Soltura

SOLTURA

O que escrevo são cartas de alforria para os meus monstros e anjos cativos. Dentro de mim os encarcerados, os aprisionados, os acorrentados, empurram a cela do meu coração, clamando num só coro: Liberdade! Liberdade! Liberdade!   Quebram-se as correntes, despedaçam-se as algemas: soltos estão, meus textos, num grito mudo, os meus bramidos.

 Marli Savelli

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