De Repente Quarenta

40DE REPENTE QUARENTA

Parte I

Dos quarenta agora vividos, foram vinte anos de ilusões e mais vinte de desilusões. Acredito que alcancei o equilíbrio. Dos sonhos que me restam tenho vontade de dizer: “agora não precisa mais!” O tempo seca um pouco das vontades: o que eu queria muito, hoje já não quero tanto;  o que me fazia doer muito, hoje já não sinto. A gente cresce e aquilo que parecia grande se torna pequeno e dispensável, enquanto, outras coisas passam a ter mais importância […] Afinal, tudo aqui não passa de ilusão. Passa! Tendo ou não, isso ou aquilo, se vive do mesmo jeito – ou, de outro jeito? Bem, não importa, de uma coisa tenho certeza, o melhor de tudo é gozar de boa saúde – da infância a velhice – é sempre bem–vinda e o melhor presente. Obrigada, Senhor!… Penso que este mundo está prestes a explodir. Então, que se exploda!

Marli Savelli

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