Fernando Pessoa

6 01 2012

“Falar é o modo mais simples de nos tornarmos desconhecidos”

Fernando Pessoa





ANIVERSÁRIO DE FERNANDO PESSOA

15 06 2011

Parabéns, Fernando Pessoa!… 123 aninhos… Viva!

Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935

ANIVERSÁRIO

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa como uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar pela vida, perdera o sentido da vida.

Sim, o que fui de suposto a mim mesmo,
O que fui de coração e parentesco,
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui – ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui…
A que distância!…
(Nem o acho…)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!

O que eu sou hoje é como a humidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes…
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio…

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos…
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim…
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui…
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas – doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado –,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos…

Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!…

O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!…

{Álvaro de Campos, Poemas}

Fernando Pessoa morreu aos 47 anos, em 30 de novembro de 1935: “A morte é a curva da estrada, / Morrer é só não ser visto. [...]“





Cartas “DE” e PARA” Fernando Pessoa

9 05 2011

Cartas “DE” e PARA” Fernando Pessoa

Ao Natal MercuryDurban, 7th. July, 1905 “The Man in the Moon”

Ao Punch

A Editora Inglesa

À Entreprise Luvisy

A Armando Teixeira Rebelo

A Augustine Ormond

A Álvaro Pinto, 25 de Abril de 1912

À Álvaro Pinto, 30 de Abril de 1912

À Álvaro Pinto, 1º de Maio de 1912

À Álvaro Pinto, 2 de Maio de 1912

Carta ao amigo Mário Beirão

Carta ao Diário de Notícias

Carta a Mário de Sá-Carneiro

Carta de Amor I

Carta de Amor II

Carta de Amor III

Carta de Amor IV

Carta de Amor V

Carta de Amor VI

Carta a João Gaspar Simões

Museu-Biblioteca Castro de Guimarães em Cascais

Carta a Adolfo Casais Monteiro

Carta à memória de Fernando Pessoa, Julho de 1936

Carta a Fernando Pessoa

 

Fonte: A Casa do Bruxo





Espólio Fernando PESSOA

10 01 2011

A Biblioteca Nacional portuguesa está colocando na web os escritos autógrafos de Pessoa. Já estão disponíveis, desde fevereiro/2006, imagens fac-similares dos poemas de Alberto Caeiro, o primeiro heterônimo, e — segundo Pessoa — o mestre dos outros e dele mesmo.

Clique aqui e acesse os cadernos de Fernando Pessoa 





O GUARDADOR DE REBANHOS – Fernando Pessoa

8 11 2010

heterônimo Alberto Caeiro

 

O GUARDADOR DE REBANHOS

Eu nunca guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estações

A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um pôr de sol
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície
E se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.

Mas a minha tristeza é sossego
Porque é natural e justa
E é o que deve estar na alma
Quando já pensa que existe
E as mãos colhem flores sem ela dar por isso.

Como um ruído de chocalhos
Para além da curva da estrada,
Os meus pensamentos são contentes.
Só tenho pena de saber que eles são contentes,
Porque, se o não soubesse,
Em vez de serem contentes e tristes,
Seriam alegres e contentes.

Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.

Não tenho ambições nem desejos
Ser poeta não é uma ambição minha
É a minha maneira de estar sozinho.

E se desejo às vezes
Por imaginar, ser cordeirinho
(Ou ser o rebanho todo
Para andar espalhado por toda a encosta
A ser muita cousa feliz ao mesmo tempo),

É só porque sinto o que escrevo ao pôr do sol,
Ou quando uma nuvem passa a mão por cima da luz
E corre um silêncio pela erva fora.

Quando me sento a escrever versos
Ou, passeando pelos caminhos ou pelos atalhos,
Escrevo versos num papel que está no meu pensamento,
Sinto um cajado nas mãos
E vejo um recorte de mim
No cimo dum outeiro,

Olhando para o meu rebanho e vendo as minhas idéias,
Ou olhando para as minhas idéias e vendo o meu rebanho,
E sorrindo vagamente como quem não compreende o que se diz
E quer fingir que compreende.

Saúdo todos os que me lerem,
Tirando-lhes o chapéu largo
Quando me vêem à minha porta
Mal a diligência levanta no cimo do outeiro.
Saúdo-os e desejo-lhes sol,
E chuva, quando a chuva é precisa,
E que as suas casas tenham
Ao pé duma janela aberta
Uma cadeira predileta
Onde se sentem, lendo os meus versos.
E ao lerem os meus versos pensem
Que sou qualquer cousa natural -
Por exemplo, a árvore antiga
À sombra da qual quando crianças
Se sentavam com um baque, cansados de brincar,
E limpavam o suor da testa quente
Com a manga do bibe riscado.

 

fac-simile de página do caderno manuscrito de «O Guardador de Rebanhos» © Biblioteca Nacional.

Ocupa a posição 60ª dos Os 100 Melhores Poemas Internacionais do Século XX





P – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Paai Rengel e outros dous romeus -Afonso Eanes de Coton

