V – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Vai alta no céu a lua da Primavera -Alberto Caeiro

Vai-s’o meu amig’alhur sem mim morar -Dom Dinis

Valério -Machado de Assis

Valer-vos-ia, amigo, se hoj’ -Dom Dinis

Várias Histórias -Machado de Assis

Vedes, amigos, que de perdas hei -Afonso Sanches

Veeron-m’agora dizer -Afonso Eanes de Coton

Vênus! divina vênus! -Machado de Assis

Verba Testamentária -Machado de Assis

Verdade, mentira, certeza, incerteza -Alberto Caeiro

Verdades Singelas -Abade de Jazente

Verso e Reverso -José de Alencar

Versos a Inah -Auta de Souza

Versos Antigos (1885-1889) -Emílio de Menezes

Versos ligeiros -Auta de Souza

Vesperal -Coelho Netto

Viagem à roda de mim mesmo -Machado de Assis

Viagem ao Parnaso -Artur Azevedo

Viagem ao Parnaso -Artur Azevedo

Viagens de Gulliver -Jonathan Swift

Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

Via-Láctea -Olavo Bilac

Via-Láctea -Olavo Bilac

Vida Urbana -Afonso Henriques de Lima Barreto

Vidros quebrados -Machado de Assis

Vila Rica -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Violeta -Casimiro de Abreu

Violeta -Raul Pompéia

Virginius -Machado de Assis

Visão -Casimiro de Abreu

Vive -Alberto Caeiro

Viver -Machado de Assis

Viver! -Machado de Assis

Vi-vos, madre, com meu amig’aqui -Dom Dinis

Volume 2: Adiós, Lite de Ratura -Paulo Vitor Grossi

Vós mi defendestes, senhor -Dom Dinis

Vós, que vos em vossos cantares meu -Dom Dinis

Vovó Andrade -Artur Azevedo

Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves

Vulcano e Minerva -José Cândido de Lacerda Coutinho





U – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

U noutro día seve Don Foán -Dom Dinis

Ubirajara -José de Alencar

Ubirajara -José de Alencar

Última estrela a desaparecer antes do dia -Alberto Caeiro

Última folha -Casimiro de Abreu

Última receita -Machado de Assis

Últimas Rimas -Emílio de Menezes

Último abraço -Antônio Frederico de Castro Alves

Último Capítulo -Machado de Assis

Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa

Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa

Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa

Um almoço -Machado de Assis

Um ambicioso -Machado de Assis

Um Apólogo -Machado de Assis

Um Apólogo -Machado de Assis

Um Assovio -Qorpo Santo

Um Assovio -Qorpo Santo

Um Cacete -Artur Azevedo

Um cão de lata ao rabo -Machado de Assis

Um Capitão de Voluntários -Machado de Assis

Um Capricho -Artur Azevedo

Um ciclone na Paulicéia: Oswald de Andrade e os limites da vida intelectual em São Paulo (1900 – 1950) -Rubens de Oliveira Martins

