Uma Longânima História de Amor

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UMA LONGÂNIMA HISTÓRIA DE AMOR

Amor.
Talvez eu tenha
te esperado
tanto [ de repente! ]
Desde que chegou tenho
te amado
tanto [ finalmente! ]
Cada dia maior
Amor.

Marli Savelli

“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como metal que soa ou como o sino que tine./ Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei./Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá./ O amor é longânimo, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha./ Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor./ O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. / Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. / O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará./ Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos; / quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. – 1 Coríntios 13:1-10

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