Paga ou Morre! -Artur Azevedo

Página azul -Auta de Souza

Página triste -Auta de Souza

Páginas Críticas e Comemorativas -Machado de Assis

Páginas Recolhidas -Machado de Assis

Páginas Recolhidas -Machado de Assis

Pai Contra Mãe -Machado de Assis

Paisagens brasileiras -Visconde de Taunay

Palavras a alguém -Casimiro de Abreu

Palavras no mar -Casimiro de Abreu

Palavras Tristes -Auta de Souza

Pan-americano -Artur Azevedo

Panóplias -Olavo Bilac

Panóplias -Olavo Bilac

Papéis Avulsos -Machado de Assis

Papéis Avulsos -Machado de Assis

Papéis Velhos -Machado de Assis

Para além da curva da estrada -Alberto Caeiro

Para defender a pátria -Frei Caneca

Para não dizer, que não falei em flores -Marco Ramos

Paranóia delirante -Roberto Wagner Magalhães

Parecer de Concurso Literário -Emílio de Menezes

Pareceres de Machado de Assis -Machado de Assis

Passa uma borboleta por diante de mim -Alberto Caeiro

Passei toda a noite -Alberto Caeiro

Passou a diligência pela estrada, e foi-se -Alberto Caeiro

Pastor do monte, tão longe de mim com as tuas ovelhas -Alberto Caeiro

Patkull -Antônio Gonçalves Dias

Patriota? Não: só português -Alberto Caeiro

Paulino e Roberto -Artur Azevedo

PAULO -Bruno Seabra

Pedro Gobá -José Ezequiel Freire

Pedro Gobá -José Ezequiel Freire

Pegadas urbanas: Novo Hamburgo como palco do flâneur -Jeferson Francisco Selbach

Pelo passado -Auta de Souza

Pennas de Garça -Auta de Souza

Pensar em Deus é desobedecer a Deus -Alberto Caeiro

Pepita -Casimiro de Abreu

Pequetita -Artur Azevedo

Pera veer meu amigo -Dom Dinis

Perdão! -Casimiro de Abreu

Perfumes e amor -Casimiro de Abreu

Pero eu dizer quisesse -Dom Dinis

Pero que eu mui long’ estou -Dom Dinis

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Pesar mi fez meu amigo -Dom Dinis

Pesquisa sem frescura -Jeferson Francisco Selbach

Pétala dobrada para trás da rosa -Alberto Caeiro

Piedade Filial -Artur Azevedo

Pílades e Orestes -Machado de Assis

Pobre Cardeal! -Machado de Assis

Pobre Finoca -Machado de Assis

Pobre flor! -Auta de Souza

Pobres das flores dos canteiros dos jardins regulares -Alberto Caeiro

Pobres Liberais! -Artur Azevedo

Poema da mocidades seguido de Anjo do lar -M. Pinheiro Chagas

Poema da Virgem -Pe. José de Anchieta

Poema dos Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta

Poemas -Alphonsus de Guimarães

Poemas -Alphonsus de Guimarães

Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas da Morte -Emílio de Menezes

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Fagundes Varela -Luís Nicolau Fagundes Varela

Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa

Poemas de Raul de Leoni -Raul de Leoni

Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa

Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa

Poemas em Inglês -Fernando Pessoa

Poemas Escolhidos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa

Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa

Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Alvarez Azevedo

Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Poemas -Luís Nicolau Fagundes Varela

Poemas Malditos -Alvarez Azevedo

Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Poemas -Safo

Poemas Selecionados -Florbela Espanca

Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa

Poesia e amor -Casimiro de Abreu

Poesia Litigiosa -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesia Satírica e Versos de Circunstância -Emílio de Menezes

Poesias Colegiais -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Completas -Laurindo José da Silva Rabelo

Poesias dispersas -Machado de Assis

Poesias Escolhidas -José Cândido de Lacerda Coutinho

Poesias -Francisca Julia da Silva

Poesias Inéditas -Fernando Pessoa

Poesias -Júlio Dinis

Poesias -Luis Delfino dos Santos

Poesias -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Poesias Manuscritas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poetas devem jogar poemas no lixo -Nelson Lima

Pois ante vós estou aqui -Dom Dinis

Pois mia ventura tal é ja -Dom Dinis

Pois não é?! -Casimiro de Abreu

Pois que diz meu amigo -Dom Dinis

Pois que vos Deus fez, mia senhor -Dom Dinis

Pois que vos Deus, amigo, quer guisar -Dom Dinis

Polêmicas e reflexões -Machado de Assis

Pombos mensageiros -Auta de Souza

Ponto de Vista -Machado de Assis

Ponto de Vista -Machado de Assis

Por Deus, amiga, pês-vos do gram mal -Dom Dinis

Por Deus, amigo, quen cuidaría -Dom Dinis

Por Deus, punhade de veerdes meu -Dom Dinis

Porca elegia -Salomão Rovedo

Possível e Impossível -Machado de Assis

Pouco a pouco o campo se alarga e se doura -Alberto Caeiro

Pouco me importa -Alberto Caeiro

Poverina -Artur Azevedo

Praz-m’ a mi, senhor, de morrer -Dom Dinis

Preguntar-vos quero por Deus -Dom Dinis

Primas de Sapucaia -Machado de Assis

Primaveras -Casimiro de Abreu

Primeiras Trovas Burlescas -Luiz Gonzaga Pinto da Gama

Primeiro Fausto -Fernando Pessoa

Primeiro prenúncio de trovoada de depois de amanhã -Alberto Caeiro

Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias

Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias

Produções Satíricas e Bocageanas de Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães

Proençaes soen mui ben trobar -Dom Dinis

Profissão de fé -Olavo Bilac

Prólogos Interessantíssimos -Vários Autores

Prosa de Circunstância -Emílio de Menezes

Prosas Bárbaras -José Maria Eça de Queirós

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Puelina -Artur Azevedo





O – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

O 15 e o 17 -Artur Azevedo

O Abolicionismo -Joaquim Nabuco

O adeus de Teresa -Antônio Frederico de Castro Alves

O Alcaide de Santarém -Alexandre Herculano

O Alforge da Boa Razão -Bruno Seabra

O Alienista -Machado de Assis

O Alienista -Machado de Assis

O Alienista -Machado de Assis

O almada -Machado de Assis

O amor é uma companhia -Alberto Caeiro

O Anel de Polícrates -Machado de Assis

O Anjo Caído -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

O anjo das donzelas -Machado de Assis

O anjo Rafael -Machado de Assis

O Arco de Sant’ana -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

O Asa-negra -Artur Azevedo

O astrólogo -Machado de Assis

O Ateneu -Raul Pompéia

O Ateneu -Raul Pompéia

O Ateneu -Raul Pompéia

O Badejo -Artur Azevedo

O BAILE DO JUDEU -Inglês de Souza

O baile na flor -Antônio Frederico de Castro Alves

O baile! -Casimiro de Abreu

O balanceio de Lauro Maia -Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez)