Um Credor da Fazenda Nacional -Qorpo Santo

Um Credor da Fazenda Nacional -Qorpo Santo

Um dedo de prosa, um pouco de verso -William Henrique Stutz

Um Desastre -Artur Azevedo

Um dia de chuva -Alberto Caeiro

Um dia de entrudo -Machado de Assis

Um dístico -Machado de Assis

Um Don Juan de Província -Artur Azevedo

Um Erradio -Machado de Assis

Um Especialista -Afonso Henriques de Lima Barreto

Um esqueleto -Machado de Assis

Um estudo de relatos de pesquisa em análise de gênero -Patrícia Marcuzzo

Um Homem Célebre -Machado de Assis

Um Homem Célebre -Machado de Assis

Um homem superior -Machado de Assis

Um incêndio -Machado de Assis

Um melodrama em Santo Tirso -M. Pinheiro Chagas

Um parto -Qorpo Santo

Um quarto de século -Machado de Assis

Um Que Vendeu a Sua Alma -Afonso Henriques de Lima Barreto

Um raio de luar -Antônio Frederico de Castro Alves

Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta -Alberto Caeiro

Um Sarau no Paço de São Cristóvão -Paulo Setúbal

Um sonho -Auta de Souza

Um sonho e outro sonho -Machado de Assis

Um tal home sei eu, ai bem talhada -Dom Dinis

Um Tratado da Cozinha Portuguesa do Século XV -Anônimo

Uma águia sem asas -Machado de Assis

Uma Aposta -Artur Azevedo

Uma Campanha Alegre – Volume I -José Maria Eça de Queirós

Uma Carga de Sono -Artur Azevedo

Uma carta -Machado de Assis

Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud

Uma excursão milagrosa -Machado de Assis

Uma gargalhada de rapariga soa do ar -Alberto Caeiro

Uma história -Casimiro de Abreu

Uma Lágrima de Mulher -Aluísio Azevedo

Uma Lágrima de Mulher -Aluísio Azevedo

Uma loureira -Machado de Assis

Uma noite -Machado de Assis

Uma ode de anacreonte -Machado de Assis

Uma partida -Machado de Assis

Uma por Outra -Artur Azevedo

Uma por outra -Machado de Assis

Uma Praga Rogada nas Escadarias da Fôrca -Camilo Castelo Branco

Uma primavera adiantada -Barbara Ganizev Jimenez

Uma Pupila Rica -Joaquim Manuel de Macedo

Uma Senhora -Machado de Assis

Uma tragédia no Amazonas -Raul Pompéia

Uma tragédia no Amazonas -Raul Pompéia

Uma Véspera de Reis -Artur Azevedo

Uma Véspera de Reis -Artur Azevedo

Uma Visita de Alcebíades -Machado de Assis

Umas Férias -Machado de Assis

Uns Braços -Machado de Assis

Uns Braços -Machado de Assis

Utopia -Thomas Morus





S – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Sabina -Artur Azevedo

Sales -Machado de Assis

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sangue de africano -Antônio Frederico de Castro Alves

São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Satíricos portugueses -João Ribeiro

Saudade -Auta de Souza

Saudades -Casimiro de Abreu

Schopenhauer -Thomas Mann

Se às vezes digo que as flores sorriem -Alberto Caeiro

Se depois de eu morrer -Alberto Caeiro

Se eu morrer novo -Alberto Caeiro

Se eu podess’ora meu coraçom -Dom Dinis

Se eu pudesse trincar a terra toda -Alberto Caeiro

Se gradoedes, amigo -Afonso Eanes de Coton

Se hoj’em vós há nenhum mal, senhor -Dom Dinis

Se o homem fosse, como deveria ser -Alberto Caeiro

Se quiserem que eu tenha um misticismo -Alberto Caeiro

Se veess’o meu amigo -Bernardo de Bonaval

Segredos -Casimiro de Abreu

Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias

Seja o que for que esteja no centro do Mundo -Alberto Caeiro

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos

Sempre que penso uma coisa, traio-a -Alberto Caeiro

Sempre sonhos!… -Casimiro de Abreu

Sempre vos eu doutra rem mais amei -Afonso Sanches

Sempr’eu, mia senhor, desejei -Dom Dinis

Senhor fremosa e de mui loução -Dom Dinis

Senhor fremosa, nom poss’eu osmar -Dom Dinis

Senhor fremosa, pois me vej’aquí -Afonso Eanes de Coton

Senhor fremosa, pois no coraçom -Dom Dinis

Senhor fremosa, por qual vos Deus fez -Dom Dinis

Senhor, cuitad’é o meu coraçom -Dom Dinis

Senhor, des quando vos vi -Dom Dinis

Senhor, dizen-vos por meu mal -Dom Dinis

Senhor, en tan grave día -Dom Dinis

Senhor, hoj’houvesse eu vagar -Dom Dinis

Senhor, nom vos pês se me guisar Deus -Dom Dinis

Senhor, pois me nom queredes -Dom Dinis

Senhor, pois que m’agora Deus guisou -Dom Dinis

Senhor, que de grad’hoj’eu querría -Dom Dinis

Senhor, que mal vos nembrades -Dom Dinis

Senhora em cordel -Isabel Lima

Senhora -José de Alencar

Senhora -José de Alencar

Sentimental demais -Salomão Rovedo

Sentimental -Salomão Rovedo

Serenatas e saraus -Alexandre José de Melo Morais Filho

Sermão da Dominga XIX depois do Pentecoste (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Oitava de Páscoa -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1644) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira

Sermão das Cadeias de S. Pedro em Roma pregado na Igreja de S. Pedro. -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Dia de Ramos (1656) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Nossa Senhora do Ó (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de S. Roque -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina (1663) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa e do Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Todos os Santos -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Espírito Santo -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Quarto Sábado da Quaresma (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Segundo Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico e Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão I – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão IX – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão nas exéquias de D. Maria de Ataíde -Pe. Antônio Vieira

