V – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Vai alta no céu a lua da Primavera -Alberto Caeiro

Vai-s’o meu amig’alhur sem mim morar -Dom Dinis

Valério -Machado de Assis

Valer-vos-ia, amigo, se hoj’ -Dom Dinis

Várias Histórias -Machado de Assis

Vedes, amigos, que de perdas hei -Afonso Sanches

Veeron-m’agora dizer -Afonso Eanes de Coton

Vênus! divina vênus! -Machado de Assis

Verba Testamentária -Machado de Assis

Verdade, mentira, certeza, incerteza -Alberto Caeiro

Verdades Singelas -Abade de Jazente

Verso e Reverso -José de Alencar

Versos a Inah -Auta de Souza

Versos Antigos (1885-1889) -Emílio de Menezes

Versos ligeiros -Auta de Souza

Vesperal -Coelho Netto

Viagem à roda de mim mesmo -Machado de Assis

Viagem ao Parnaso -Artur Azevedo

Viagem ao Parnaso -Artur Azevedo

Viagens de Gulliver -Jonathan Swift

Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

Via-Láctea -Olavo Bilac

Via-Láctea -Olavo Bilac

Vida Urbana -Afonso Henriques de Lima Barreto

Vidros quebrados -Machado de Assis

Vila Rica -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Violeta -Casimiro de Abreu

Violeta -Raul Pompéia

Virginius -Machado de Assis

Visão -Casimiro de Abreu

Vive -Alberto Caeiro

Viver -Machado de Assis

Viver! -Machado de Assis

Vi-vos, madre, com meu amig’aqui -Dom Dinis

Volume 2: Adiós, Lite de Ratura -Paulo Vitor Grossi

Vós mi defendestes, senhor -Dom Dinis

Vós, que vos em vossos cantares meu -Dom Dinis

Vovó Andrade -Artur Azevedo

Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves

Vulcano e Minerva -José Cândido de Lacerda Coutinho





S – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Sabina -Artur Azevedo

Sales -Machado de Assis

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sangue de africano -Antônio Frederico de Castro Alves

São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Satíricos portugueses -João Ribeiro