O bandolim da desgraça -Antônio Frederico de Castro Alves

O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa

O Barão de Pituaçu -Artur Azevedo

O Barão de Pituaçu -Artur Azevedo

O Beija-Flor -Auta de Souza

O Bispo Negro -Alexandre Herculano

O Bobo -Alexandre Herculano

O Bote de rapé -Machado de Assis

O Brasil anedótico -Humberto de Campos

O Cabeleira -Franklin Távora

O Cabeleira -Franklin Távora

O Cabeleira -Franklin Távora

O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac

O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac

O Caçador Doméstico -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Califa da Rua do Sabão -Artur Azevedo

O Califa da Rua do Sabão -Artur Azevedo

O Califa da Rua do Sabão -Artur Azevedo

O califa de platina -Machado de Assis

O caminho da porta -Machado de Assis

O caminho de Damasco -Machado de Assis

O Cancioneiro Português da Vaticana -Teophilo Braga

O cancioneiro portuguez da Vaticana -Teophilo Braga

O capitão Mendonça -Machado de Assis

O carro 13 -Machado de Assis

O caso Barreto -Machado de Assis

O caso da Viúva -Machado de Assis

O caso do Romualdo -Machado de Assis

O caso Traps: Presságio Funesto -Rolando Júnior

O Castelo da Faria -Alexandre Herculano

O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Chapéu -Artur Azevedo

O ciúme -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

O Conde d’Abranhos -José Maria Eça de Queirós

O Cônego ou Metafísica do Estilo -Machado de Assis

O Cônego ou Metafísica do Estilo -Machado de Assis

O contrato -Machado de Assis

O coração -Antônio Frederico de Castro Alves

O Coração e o Beijo -Auta de Souza

O corpo feminino em debate -Maria Izilda Santos de Matos

O Cortiço -Aluísio Azevedo

O Cortiço -Aluísio Azevedo

O Cortiço -Aluísio Azevedo

O Coruja -Aluísio Azevedo

O crepúsculo sertanejo -Antônio Frederico de Castro Alves

O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós

O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós

O Cuco -Artur Azevedo

O cuecão de Chiquinho -José Felipe Nazário Júnior

O curioso caso dos quatro -Maikon Patrick Garcia

O D N A de Emanuel -Rilvan Batista de Santana

O declínio da tradição no espírito da subversão: o papel do intelectual, a literatura militante e a tradição literária brasileira nas crônicas de Lima Barreto (1881-1922) -Luiz Fernando Gomes

O defeito de família -França Júnior

O defeito de família -França Júnior

O Defunto -Thomaz Lopes

O Demônio Familiar -José de Alencar

O destinado -Machado de Assis

O Devanear do Céptico -Bernardo Guimarães

O dia da criação -Eduardo Alves da Silva

O dialeto caipira -Amadeu Amaral

O Dicionário -Machado de Assis

O Diletante -Artur Azevedo

O Diplomático -Machado de Assis

O Diplomático -Machado de Assis

O Dote -Artur Azevedo

O Duplo -Coelho Neto

O Duplo -Coelho Neto

O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac

O Elixir do Pajé -Bernardo Guimarães

O Elixir do Pajé -Bernardo Guimarães

O Elogio da Mentira e outras histórias -Lycio de Faria

O empresário -Rilvan Batista de Santana

O Empréstimo -Machado de Assis

O Enfermeiro -Machado de Assis

O Enfermeiro -Machado de Assis

O enviado -Rilvan Batista de Santana

O Ermitão de Muquém -Bernardo Guimarães

O Ermitão do Muquém -Bernardo Guimarães

O Escravocrata -Artur Azevedo

O Escravocrata -Artur Azevedo

O escrivão Coimbra -Machado de Assis

O Espelho -Machado de Assis

O espelho reflecte certo -Alberto Caeiro

O Espírito -Artur Azevedo

O Esqueleto -Aluísio Azevedo

O estilo gótico na literatura: estudo da obra drácula, o vampiro da noite de Bram Stoker -Ana Claudia Brida

O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa

O Falso Dom Henrique V -Afonso Henriques de Lima Barreto

O fantasma e a canção -Antônio Frederico de Castro Alves

O Filho de Gabriela -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Galã -Artur Azevedo

O Galo -Artur Azevedo

O Garatuja -José de Alencar

O Garimpeiro -Bernardo Guimarães

O Gaúcho -José de Alencar

O gondoleiro do amor -Antônio Frederico de Castro Alves

O gram viç’e o gram sabor -Dom Dinis

O Gramático -Artur Azevedo

O Guarani -José de Alencar

O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa

O Homem -Aluísio Azevedo

O Homem -Artur Azevedo

O Homem dos Quarenta Escudos -Voltaire

O Homem que Sabia Javanês -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto

O hóspede -Antônio Frederico de Castro Alves

O Humor e a Ironia em Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães

O imortal -Machado de Assis

O Ingênuo -Voltaire

O Jaó -Artur Azevedo

O Japão -Aluísio Azevedo

O Judas em Sábado de Aleluia -Luís Carlos Martins Pena

O Judas em Sábado de Aleluia -Luís Carlos Martins Pena

O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena

O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena

O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena

O juiz -Rilvan Batista de Santana

O laço de fita -Antônio Frederico de Castro Alves

O Lapso -Machado de Assis

O Lencinho -Artur Azevedo

O Liberato -Artur Azevedo

O Liberato -Artur Azevedo

O Livro da Lei -Aleister Crowley

O Livro de Cesario Verde -Cesario Verde

O Livro de Cesario Verde -José Joaquim Cesário Verde

O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde

O livro de Jó -José Elói Ottoni

O Livro de uma Sogra -Aluísio Azevedo

O Livro de uma Sogra -Aluísio Azevedo

O Livro de uma Sogra -Aluísio Azevedo

O livro D’ele -Florbela Espanca

O Livro Derradeiro -João da Cruz e Sousa

O Livro Derradeiro -João da Cruz e Sousa

O livro e a América -Antônio Frederico de Castro Alves

O Lobisomem -Raymundo Magalhães

O Lobisomem -Raymundo Magalhães

O luar através dos altos ramos -Alberto Caeiro

O luar quando bate na relva -Alberto Caeiro

O machete -Machado de Assis

O maestro sacode a batuta -Alberto Caeiro

O Major Napoleão -M. Pinheiro Chagas

O Mambembe -Artur Azevedo

O Mandarim -José Maria Eça de Queirós

O Mandarim -José Maria Eça de Queirós

O marido da adultera -Lúcio de Mendonça

O Matuto -Franklin Távora

O melhor remédio -Machado de Assis

O Mercador de Veneza -William Shakespeare

O meu amig’, amiga, non quer’eu -Dom Dinis

O meu amigo há de mal assaz -Dom Dinis

O Meu Criado João -Artur Azevedo

O meu olhar azul como o céu -Alberto Caeiro

O meu olhar é nítido como um girassol -Alberto Caeiro

O Missionário -Inglês de Sousa

O Missionário -Inglês de Souza

O Mistério da Estrada de Sintra -José Maria Eça de Queirós

O mistério das cousas, onde está ele? -Alberto Caeiro

O Moço Loiro -Joaquim Manuel de Macedo

O Monstro e Outros contos -Humberto de Campos

O Monstro e Outros Contos -Humberto de Campos

O Movimento da Independência, -Oliveira Lima

O Mulato -Aluísio Azevedo

O Mulato -Aluísio Azevedo

O Mulato -Aluísio Azevedo

O Mundo como Está -Voltaire

O nadador -Antônio Frederico de Castro Alves

O Namorador ou a Noite de São João -Luís Carlos Martins Pena

O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves

O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves

O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves

O Noviço -Luís Carlos Martins Pena

O Noviço -Luís Carlos Martins Pena

O Noviço -Luís Carlos Martins Pena

O Número da Sepultura -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Oráculo -Machado de Assis

O Pai -Machado de Assis

O País das Quimeras -Machado de Assis

O Palhaço -Artur Azevedo

O Parnaso Obsequioso e Obras Poéticas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

O Parocho da aldeia -Alexandre Herculano

O Passado, passado -Machado de Assis

O pastor amoroso -Fernando Pessoa

O pastor amoroso perdeu o cajado -Alberto Caeiro

O Paulo -Artur Azevedo

O Pecado -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Penúltimo poema -Alberto Caeiro

O Poeta e a Inquisição -Visconde de Araguaia

O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós

O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós

O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós

O Primo da Califórnia -Joaquim Manuel de Macedo

O Primo da Califórnia -Joaquim Manuel de Macedo

O Príncipe de Nassau -Paulo Setúbal

O Príncipe de Nassau -Paulo Setúbal

O Príncipe Sapo -Adolfo Coelho

O programa -Machado de Assis

O Protocolo -Machado de Assis

O quarto dos dragões -Breno Pannia Espósito

O que é – simpatia -Casimiro de Abreu

O que é o Casamento? -José de Alencar

O que é o Casamento? -José de Alencar

O que nós vemos das cousas são as cousas -Alberto Caeiro

O que ouviu os meus versos -Alberto Caeiro

O que são as moças -Machado de Assis

O que são estrelas -Auta de Souza

O que vos nunca cuidei a dizer -Dom Dinis

O quê? -Casimiro de Abreu

O quê? Valho mais que uma flor -Alberto Caeiro

O Rei dos Caiporas -Machado de Assis

O Relógio de Ouro -Machado de Assis

O Retrato -Artur Azevedo

O Rio de Janeiro – Verso e Reverso -José de Alencar

O Rio de Janeiro 1877 -Artur Azevedo

O Rio de Janeiro em 1877 -Artur Azevedo

O Romance do Prata -Paulo Setúbal

O Romance do Prata -Paulo Setúbal

O Sá -Artur Azevedo

O Sacrifício -Franklin Távora

O Sacrifício -Franklin Távora

O sainete -Machado de Assis

O segredo -Antônio Frederico de Castro Alves

O Segredo de Augusta -Machado de Assis

O Segredo de Augusta -Machado de Assis

O Segredo do Bonzo -Machado de Assis

O Seminarista -Bernardo Guimarães

O seminarista -Bernardo Guimarães

O Sertanejo -José de Alencar

O sertanejo revisitado pela ficção de Euclides da Cunha -José Jonas Camelo de França

O Soldado -Alexandre Herculano

O soldado Jacob -José Joaquim Medeiros de Albuquerque

O sonhador -Salomão Rovedo

O Sonho das Esmeraldas -Paulo Setúbal

O Sonho das Esmeraldas -Paulo Setúbal

O Sonho do Conselheiro -Artur Azevedo

O Subterrâneo do Morro do Castelo -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Subterrâneo do Morro do Castelo -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia -Alberto Caeiro

O Telefone -Artur Azevedo

O Teles e o Tobias -Machado de Assis

O tipo brasileiro -França Júnior

O tipo brasileiro -França Júnior

O tonel das dânaides -Antônio Frederico de Castro Alves

O toque das almas -Wilder Machado da Cruz

O Touro Branco -Voltaire

O Touro Negro -Aluísio Azevedo

O Tribofe -Artur Azevedo

O Tribofe -Artur Azevedo

O triste fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto

O triste fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Turbilhão -Coelho Neto

O Turbilhão -Coelho Neto

O Último dia de um poeta -Machado de Assis

O Último Palpite -Artur Azevedo

O Único Assassinato de Cazuza -Afonso Henriques de Lima Barreto

O único mistério do Universo é o mais e não o menos -Alberto Caeiro

O Universo não é uma idéia minha -Alberto Caeiro

O Uraguai -José Basílio da Gama

O Vaqueano -Apolinário José Gomes Porto-Alegre

O Vaqueano -Apolinário José Gomes Porto-Alegre

O Velho da Horta -Gil Vicente

O Velho Senado -Machado de Assis

O vôo do gênio -Antônio Frederico de Castro Alves

O voss’amig’, ai amiga -Dom Dinis

O voss’amig’, amiga, vi andar -Dom Dinis

O voss’amigo tam de coraçom -Dom Dinis

Obra completa, 4º edição -José Joaquim Cesário Verde

Obras -Bento de Figueiredo Tenreiro Aranha

Obras completas de Almeida Garrett: lirica, volume II -João Baptista da Silva Leitão