Sermão Nossa Senhora do Rosário com o Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as da Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as de Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão Segundo do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão VI – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão VIII – Com o Santíssimo Sacramento Exposto Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão X – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão XI Com o Santíssimo Sacramento Exposto -Pe. Antônio Vieira

Sermão XII (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIII -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIV (1633) -Pe. Antônio Vieira

Serões da província -Júlio Dinis

Sete de setembro -Casimiro de Abreu

Silva: quadros e livros um artista caipira -Romildo Sant’Anna

Silvestre -Machado de Assis

Sim, talvez tenha razão -Alberto Caeiro

Sim: existo dentro do meu corpo -Alberto Caeiro

Símbolos -Emílio de Menezes

Simples -Auta de Souza

Sinais de vida no planeta Minas -Fernando Gabeira

Singular Ocorrência -Machado de Assis

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Só a natureza é divina -Alberto Caeiro

-António Nobre

-Machado de Assis

Soledade -Auta de Souza

Soneto (des)pejado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anticlerical -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade França -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade Lereno -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao leitão -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto arcádico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da amada gabada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da beata esperta -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cagada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula canina -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula esculpida -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da donzela ansiosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da escultura escandalosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da mocetona pudibunda -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da porra burra -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta assombrosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta novata -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto das glórias carnais -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do coito interrompido -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno choroso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno interesseiro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do diálogo conjugal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozador coçador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozo vitorioso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do juramento -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do lascivo pezinho -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do membro monstruoso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do mouro desmoralizado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do padre patife -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pau decifrado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer efêmero -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer maior -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pregador pecador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do velho escandaloso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto dramático -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto maçônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto matinal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto Napoleônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos Inéditos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Sonetos -Luís Vaz de Camões

Sonhando -Casimiro de Abreu

Sonhos de virgem -Casimiro de Abreu

Sonja Sonrisal -Salomão Rovedo

Sonriendo -C. Wagner

Sou um guardador de rebanhos -Alberto Caeiro

Sova bem Merecida -Artur Azevedo

Stefan Zweig: pensamentos e perfis -Salomão Rovedo

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Súplica -Auta de Souza

Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães

Sylvio -Auta de Souza





P – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Paai Rengel e outros dous romeus -Afonso Eanes de Coton

Paga ou Morre! -Artur Azevedo

Página azul -Auta de Souza

Página triste -Auta de Souza

Páginas Críticas e Comemorativas -Machado de Assis

Páginas Recolhidas -Machado de Assis

Páginas Recolhidas -Machado de Assis

Pai Contra Mãe -Machado de Assis

Paisagens brasileiras -Visconde de Taunay

Palavras a alguém -Casimiro de Abreu

Palavras no mar -Casimiro de Abreu

Palavras Tristes -Auta de Souza

Pan-americano -Artur Azevedo

Panóplias -Olavo Bilac

Panóplias -Olavo Bilac

Papéis Avulsos -Machado de Assis

Papéis Avulsos -Machado de Assis

Papéis Velhos -Machado de Assis

Para além da curva da estrada -Alberto Caeiro

Para defender a pátria -Frei Caneca

Para não dizer, que não falei em flores -Marco Ramos

Paranóia delirante -Roberto Wagner Magalhães

Parecer de Concurso Literário -Emílio de Menezes

Pareceres de Machado de Assis -Machado de Assis

Passa uma borboleta por diante de mim -Alberto Caeiro

Passei toda a noite -Alberto Caeiro

Passou a diligência pela estrada, e foi-se -Alberto Caeiro

Pastor do monte, tão longe de mim com as tuas ovelhas -Alberto Caeiro

Patkull -Antônio Gonçalves Dias

Patriota? Não: só português -Alberto Caeiro

Paulino e Roberto -Artur Azevedo

PAULO -Bruno Seabra

Pedro Gobá -José Ezequiel Freire

Pedro Gobá -José Ezequiel Freire

Pegadas urbanas: Novo Hamburgo como palco do flâneur -Jeferson Francisco Selbach

Pelo passado -Auta de Souza

Pennas de Garça -Auta de Souza

Pensar em Deus é desobedecer a Deus -Alberto Caeiro

Pepita -Casimiro de Abreu

Pequetita -Artur Azevedo

Pera veer meu amigo -Dom Dinis

Perdão! -Casimiro de Abreu

Perfumes e amor -Casimiro de Abreu

Pero eu dizer quisesse -Dom Dinis

Pero que eu mui long’ estou -Dom Dinis

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Pesar mi fez meu amigo -Dom Dinis