Saudade -Auta de Souza

Saudades -Casimiro de Abreu

Schopenhauer -Thomas Mann

Se às vezes digo que as flores sorriem -Alberto Caeiro

Se depois de eu morrer -Alberto Caeiro

Se eu morrer novo -Alberto Caeiro

Se eu podess’ora meu coraçom -Dom Dinis

Se eu pudesse trincar a terra toda -Alberto Caeiro

Se gradoedes, amigo -Afonso Eanes de Coton

Se hoj’em vós há nenhum mal, senhor -Dom Dinis

Se o homem fosse, como deveria ser -Alberto Caeiro

Se quiserem que eu tenha um misticismo -Alberto Caeiro

Se veess’o meu amigo -Bernardo de Bonaval

Segredos -Casimiro de Abreu

Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias

Seja o que for que esteja no centro do Mundo -Alberto Caeiro

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos

Sempre que penso uma coisa, traio-a -Alberto Caeiro

Sempre sonhos!… -Casimiro de Abreu

Sempre vos eu doutra rem mais amei -Afonso Sanches

Sempr’eu, mia senhor, desejei -Dom Dinis

Senhor fremosa e de mui loução -Dom Dinis

Senhor fremosa, nom poss’eu osmar -Dom Dinis

Senhor fremosa, pois me vej’aquí -Afonso Eanes de Coton

Senhor fremosa, pois no coraçom -Dom Dinis

Senhor fremosa, por qual vos Deus fez -Dom Dinis

Senhor, cuitad’é o meu coraçom -Dom Dinis

Senhor, des quando vos vi -Dom Dinis

Senhor, dizen-vos por meu mal -Dom Dinis

Senhor, en tan grave día -Dom Dinis

Senhor, hoj’houvesse eu vagar -Dom Dinis

Senhor, nom vos pês se me guisar Deus -Dom Dinis

Senhor, pois me nom queredes -Dom Dinis

Senhor, pois que m’agora Deus guisou -Dom Dinis

Senhor, que de grad’hoj’eu querría -Dom Dinis

Senhor, que mal vos nembrades -Dom Dinis

Senhora em cordel -Isabel Lima

Senhora -José de Alencar

Senhora -José de Alencar

Sentimental demais -Salomão Rovedo

Sentimental -Salomão Rovedo

Serenatas e saraus -Alexandre José de Melo Morais Filho

Sermão da Dominga XIX depois do Pentecoste (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Oitava de Páscoa -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1644) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira

Sermão das Cadeias de S. Pedro em Roma pregado na Igreja de S. Pedro. -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Dia de Ramos (1656) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Nossa Senhora do Ó (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de S. Roque -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina (1663) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa e do Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Todos os Santos -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Espírito Santo -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Quarto Sábado da Quaresma (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Segundo Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico e Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão I – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão IX – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão nas exéquias de D. Maria de Ataíde -Pe. Antônio Vieira

Sermão Nossa Senhora do Rosário com o Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as da Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as de Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão Segundo do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão VI – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão VIII – Com o Santíssimo Sacramento Exposto Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão X – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão XI Com o Santíssimo Sacramento Exposto -Pe. Antônio Vieira

Sermão XII (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIII -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIV (1633) -Pe. Antônio Vieira

Serões da província -Júlio Dinis

Sete de setembro -Casimiro de Abreu

Silva: quadros e livros um artista caipira -Romildo Sant’Anna

Silvestre -Machado de Assis

Sim, talvez tenha razão -Alberto Caeiro

Sim: existo dentro do meu corpo -Alberto Caeiro

Símbolos -Emílio de Menezes

Simples -Auta de Souza

Sinais de vida no planeta Minas -Fernando Gabeira

Singular Ocorrência -Machado de Assis

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Só a natureza é divina -Alberto Caeiro

-António Nobre

-Machado de Assis

Soledade -Auta de Souza

Soneto (des)pejado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anticlerical -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade França -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade Lereno -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao leitão -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto arcádico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da amada gabada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da beata esperta -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cagada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula canina -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula esculpida -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da donzela ansiosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da escultura escandalosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da mocetona pudibunda -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da porra burra -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta assombrosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta novata -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto das glórias carnais -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do coito interrompido -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno choroso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno interesseiro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do diálogo conjugal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozador coçador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozo vitorioso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do juramento -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do lascivo pezinho -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do membro monstruoso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do mouro desmoralizado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do padre patife -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pau decifrado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer efêmero -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer maior -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pregador pecador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do velho escandaloso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto dramático -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto maçônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto matinal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto Napoleônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos Inéditos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Sonetos -Luís Vaz de Camões

Sonhando -Casimiro de Abreu

Sonhos de virgem -Casimiro de Abreu

Sonja Sonrisal -Salomão Rovedo

Sonriendo -C. Wagner

Sou um guardador de rebanhos -Alberto Caeiro

Sova bem Merecida -Artur Azevedo

Stefan Zweig: pensamentos e perfis -Salomão Rovedo

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Súplica -Auta de Souza

Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães

Sylvio -Auta de Souza





E – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

É noite -Alberto Caeiro

Écloga de Jano e Franco -Bernardim Ribeiro

Édipo-Rei -Sófocles

Eficiência Militar -Afonso Henriques de Lima Barreto

Elbow-Room – A Novel Without a Plot -Charles Heber Clark

Elefantes e Ursos -Artur Azevedo

Elogio da vaidade -Machado de Assis

Em busca dos contos perdidos -Mariza B. T. Mendes

Em gram coita, senhor -Dom Dinis

Em Sonhos -Artur Azevedo

En grave día, senhor, que vos oí -Dom Dinis

Encarnação -José de Alencar

Encarnação -José de Alencar

Encher tempo -Machado de Assis

Encontros Reveladores -Artur Azevedo

Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen

Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen

Entre 1892 e 1894 -Machado de Assis

Entre a juntura dos ossos. (Coleção literatura para todos; v. 5) -Vera Lúcia de Oliveira