Obras completas de Almeida Garrett: teatro, volume IV -João Baptista da Silva Leitão

Obras completas -Filinto Elísio de Sousa Ramalho

Obras completas -José de Sousa Monteiro

Obras completas, poesia I -Teophilo Braga

Obras completas, poesia II -Teophilo Braga

Obras completas, poesia IV -Teophilo Braga

Obras poéticas (nova edição) -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Obras Poéticas de Glauceste Satúrnio -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Obras poéticas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Obras Seletas -Rui Barbosa

Obrigada! -Auta de Souza

Ocidentais -Machado de Assis

Ocidentais -Machado de Assis

Octogenário -Artur Azevedo

Ode ao dous de julho -Antônio Frederico de Castro Alves

Oimais quer’eu ja leixá-lo trobar -Dom Dinis

Olá, guardador de rebanhos -Alberto Caeiro

Olhos Azuis -Auta de Souza

Onda -Machado de Assis

Ondas e Outros Poemas Esparsos -Euclides da Cunha

Onde estás -Antônio Frederico de Castro Alves

Ontem à tarde um homem das cidades -Alberto Caeiro

Ontem o pregador de verdades dele -Alberto Caeiro

Onze anos depois -Machado de Assis

Ora vej’eu bem, mia senhor -Dom Dinis

Ora, senhor, nom poss’eu já -Dom Dinis

Oração da noite -Auta de Souza

Orações -Casimiro de Abreu

Orai por ele -Machado de Assis

Orraca López vi doente un día -Afonso Eanes de Coton

Os Brilhantes do Brasileiro -Camilo Castelo Branco

Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Os canários -Auta de Souza

Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato -Luís Carlos Martins Pena

Os Compadres -Artur Azevedo

Os deuses de casaca -Machado de Assis

Os Dez por Cento -Artur Azevedo

Os Dois Amores -Joaquim Manuel de Macedo

Os Dois Andares -Artur Azevedo

Os Dois ou o Inglês Maquinista -Luís Carlos Martins Pena

Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves

Os esquecidos -Mayer Garção

Os Estrangeiros -Francisco de Sá de Miranda

Os fidalgos da casa mourisca -Júlio Dinis

Os Filhos do Padre Anselmo -António da Costa Couto Sá de Albergaria

Os Irmãos das Almas -Luís Carlos Martins Pena

Os Irmãos das Almas -Luís Carlos Martins Pena

Os Irmãos Leme -Paulo Setúbal

Os Irmãos Leme -Paulo Setúbal

Os Lobisomens -Manuel José Araújo Porto-Alegre

Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões

Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões

Os Maias -José Maria Eça de Queirós

Os Maias -José Maria Eça de Queirós

Os Noivos -Artur Azevedo

Os Noivos -Artur Azevedo

Os Óculos de Pedro Antão -Machado de Assis

Os Ouvidos do Conde de Chesterfield e o Capelão Goudman -Voltaire

Os pastores de Virgílio tocavam avenas e outras cousas -Alberto Caeiro

Os Pobres -Raul Brandão

Os quilombos -Ministério das Relações Exteriores

Os retirantes -José do Patrocínio

Os romances da semana -Joaquim Manuel de Macedo

Os Sertões -Euclides da Cunha

Os Sertões -Euclides da Cunha

Os Sertões -Euclides da Cunha

Os Sonhos d’Ouro -José de Alencar

Os Timbiras -Antônio Gonçalves Dias

Os três tempos do Édipo em Lacan e a terceira margem do rio em Rosa -Eduardo Benzatti do Carmo

Oswaldo -Auta de Souza

Outras Poesias -Augusto dos Anjos

Outro soneto ao França -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Outro Soneto do Prazer Efêmero -Manuel Maria de Barbosa du Bocage





M – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Ma madre velida -Dom Dinis

Macário -Alvarez Azevedo

Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Macbeth -William Shakespeare

Madalena. (Coleção literatura para todos; v.1) -Cristiane Dantas

Madresilvas -Brasilio Machado

Madrid -M. Pinheiro Chagas

Mãe -José de Alencar

Mãe penitente -Antônio Frederico de Castro Alves

Maîtres de plaisir [construtores de imagens] -Jeferson Francisco Selbach

Mal por Mal… -Artur Azevedo

Mana Maria -Alcântara Machado

Manel Capineiro -Afonso Henriques de Lima Barreto

Manhã no Campo -Auta de Souza

Mano -Coelho Neto

Manuscrito de um Sacristão -Machado de Assis

Marcha Fúnebre -Machado de Assis

Marcha Fúnebre -Machado de Assis

Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto

Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto

Marginalidade, violência e testemunho nos contos de Marcelino Freire -Flávia Heloísa Unbehaum Ferraz

Maria -Antônio Frederico de Castro Alves

Maria Cora -Machado de Assis

Maria Dusá -Lindolfo Rocha

Maria Dusá -Lindolfo Rocha

Maria Madalena -Rilvan Batista de Santana

Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário -Pe. Antônio Vieira

Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Mariana -Machado de Assis

Mariana -Machado de Assis

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Mari’Mateu, ir-me quer’eu d’aquén -Afonso Eanes de Coton

Masterpieces of american wit and humor -Thomas L. Masson

Mater -Auta de Souza

Mateus e Mateusa -Qorpo Santo

Mattos, Malta ou Matta? -Aluísio Azevedo

Máximas, Pensamentos e Reflexões -Marquês de Maricá

Médico é Remédio -Machado de Assis

Médico é remédio -Machado de Assis

Meestre Nicolás, a meu cuidar -Afonso Eanes de Coton

Meia hora de cinismo -França Júnior

Meia hora de cinismo -França Júnior

Mel -Salomão Rovedo

Melancolia -Auta de Souza

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de um passageiro de bonde -Amadeu Amaral

