Paga Mil’ Anos

SALTO ALTOPAGA MIL’ ANOS

Eu não nego no altar a fé que a minha mão segura, mas que Deus me perdoe à cólera aos corvos do mal, ratos repugnantes, vermes que não se saciam de um ouro explorado, um roubo legalizado, um assalto de salto alto. O diabo paga mil’ anos… praga! […] Que as formigas lhe deem cólica na barriga!

Marli Savelli

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