosa.”

 “Amar é saborear nos braços de um ente querido a porção de céu que Deus depôs na carne.”

“Quem abre uma escola fecha uma prisão.”

 “Passamos metade da vida à espera daqueles que amamos, e outra a deixar os que amamos.”

“Fé: eis aquilo de que os homens precisam. Infeliz dos que nada crêem!”

“Quem conduz e arrasta o mundo não são as máquinas, mas as idéias.”

“A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é, ou melhor, apesar daquilo que você é.”

“Não ter nada para fazer é a felicidade das crianças e a infelicidade dos velhos.”

“Nada neste mundo é tão poderoso como uma idéia cuja oportunidade chegou.”

“Existe uma coisa mais poderosa que todos os exércitos: uma idéia cujo tempo é chegado.”

“Certos pensamentos são como orações, há momentos em que, seja qual for a posição do corpo, a alma está, sempre, de joelhos.”

“A tolerancia é a melhor religião.

“Deus abençoa o homem, não por o ter encontrado, mas por havê-lo buscado.”

“Deus é o invisivel evidente.”

“Vivem somente os que lutam.”

“Os infelizes sao ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.”

[carecem de fontes]





DITADOS POPULARES NA ‘ERA DIGITAL’

27 03 2009

Como estamos na “Era Digital”, foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.

1 — A pressa é inimiga da conexão.

2 — Amigos, amigos, senhas à parte.

3 — Antes só, do que em chats aborrecidos.

4 — A arquivo dado não se olha o formato.

5 — Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.

6 — Para bom provedor uma senha basta.

7 — Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

8 — Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

9 — Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.

10 — Hacker que ladra, não morde.

11 — Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

12 — Mouse sujo se limpa em casa.

13 — Melhor prevenir do que formatar.

14 — O barato sai caro. E lento.

15 — Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.

16 — Quando um não quer, dois não teclam.

17 — Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.

18 — Quem clica seus males multiplica.

19 — Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

20 — Quem envia o que quer, recebe o que não quer.

21 — Quem não tem banda larga, caça com modem.

22 — Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.

23 — Quem semeia e-mails, colhe spams.

24 — Quem tem dedo vai a Roma.com

25 — Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.

26 — Vão-se os arquivos, ficam os backups.

27 — Diga-me que computador tens e direi quem tu és.

28 — Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder…

29 — Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha?

30 — Aluno de informática não cola, faz backup.

31 — O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).

32 — Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia… e depois se cola.

33 — O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente: No dia 25 de Dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo de rede, entra pela porta serial e diz: Feliz Natal, ROM, ROM, ROM!

 

http://www.osvigaristas.com.br/textos/listas/atualizacao-de-ditados-populares-633.html