Memorial de um Passageiro de Bonde -Amadeu Amaral

Memórias da Rua do Ouvidor -Joaquim Manuel de Macedo

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias e Cotidiano do Rio de Janeiro no Tempo do Rei: trechos selecionados das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos -Luís Joaquim dos Santos Marrocos

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Menina e Moça -Bernardim Ribeiro

Mensagem -Fernando Pessoa

Mesura sería, senhor -Dom Dinis

Metafísica das Rosas -Machado de Assis

Meto-me para dentro, e fecho a janela -Alberto Caeiro

Meu amig’, u eu sejo -Dom Dinis

Meu amigo vem hoj’aqui -Dom Dinis

Meu amigo, nom poss’eu guarecer -Dom Dinis

Meu Pai -Auta de Souza

Meus oito anos -Casimiro de Abreu

Micrômegas -Voltaire

Migalhas de história portuguesa -M. Pinheiro Chagas

Milagre do Natal -Afonso Henriques de Lima Barreto

Miloca -Machado de Assis

Mimo de Anos -Auta de Souza

Minh’Alma e o Verso -Auta de Souza

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha mãe -Casimiro de Abreu

Minh’alma é triste -Casimiro de Abreu

Miss Dollar -Machado de Assis

Miss Dollar -Machado de Assis

Miss Kate -Cosme Velho

Missa do Galo -Machado de Assis

Missal -João da Cruz e Sousa

Missal -João da Cruz e Sousa

Mistério -Auta de Souza

Místico -Auta de Souza

Mocidade -Casimiro de Abreu

Mocidade e Morte -Alexandre Herculano

Mocidade e morte -Antônio Frederico de Castro Alves

Mocidade morta -Luis Gonzaga Duque Estrada

Momento literário -João do Rio

Morena -Auta de Souza

Moreninha -Casimiro de Abreu

Morta -Auta de Souza

Morta que Mata -Artur Azevedo

Mortalhas -Emílio de Menezes

Motta Coqueiro ou A pena de morte -José do Patrocínio

Mudo e quedo -Antônio Frederico de Castro Alves

Muitos anos depois -Machado de Assis

Mulheres: história e direitos -Jeferson Francisco Selbach

Munúsciulo Métrico -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Murmúrios da tarde -Antônio Frederico de Castro Alves





L – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

 

Lágrimas -Auta de Souza

Lágrimas de Xerxes -Machado de Assis

Laranja-da-China -Alcântara Machado

Last poem -Alberto Caeiro

Lembrança -Casimiro de Abreu

Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto

Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto

Lendas e Narrativas (Tomo I) -Alexandre Herculano

Léo, o pardo. (Coleção literatura para todos; v. 6) -Rinaldo Santos Teixeira

Leonce e Lena -George Büchner

Leonor de Mendonça -Antônio Gonçalves Dias

Leonor de Mendonça -Antônio Gonçalves Dias

Ler também é uma paixão -Armando Nogueira

Leram-me hoje S. Francisco de Assis -Alberto Caeiro

Letra vencida -Machado de Assis

Letras livres: disseminando cultura! -Pedro Anízio Gomes

Levantou-s’a velida -Dom Dinis

Leve, leve, muito leve -Alberto Caeiro

Li hoje quase duas páginas -Alberto Caeiro

Lição de Botânica -Machado de Assis

Linha Reta e Linha Curva -Machado de Assis

Linha Reta e Linha Curva -Machado de Assis

Lira dos Vinte Anos -Alvarez Azevedo

Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Literatura Brasileira -Ministério das Relações Exteriores

