TRES MÚSICAS E SUAS HISTÓRIAS

Música: GOSTAVA TANTO DE VOCÊ

Compositor: Edson Trindade

 

Édson Trindade, não escreveu esta música por causa de uma namorada que o tinha abandonado, mas sim, para a filha dele que havia falecido em um acidente.

 

Talvez esta canção seja um bom motivo para você começar caçar libélulas, dançar, brincar, namorar, beijar, nadar, andar de bicicleta, soltar pipa ou fazer qualquer outra coisa que queira de verdade.
Leia a letra da música pensando no seu verdadeiro significado.

 

 

“Não sei por que você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar
Você marcou na minha vida
Viveu morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão que em minha porta bate
E eu gostava tanto de você…
Gostava tanto de você…
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver para não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você
E eu gostava tanto de você…
Gostava tanto de você…”

 

 

Música: A VIDA É UM MOÍNHO

Compositor: Cartola

 

Cartola fez esta música quando descobriu que sua filha era uma prostituta, já outros dizem que foi quando essa saiu de casa muito jovem (um alvo fácil)  para morar com uma pessoa mais velha, sem qualificações  e malandro experiente na vida”.

 

 

“Ainda é cedo, amor
mal começaste a conhecer a vida
já anuncias a hora da partida
sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Presta atenção, querida,
embora eu saiba que estás resolvida
em cada esquina cai um pouco a tua vida
em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem, amor,
presta atenção, o mundo é um moinho
vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
vai reduzir as ilusões a pó

Presta atenção, querida,
de cada amor tu herdarás só o cinismo
quando notares estás à beira do abismo
abismo que cavaste com os teus pés”

 

 

Música : FLOR DE LIZ

Compositor: Djavan

 

Djavan teve uma mulher chamada Maria, os dois teriam uma filha que se chamaria Margarida, mas sua mulher teve um problema na hora do parto e ele teria que optar por sua mulher ou por sua filha…
Ele pediu ao médico que fizesse tudo que pudesse para salvar as duas, mas o destino foi duro e a mulher e a filha faleceram no parto.
Agora é possível ‘sentir’ a letra da música. Conhecendo esta breve história passamos a ouvir a música sob novo contexto, entendendo como a dor pode ser transformada em poema e arte.

 

 

“Valei-me, Deus! É o fim do nosso amor
Perdoa, por favor, eu sei que o erro aconteceu.
Mas não sei o que fez, tudo mudar de vez.
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei, que amei, que amei, que amei.

Será talvez que a minha ilusão, foi dar meu coração,
com toda força, pra essa moça me fazer feliz,
e o destino não quis, me ver como raiz de uma flor de Liz.
E foi assim que eu vi nosso amor na poeira, poeira.
Morto na beleza fria de Maria.

E o meu jardim da vida ressecou, morreu.
Do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu.
E o meu jardim da vida ressecou, morreu.
Do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu…”

 

 

Abrace, beije, dê um alô, diga que ama… novas oportunidades podem não chegar.

 

A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego …

 

…de tanto rir …

…de surpresa …

…de êxtase …

…de felicidade!

 

 

Recebido por e-mail.

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