Pesquisa sem frescura -Jeferson Francisco Selbach

Pétala dobrada para trás da rosa -Alberto Caeiro

Piedade Filial -Artur Azevedo

Pílades e Orestes -Machado de Assis

Pobre Cardeal! -Machado de Assis

Pobre Finoca -Machado de Assis

Pobre flor! -Auta de Souza

Pobres das flores dos canteiros dos jardins regulares -Alberto Caeiro

Pobres Liberais! -Artur Azevedo

Poema da mocidades seguido de Anjo do lar -M. Pinheiro Chagas

Poema da Virgem -Pe. José de Anchieta

Poema dos Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta

Poemas -Alphonsus de Guimarães

Poemas -Alphonsus de Guimarães

Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas da Morte -Emílio de Menezes

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Fagundes Varela -Luís Nicolau Fagundes Varela

Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa

Poemas de Raul de Leoni -Raul de Leoni

Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa

Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa

Poemas em Inglês -Fernando Pessoa

Poemas Escolhidos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa

Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa

Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Alvarez Azevedo

Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Poemas -Luís Nicolau Fagundes Varela

Poemas Malditos -Alvarez Azevedo

Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Poemas -Safo

Poemas Selecionados -Florbela Espanca

Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa

Poesia e amor -Casimiro de Abreu

Poesia Litigiosa -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesia Satírica e Versos de Circunstância -Emílio de Menezes

Poesias Colegiais -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Completas -Laurindo José da Silva Rabelo

Poesias dispersas -Machado de Assis

Poesias Escolhidas -José Cândido de Lacerda Coutinho

Poesias -Francisca Julia da Silva

Poesias Inéditas -Fernando Pessoa

Poesias -Júlio Dinis

Poesias -Luis Delfino dos Santos

Poesias -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Poesias Manuscritas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poetas devem jogar poemas no lixo -Nelson Lima

Pois ante vós estou aqui -Dom Dinis

Pois mia ventura tal é ja -Dom Dinis

Pois não é?! -Casimiro de Abreu

Pois que diz meu amigo -Dom Dinis

Pois que vos Deus fez, mia senhor -Dom Dinis

Pois que vos Deus, amigo, quer guisar -Dom Dinis

Polêmicas e reflexões -Machado de Assis

Pombos mensageiros -Auta de Souza

Ponto de Vista -Machado de Assis

Ponto de Vista -Machado de Assis

Por Deus, amiga, pês-vos do gram mal -Dom Dinis

Por Deus, amigo, quen cuidaría -Dom Dinis

Por Deus, punhade de veerdes meu -Dom Dinis

Porca elegia -Salomão Rovedo

Possível e Impossível -Machado de Assis

Pouco a pouco o campo se alarga e se doura -Alberto Caeiro

Pouco me importa -Alberto Caeiro

Poverina -Artur Azevedo

Praz-m’ a mi, senhor, de morrer -Dom Dinis

Preguntar-vos quero por Deus -Dom Dinis

Primas de Sapucaia -Machado de Assis

Primaveras -Casimiro de Abreu

Primeiras Trovas Burlescas -Luiz Gonzaga Pinto da Gama

Primeiro Fausto -Fernando Pessoa

Primeiro prenúncio de trovoada de depois de amanhã -Alberto Caeiro

Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias

Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias

Produções Satíricas e Bocageanas de Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães

Proençaes soen mui ben trobar -Dom Dinis

Profissão de fé -Olavo Bilac

Prólogos Interessantíssimos -Vários Autores

Prosa de Circunstância -Emílio de Menezes

Prosas Bárbaras -José Maria Eça de Queirós

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Puelina -Artur Azevedo





M – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Ma madre velida -Dom Dinis

Macário -Alvarez Azevedo

Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Macbeth -William Shakespeare