Literatura para todos: conversa com educadores -Ligia Cademartori

Livro das donas e donzelas -Júlia Lopes de Almeida

Livro de Isaac de Nínive -Isaac de Nínive

Livro de Mágoas -Florbela Espanca

Livro de Sóror Saudade -Florbela Espanca

Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

Livro póstumo -José Ezequiel Freire

Livros das Donas e Donzelas -Júlia Lopes de Almeida

Livrovivo 2000 – 2002 -Ricardo de Lima Barreto

Loli -Auta de Souza

Longe dos Olhos -Machado de Assis

Loucura divina -Antônio Frederico de Castro Alves

Lourenço (crônica Pernambucana) -Franklin Távora

Lucas -Antônio Frederico de Castro Alves

-Lucas Feat

Lucíola -José de Alencar

Lucíola -José de Alencar

Lucrécias -Bruno Seabra

Luís Soares -Machado de Assis

Luís Soares -Machado de Assis

Luxo e Vaidade -Joaquim Manuel de Macedo

Luxo e Vaidade -Joaquim Manuel de Macedo

Luz e Sombra -Auta de Souza

Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti

Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti

Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti

Lydia -Auta de Souza





F – Biblioteca Domínio Publico

29 09 2010

Fabulario -Coelho Netto

Falando ao Coração -Auta de Souza

Falaram-me os homens em humanidade -Alberto Caeiro

Falas de civilização, e de não dever ser -Alberto Caeiro

Falenas -Machado de Assis

Falenas -Machado de Assis

Falenas -Machado de Assis

Falou-m’hoj’o meu amigo -Dom Dinis

Família composta. (Coleção literatura para todos; v. 7) -Domingos Pellegrini

Faróis -João da Cruz e Sousa

Faróis -João da Cruz e Sousa

Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente

Farsa do Velho da Horta -Gil Vicente

Farsa ou Auto de Inês Pereira -Gil Vicente

Fatalidade -Artur Azevedo

Fausto -Johann Wolfgang von Goethe

Fefa -Auta de Souza

Feira dos anexins -Francisco Manuel de Melo

Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta

Felicidade pelo Casamento -Machado de Assis

Feliz -Auta de Souza

Fernando e Fernanda -Machado de Assis

Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa

Filmer -H.G. Wells

Filomena Borges -Aluísio Azevedo

Filomena Borges -Aluísio Azevedo

Filomena Borges -Aluísio Azevedo

Filosofia de um par de botas -Machado de Assis

Fio Partido -Auta de Souza

Flor anônima -Machado de Assis

Flor de pitanga -William Henrique Stutz

Flor de Sangue -Valentim Magalhães

Flor do Campo -Auta de Souza

Flores -Auta de Souza

Flores da Noite -Lycurgo José Henrique de Paiva

Flores da Noite -Lycurgo José Henrique de Paiva

Foi Buscar Lã… -Afonso Henriques de Lima Barreto

Foi Don Fagundo un día convidar -Afonso Eanes de Coton

Folha negra -Casimiro de Abreu

Folha rota -Machado de Assis

Folhas Caídas -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

Folhas Caídas -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

Fragmento -Casimiro de Abreu

Fragmentos de meu tempo -Geraldo Pereira

Francisca -Machado de Assis

Frei Simão -Machado de Assis

Frei Simão -Machado de Assis

Fremosas, a Deus grado -Bernardo de Bonaval

Fritzmac -Artur Azevedo

Fulano -Machado de Assis





D – Biblioteca Domínio Publico

29 09 2010

D. Benedita -Machado de Assis

D. Jucunda -Machado de Assis

D. Mônica -Machado de Assis

D. Paula -Machado de Assis

D. Paula -Machado de Assis

D. Pedro -Alexandre Herculano

Da Literatura fantástica (teorias e contos) -Marcio Cícero de Sá

Da mais alta janela da minha casa -Alberto Caeiro

Da mia senhor que eu servi -Dom Dinis

Da minha aldeia vejo quanto a terra -Alberto Caeiro

Dadá -Auta de Souza

Dalila -Antônio Frederico de Castro Alves

De cerúleo gabão não bem coberto -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

De Cima para Baixo -Artur Azevedo

De Jerssey a Granville -Alexandre Herculano

De Joán Bol’and’eu maravilhado -Dom Dinis

De joelhos -Auta de Souza

De joelhos -Casimiro de Abreu

De Longe -Auta de Souza

De longe vejo passar no rio um navio -Alberto Caeiro

De mi vós fazerdes, senhor -Dom Dinis

De morrerdes por mi gram dereit’é -Dom Dinis

De muitas coitas, senhor, que levei -Dom Dinis

De que morredes, filha, a do corpo velido? -Dom Dinis

Decadência de dois grandes homens -Machado de Assis

Décima -Frei Caneca

Deito-me ao comprido na erva -Alberto Caeiro

Demônios -Aluísio Azevedo

Dentro da noite -João do Rio

Denúncia Involuntária -Artur Azevedo

Desalento -Auta de Souza

Desconexo desejo -Hilário Pio

Descrição da Ilha de Itaparica -Frei Manuel de Santa Maria Itaparica

Desencantos -Machado de Assis

Desespero -Antônio Frederico de Castro Alves

Despertar -Hermes Fontes

Deste modo ou daquele modo -Alberto Caeiro

Deus! -Casimiro de Abreu

Deveres do Homem -Ferdinando Medici

Diálogo dos ecos -Antônio Frederico de Castro Alves

Diálogos das Grandezas do Brasil -Izaak Walton

Diana -Machado de Assis

Diário íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto

Dias de guerra e de sertão -Visconde de Taunay

Dirceu de Marília -Joaquim Norberto de Souza e Silva

Discurso de Posse na ABL -Emílio de Menezes

Discurso sobre a História da Literatura do Brasil -Domingos Gonçalves de Magalhães

Discursos (obras completas) -Tobias Barreto de Menezes

Dispersão -Mário de Sá-Carneiro

Diss´a fremosa en Bonaval assí -Bernardo de Bonaval

Disse-m’hoj’un cavaleiro -Dom Dinis

Diva -José de Alencar

Diva -José de Alencar

Dívida Extinta -Machado de Assis

Dizede por Deus amigo -Dom Dinis

Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora -Alberto Caeiro

Dizes-me: tu és mais alguma cousa -Alberto Caeiro

Dizia la fremozinha -Afonso Sanches

Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

Doente -Auta de Souza

Dois proveitos em um saco -França Júnior

Dolores -Auta de Souza

Dom Casmurro -Machado de Assis

Dom Casmurro -Machado de Assis

Dom Casmurro -Machado de Assis

Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra

Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra

Dona Eulália -Artur Azevedo

Dona Guidinha do Poço -Manuel de Oliveira Paiva

Dona Guidinha do Poço -Manuel de Oliveira Paiva

Dores -Casimiro de Abreu

Dos que ora son na hoste -Dom Dinis

Duas Apostas -Artur Azevedo

Duas Juízas -Machado de Assis





C – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Cabelos molhados. (Coleção literatura para todos; v. 10) -Luís Pimentel

Cachoeira em crônicas: cotidiano -Jeferson Francisco Selbach

Café com Cuca -Ismar Imhof

Caiu o Ministério -França Júnior

Camafeus Romanos -Eugénio de Castro

Caminho do Sertão -Auta de Souza

Camões -Joaquim Nabuco

Camões -Joaquim Nabuco

Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete Português de Leitura -Joaquim Nabuco

Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio

Canção ao Mar (Mar Eterno) -Eugénio Tavares

Canção do boêmio -Antônio Frederico de Castro Alves

Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias

Canção do exílio -Casimiro de Abreu

Cancioneiro -Fernando Pessoa

Cancioneiro -Fernando Pessoa

Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

Cândido -Voltaire

Cantai -Auta de Souza

Cantata à morte de Inês de Castro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Cantiga -Auta de Souza

Cantiga de Esponsais -Machado de Assis

Cantiga sua à Senhora Maria Coresma -Bernardim Ribeiro

Cantiga velha -Machado de Assis

Canto da Solidão -Bernardo Guimarães

Canto de amor -Casimiro de Abreu

Capítulo dos Chapéus -Machado de Assis

Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu

Capítulos de História Colonial -João Capistrano de Abreu

Caramuru -José de Santa Rita Durão

Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão

Caráter -Ralph Waldo Emerson

Caravela: redescobrimentos. (Coleção literatura para todos; v.4) -Gabriel Bicalho