Madalena. (Coleção literatura para todos; v.1) -Cristiane Dantas

Madresilvas -Brasilio Machado

Madrid -M. Pinheiro Chagas

Mãe -José de Alencar

Mãe penitente -Antônio Frederico de Castro Alves

Maîtres de plaisir [construtores de imagens] -Jeferson Francisco Selbach

Mal por Mal… -Artur Azevedo

Mana Maria -Alcântara Machado

Manel Capineiro -Afonso Henriques de Lima Barreto

Manhã no Campo -Auta de Souza

Mano -Coelho Neto

Manuscrito de um Sacristão -Machado de Assis

Marcha Fúnebre -Machado de Assis

Marcha Fúnebre -Machado de Assis

Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto

Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto

Marginalidade, violência e testemunho nos contos de Marcelino Freire -Flávia Heloísa Unbehaum Ferraz

Maria -Antônio Frederico de Castro Alves

Maria Cora -Machado de Assis

Maria Dusá -Lindolfo Rocha

Maria Dusá -Lindolfo Rocha

Maria Madalena -Rilvan Batista de Santana

Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário -Pe. Antônio Vieira

Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Mariana -Machado de Assis

Mariana -Machado de Assis

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Mari’Mateu, ir-me quer’eu d’aquén -Afonso Eanes de Coton

Masterpieces of american wit and humor -Thomas L. Masson

Mater -Auta de Souza

Mateus e Mateusa -Qorpo Santo

Mattos, Malta ou Matta? -Aluísio Azevedo

Máximas, Pensamentos e Reflexões -Marquês de Maricá

Médico é Remédio -Machado de Assis

Médico é remédio -Machado de Assis

Meestre Nicolás, a meu cuidar -Afonso Eanes de Coton

Meia hora de cinismo -França Júnior

Meia hora de cinismo -França Júnior

Mel -Salomão Rovedo

Melancolia -Auta de Souza

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de um passageiro de bonde -Amadeu Amaral

Memorial de um Passageiro de Bonde -Amadeu Amaral

Memórias da Rua do Ouvidor -Joaquim Manuel de Macedo

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias e Cotidiano do Rio de Janeiro no Tempo do Rei: trechos selecionados das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos -Luís Joaquim dos Santos Marrocos

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Menina e Moça -Bernardim Ribeiro

Mensagem -Fernando Pessoa

Mesura sería, senhor -Dom Dinis

Metafísica das Rosas -Machado de Assis

Meto-me para dentro, e fecho a janela -Alberto Caeiro

Meu amig’, u eu sejo -Dom Dinis

Meu amigo vem hoj’aqui -Dom Dinis

Meu amigo, nom poss’eu guarecer -Dom Dinis

Meu Pai -Auta de Souza

Meus oito anos -Casimiro de Abreu

Micrômegas -Voltaire

Migalhas de história portuguesa -M. Pinheiro Chagas

Milagre do Natal -Afonso Henriques de Lima Barreto

Miloca -Machado de Assis

Mimo de Anos -Auta de Souza

Minh’Alma e o Verso -Auta de Souza

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha mãe -Casimiro de Abreu

Minh’alma é triste -Casimiro de Abreu

Miss Dollar -Machado de Assis

Miss Dollar -Machado de Assis

Miss Kate -Cosme Velho

Missa do Galo -Machado de Assis

Missal -João da Cruz e Sousa

Missal -João da Cruz e Sousa

Mistério -Auta de Souza

Místico -Auta de Souza

Mocidade -Casimiro de Abreu

Mocidade e Morte -Alexandre Herculano

Mocidade e morte -Antônio Frederico de Castro Alves

Mocidade morta -Luis Gonzaga Duque Estrada

Momento literário -João do Rio

Morena -Auta de Souza

Moreninha -Casimiro de Abreu

Morta -Auta de Souza

Morta que Mata -Artur Azevedo

Mortalhas -Emílio de Menezes

Motta Coqueiro ou A pena de morte -José do Patrocínio

Mudo e quedo -Antônio Frederico de Castro Alves

Muitos anos depois -Machado de Assis

Mulheres: história e direitos -Jeferson Francisco Selbach

Munúsciulo Métrico -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Murmúrios da tarde -Antônio Frederico de Castro Alves





E – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

É noite -Alberto Caeiro

Écloga de Jano e Franco -Bernardim Ribeiro

Édipo-Rei -Sófocles

Eficiência Militar -Afonso Henriques de Lima Barreto

Elbow-Room – A Novel Without a Plot -Charles Heber Clark

Elefantes e Ursos -Artur Azevedo

Elogio da vaidade -Machado de Assis

Em busca dos contos perdidos -Mariza B. T. Mendes

Em gram coita, senhor -Dom Dinis

Em Sonhos -Artur Azevedo

En grave día, senhor, que vos oí -Dom Dinis

Encarnação -José de Alencar

Encarnação -José de Alencar

Encher tempo -Machado de Assis

Encontros Reveladores -Artur Azevedo

Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen

Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen

Entre 1892 e 1894 -Machado de Assis

Entre a juntura dos ossos. (Coleção literatura para todos; v. 5) -Vera Lúcia de Oliveira

Entre a Missa e o Almoço -Artur Azevedo

Entre a Missa e o Almoço -Artur Azevedo

Entre duas datas -Machado de Assis

Entre Marília e a pátria -Frei Caneca

Entre o que vejo -Alberto Caeiro

Entre Santos -Machado de Assis

Entre Santos -Machado de Assis

Entrei para o Clube Jácome -França Júnior

Epaminondas -Artur Azevedo

Epicédio -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Epitáfio — Se estiver nos meus fados a próxima extinção de meus dias -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Ernesto de Tal -Machado de Assis

Ernesto de Tal -Machado de Assis

Erótica -Rafael Rodrigues Gomes

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esparsos e Inéditos -Emílio de Menezes

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Esta tarde a trovoada caiu -Alberto Caeiro

Estas quatro canções, escrevi-as estando doente -Alberto Caeiro

Estas verdades não são perfeitas porque são ditas -Alberto Caeiro

Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago

Estes, que m’ora tolhem mia Senhor -Afonso Sanches

Estórias de Jenni -Voltaire

Estou doente -Alberto Caeiro

Estrada a Fora -Auta de Souza

Eterna dor -Auta de Souza

Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos

Eterno! -Machado de Assis

Eu -Augusto dos Anjos

Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos

Eu nasci além dos mares -Casimiro de Abreu

Eu nunca guardei rebanhos -Alberto Caeiro

Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes -Alberto Caeiro

Eu sou a vida; eu não sou a morte -Qorpo Santo

Eurico, o Presbítero -Alexandre Herculano

Evolução -Machado de Assis

Ex Cathedra -Machado de Assis





D – Biblioteca Domínio Publico

29 09 2010

D. Benedita -Machado de Assis

D. Jucunda -Machado de Assis

D. Mônica -Machado de Assis

D. Paula -Machado de Assis

D. Paula -Machado de Assis

D. Pedro -Alexandre Herculano

Da Literatura fantástica (teorias e contos) -Marcio Cícero de Sá

Da mais alta janela da minha casa -Alberto Caeiro

Da mia senhor que eu servi -Dom Dinis

Da minha aldeia vejo quanto a terra -Alberto Caeiro

Dadá -Auta de Souza

Dalila -Antônio Frederico de Castro Alves

De cerúleo gabão não bem coberto -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

De Cima para Baixo -Artur Azevedo

De Jerssey a Granville -Alexandre Herculano

De Joán Bol’and’eu maravilhado -Dom Dinis

De joelhos -Auta de Souza

De joelhos -Casimiro de Abreu

De Longe -Auta de Souza

De longe vejo passar no rio um navio -Alberto Caeiro

De mi vós fazerdes, senhor -Dom Dinis

De morrerdes por mi gram dereit’é -Dom Dinis

De muitas coitas, senhor, que levei -Dom Dinis

De que morredes, filha, a do corpo velido? -Dom Dinis

Decadência de dois grandes homens -Machado de Assis

Décima -Frei Caneca

Deito-me ao comprido na erva -Alberto Caeiro

Demônios -Aluísio Azevedo

Dentro da noite -João do Rio

Denúncia Involuntária -Artur Azevedo

Desalento -Auta de Souza

Desconexo desejo -Hilário Pio

Descrição da Ilha de Itaparica -Frei Manuel de Santa Maria Itaparica

Desencantos -Machado de Assis

Desespero -Antônio Frederico de Castro Alves

Despertar -Hermes Fontes

Deste modo ou daquele modo -Alberto Caeiro

Deus! -Casimiro de Abreu

Deveres do Homem -Ferdinando Medici

Diálogo dos ecos -Antônio Frederico de Castro Alves

Diálogos das Grandezas do Brasil -Izaak Walton

Diana -Machado de Assis

Diário íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto

Dias de guerra e de sertão -Visconde de Taunay

Dirceu de Marília -Joaquim Norberto de Souza e Silva

Discurso de Posse na ABL -Emílio de Menezes

Discurso sobre a História da Literatura do Brasil -Domingos Gonçalves de Magalhães

Discursos (obras completas) -Tobias Barreto de Menezes

Dispersão -Mário de Sá-Carneiro

Diss´a fremosa en Bonaval assí -Bernardo de Bonaval

Disse-m’hoj’un cavaleiro -Dom Dinis

Diva -José de Alencar

Diva -José de Alencar

Dívida Extinta -Machado de Assis

Dizede por Deus amigo -Dom Dinis

Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora -Alberto Caeiro

Dizes-me: tu és mais alguma cousa -Alberto Caeiro

Dizia la fremozinha -Afonso Sanches

Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

Doente -Auta de Souza

Dois proveitos em um saco -França Júnior

Dolores -Auta de Souza

Dom Casmurro -Machado de Assis

Dom Casmurro -Machado de Assis

Dom Casmurro -Machado de Assis

Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra

Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra

Dona Eulália -Artur Azevedo

Dona Guidinha do Poço -Manuel de Oliveira Paiva

Dona Guidinha do Poço -Manuel de Oliveira Paiva

Dores -Casimiro de Abreu

Dos que ora son na hoste -Dom Dinis

Duas Apostas -Artur Azevedo

Duas Juízas -Machado de Assis





C – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Cabelos molhados. (Coleção literatura para todos; v. 10) -Luís Pimentel

Cachoeira em crônicas: cotidiano -Jeferson Francisco Selbach

Café com Cuca -Ismar Imhof

Caiu o Ministério -França Júnior

Camafeus Romanos -Eugénio de Castro

Caminho do Sertão -Auta de Souza

Camões -Joaquim Nabuco

Camões -Joaquim Nabuco

Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete Português de Leitura -Joaquim Nabuco

Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio

Canção ao Mar (Mar Eterno) -Eugénio Tavares

Canção do boêmio -Antônio Frederico de Castro Alves

Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias

Canção do exílio -Casimiro de Abreu

Cancioneiro -Fernando Pessoa

Cancioneiro -Fernando Pessoa

Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

Cândido -Voltaire

Cantai -Auta de Souza

Cantata à morte de Inês de Castro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Cantiga -Auta de Souza

Cantiga de Esponsais -Machado de Assis

Cantiga sua à Senhora Maria Coresma -Bernardim Ribeiro

Cantiga velha -Machado de Assis

Canto da Solidão -Bernardo Guimarães

Canto de amor -Casimiro de Abreu

Capítulo dos Chapéus -Machado de Assis

Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu

Capítulos de História Colonial -João Capistrano de Abreu

Caramuru -José de Santa Rita Durão

Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão

Caráter -Ralph Waldo Emerson

Caravela: redescobrimentos. (Coleção literatura para todos; v.4) -Gabriel Bicalho

Carlota -Auta de Souza

Carne Frita -Gustavo Villas Boas Farias

Carolina -Casimiro de Abreu

Carolina -Casimiro de Abreu

Carrilhões -Murilo Araújo

Carrilhões -Murilo Araújo

Carta da Companhia -Pe. José de Anchieta

Carta de um Defunto Rico -Afonso Henriques de Lima Barreto

Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga

Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga

Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós

Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós

Cartas de Inglaterra -José Maria Eça de Queirós

Cartas de Olinda e Alzira -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Cartas Familiares e Bilhetes de Paris -José Maria Eça de Queirós

Casa de Pensão -Aluísio Azevedo

Casa de Pensão -Aluísio Azevedo

Casa de pensão -Aluísio Azevedo

Casa Velha -Machado de Assis

Casa velha -Machado de Assis

Casa, não casa -Machado de Assis

Casada e viúva -Machado de Assis

Caso da Vara -Machado de Assis

Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional

Cavação -Artur Azevedo

Celeste -Auta de Souza

Cena íntima -Casimiro de Abreu

Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo

Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo

Cervantes, Dom Quixote e outras e-crônicas do nosso tempo -Salomão Rovedo

Céus e terras do Brasil -Visconde de Taunay

Chapada das Mulatas: postagens de um blogueiro -Jeferson Francisco Selbach

Chapéus de palha, panamás, plumas, cartolas -Sylvia Helena Telarolli de Almeida Leite