Carlota -Auta de Souza

Carne Frita -Gustavo Villas Boas Farias

Carolina -Casimiro de Abreu

Carolina -Casimiro de Abreu

Carrilhões -Murilo Araújo

Carrilhões -Murilo Araújo

Carta da Companhia -Pe. José de Anchieta

Carta de um Defunto Rico -Afonso Henriques de Lima Barreto

Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga

Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga

Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós

Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós

Cartas de Inglaterra -José Maria Eça de Queirós

Cartas de Olinda e Alzira -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Cartas Familiares e Bilhetes de Paris -José Maria Eça de Queirós

Casa de Pensão -Aluísio Azevedo

Casa de Pensão -Aluísio Azevedo

Casa de pensão -Aluísio Azevedo

Casa Velha -Machado de Assis

Casa velha -Machado de Assis

Casa, não casa -Machado de Assis

Casada e viúva -Machado de Assis

Caso da Vara -Machado de Assis

Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional

Cavação -Artur Azevedo

Celeste -Auta de Souza

Cena íntima -Casimiro de Abreu

Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo

Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo

Cervantes, Dom Quixote e outras e-crônicas do nosso tempo -Salomão Rovedo

Céus e terras do Brasil -Visconde de Taunay

Chapada das Mulatas: postagens de um blogueiro -Jeferson Francisco Selbach

Chapéus de palha, panamás, plumas, cartolas -Sylvia Helena Telarolli de Almeida Leite

Charneca em flor -Florbela Espanca

Chegou-m’amiga recado -Dom Dinis

Chegou-m’ora aqui recado -Dom Dinis

Chico -Artur Azevedo

Chico Science: a rapsódia afrociberdélica -Moisés Neto

Chorando -Auta de Souza

Cícero -Plutarco

Cinco Minutos -José de Alencar

Cinco minutos -José de Alencar

Cinco minutos -José de Alencar

Cinco Mulheres -Machado de Assis

Ciúme -Auta de Souza

Clara -Casimiro de Abreu

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clarisse -Auta de Souza

Clepsidra -Camilo Pessanha

Clepsidra -Camilo Pessanha

Cobras em compota. (Coleção literatura para todos; v.2) -Índigo

Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

Coitada viv’, amigo, porque vos nom vejo -Dom Dinis

Coleção lusitânia -Coelho Netto

Comadre Morte -Adolfo Coelho

Comes e Bebes -Artur Azevedo

Como e por que sou Romancista -José de Alencar

Como me Deus aguisou que vivesse -Dom Dinis

Como o Brasil enfrenta a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes -Ministério das Relações Exteriores

Como o Diabo as Arma! -Artur Azevedo

Como quem num dia de verão abre a porta de casa -Alberto Caeiro

Como se fazia um Deputado -França Júnior

Como se fazia um Deputado -França Júnior

Como se inventaram os almanaques -Machado de Assis

Como um grande borrão de fogo sujo -Alberto Caeiro

Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande -Alberto Caeiro

Com’ousará parecer ante mi -Dom Dinis

Confissões de uma Viúva -Machado de Assis

Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis

Conjugo Vobis -Artur Azevedo

Consolo Supremo -Auta de Souza

Construção da figura religiosa no romance de cavalaria -Marcia Maria de Medeiros

Conto Alexandrino -Machado de Assis

Conto de Escola -Machado de Assis

Conto de Escola -Machado de Assis

Contos avulsos -Alcântara Machado

Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto

Contos fantásticos -Theóphilo Braga

Contos Fluminenses -Machado de Assis

Contos Fluminenses -Machado de Assis

Contos Fora da Moda -Artur Azevedo

Contos Fora de Moda -Artur Azevedo

Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto

Contos -José Maria Eça de Queirós

Contos -José Maria Eça de Queirós

Contos para Velhos -Olavo Bilac

Contos para velhos -Olavo Bilac

Contos, cartas, frases e poemas -Djalma de Freitas Pinheiro

Contrastes -Auta de Souza

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Conversa pra boi dormir: um pouco de castelo na minha lembrança -José Antônio Caliman

Conversão de um avaro -Machado de Assis

Convite a Marília -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco

Cores -Auta de Souza

Correspondência de Machado de Assis -Machado de Assis

Correspondência -Emílio de Menezes

Coup D’Étrier -Antônio Frederico de Castro Alves

Covilheira velha, se vos fezesse -Afonso Eanes de Coton

Creio que irei morrer -Alberto Caeiro

Crepúsculo -Auta de Souza

Crianças -Auta de Souza

Crisálidas -Machado de Assis

Crisálidas -Machado de Assis

Crisálidas -Machado de Assis

Crisfal -Cristóvão Falcão

Crisfal -Cristóvão Falcão

Críticas Teatrais -Machado de Assis

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – a freira:ralo, roda e grade -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Cota -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Mariana, apelidada a rola -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – andanças de uma viola de cabaça -Gregório de Matos

Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – Betica -Gregório de Matos

Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – alguns passos discretos e tristes -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Antônia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Letrados -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – briga, briga -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Pança farta e pé dormente -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Joana -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Custódia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Bárbora ou Babu -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Nossa Sé da Bahia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Adãos de Massapê -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Ângela -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Brites -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Maria João -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – opúsculo de Pedro Alz. da Neyva -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Teresa -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – O Burgo -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – a nossa sé da Bahia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – espada e espadilha -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – juízes do Iguaraçu -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas beneméritas -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas muito principais -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – santos unhates -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista -os homens bons – a musa praguejadora -Gregório de Matos

Crônicas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Crônicas de Londres -José Maria Eça de Queirós

Culto Métrico -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas -Pe. André João Antonil

Curiosidades e Factos Notaveis do Ceará -J. G. Dias Sobreira

Curta história -Machado de Assis





TENHO TANTO SENTIMENTO – Fernando Pessoa

18 09 2010

Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.