Charneca em flor -Florbela Espanca

Chegou-m’amiga recado -Dom Dinis

Chegou-m’ora aqui recado -Dom Dinis

Chico -Artur Azevedo

Chico Science: a rapsódia afrociberdélica -Moisés Neto

Chorando -Auta de Souza

Cícero -Plutarco

Cinco Minutos -José de Alencar

Cinco minutos -José de Alencar

Cinco minutos -José de Alencar

Cinco Mulheres -Machado de Assis

Ciúme -Auta de Souza

Clara -Casimiro de Abreu

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clarisse -Auta de Souza

Clepsidra -Camilo Pessanha

Clepsidra -Camilo Pessanha

Cobras em compota. (Coleção literatura para todos; v.2) -Índigo

Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

Coitada viv’, amigo, porque vos nom vejo -Dom Dinis

Coleção lusitânia -Coelho Netto

Comadre Morte -Adolfo Coelho

Comes e Bebes -Artur Azevedo

Como e por que sou Romancista -José de Alencar

Como me Deus aguisou que vivesse -Dom Dinis

Como o Brasil enfrenta a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes -Ministério das Relações Exteriores

Como o Diabo as Arma! -Artur Azevedo

Como quem num dia de verão abre a porta de casa -Alberto Caeiro

Como se fazia um Deputado -França Júnior

Como se fazia um Deputado -França Júnior

Como se inventaram os almanaques -Machado de Assis

Como um grande borrão de fogo sujo -Alberto Caeiro

Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande -Alberto Caeiro

Com’ousará parecer ante mi -Dom Dinis

Confissões de uma Viúva -Machado de Assis

Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis

Conjugo Vobis -Artur Azevedo

Consolo Supremo -Auta de Souza

Construção da figura religiosa no romance de cavalaria -Marcia Maria de Medeiros

Conto Alexandrino -Machado de Assis

Conto de Escola -Machado de Assis

Conto de Escola -Machado de Assis

Contos avulsos -Alcântara Machado

Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto

Contos fantásticos -Theóphilo Braga

Contos Fluminenses -Machado de Assis

Contos Fluminenses -Machado de Assis

Contos Fora da Moda -Artur Azevedo

Contos Fora de Moda -Artur Azevedo

Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto

Contos -José Maria Eça de Queirós

Contos -José Maria Eça de Queirós

Contos para Velhos -Olavo Bilac

Contos para velhos -Olavo Bilac

Contos, cartas, frases e poemas -Djalma de Freitas Pinheiro

Contrastes -Auta de Souza

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Conversa pra boi dormir: um pouco de castelo na minha lembrança -José Antônio Caliman

Conversão de um avaro -Machado de Assis

Convite a Marília -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco

Cores -Auta de Souza

Correspondência de Machado de Assis -Machado de Assis

Correspondência -Emílio de Menezes

Coup D’Étrier -Antônio Frederico de Castro Alves

Covilheira velha, se vos fezesse -Afonso Eanes de Coton

Creio que irei morrer -Alberto Caeiro

Crepúsculo -Auta de Souza

Crianças -Auta de Souza

Crisálidas -Machado de Assis

Crisálidas -Machado de Assis

Crisálidas -Machado de Assis

Crisfal -Cristóvão Falcão

Crisfal -Cristóvão Falcão

Críticas Teatrais -Machado de Assis

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – a freira:ralo, roda e grade -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Cota -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Mariana, apelidada a rola -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – andanças de uma viola de cabaça -Gregório de Matos

Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – Betica -Gregório de Matos

Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – alguns passos discretos e tristes -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Antônia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Letrados -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – briga, briga -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Pança farta e pé dormente -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Joana -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Custódia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Bárbora ou Babu -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Nossa Sé da Bahia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Adãos de Massapê -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Ângela -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Brites -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Maria João -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – opúsculo de Pedro Alz. da Neyva -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Teresa -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – O Burgo -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – a nossa sé da Bahia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – espada e espadilha -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – juízes do Iguaraçu -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas beneméritas -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas muito principais -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – santos unhates -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista -os homens bons – a musa praguejadora -Gregório de Matos

Crônicas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Crônicas de Londres -José Maria Eça de Queirós

Culto Métrico -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas -Pe. André João Antonil

Curiosidades e Factos Notaveis do Ceará -J. G. Dias Sobreira

Curta história -Machado de Assis