Entre a Missa e o Almoço -Artur Azevedo

Entre a Missa e o Almoço -Artur Azevedo

Entre duas datas -Machado de Assis

Entre Marília e a pátria -Frei Caneca

Entre o que vejo -Alberto Caeiro

Entre Santos -Machado de Assis

Entre Santos -Machado de Assis

Entrei para o Clube Jácome -França Júnior

Epaminondas -Artur Azevedo

Epicédio -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Epitáfio — Se estiver nos meus fados a próxima extinção de meus dias -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Ernesto de Tal -Machado de Assis

Ernesto de Tal -Machado de Assis

Erótica -Rafael Rodrigues Gomes

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esparsos e Inéditos -Emílio de Menezes

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Esta tarde a trovoada caiu -Alberto Caeiro

Estas quatro canções, escrevi-as estando doente -Alberto Caeiro

Estas verdades não são perfeitas porque são ditas -Alberto Caeiro

Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago

Estes, que m’ora tolhem mia Senhor -Afonso Sanches

Estórias de Jenni -Voltaire

Estou doente -Alberto Caeiro

Estrada a Fora -Auta de Souza

Eterna dor -Auta de Souza

Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos

Eterno! -Machado de Assis

Eu -Augusto dos Anjos

Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos

Eu nasci além dos mares -Casimiro de Abreu

Eu nunca guardei rebanhos -Alberto Caeiro

Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes -Alberto Caeiro

Eu sou a vida; eu não sou a morte -Qorpo Santo

Eurico, o Presbítero -Alexandre Herculano

Evolução -Machado de Assis

Ex Cathedra -Machado de Assis





D – Biblioteca Domínio Publico

29 09 2010

D. Benedita -Machado de Assis

D. Jucunda -Machado de Assis

D. Mônica -Machado de Assis

D. Paula -Machado de Assis

D. Paula -Machado de Assis

D. Pedro -Alexandre Herculano

Da Literatura fantástica (teorias e contos) -Marcio Cícero de Sá

Da mais alta janela da minha casa -Alberto Caeiro

Da mia senhor que eu servi -Dom Dinis

Da minha aldeia vejo quanto a terra -Alberto Caeiro

Dadá -Auta de Souza

Dalila -Antônio Frederico de Castro Alves

De cerúleo gabão não bem coberto -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

De Cima para Baixo -Artur Azevedo

De Jerssey a Granville -Alexandre Herculano

De Joán Bol’and’eu maravilhado -Dom Dinis

De joelhos -Auta de Souza

De joelhos -Casimiro de Abreu

De Longe -Auta de Souza

De longe vejo passar no rio um navio -Alberto Caeiro

De mi vós fazerdes, senhor -Dom Dinis

De morrerdes por mi gram dereit’é -Dom Dinis

De muitas coitas, senhor, que levei -Dom Dinis

De que morredes, filha, a do corpo velido? -Dom Dinis

Decadência de dois grandes homens -Machado de Assis

Décima -Frei Caneca

Deito-me ao comprido na erva -Alberto Caeiro

Demônios -Aluísio Azevedo

Dentro da noite -João do Rio

Denúncia Involuntária -Artur Azevedo

Desalento -Auta de Souza

Desconexo desejo -Hilário Pio

Descrição da Ilha de Itaparica -Frei Manuel de Santa Maria Itaparica

Desencantos -Machado de Assis

Desespero -Antônio Frederico de Castro Alves

Despertar -Hermes Fontes

Deste modo ou daquele modo -Alberto Caeiro

Deus! -Casimiro de Abreu

Deveres do Homem -Ferdinando Medici

Diálogo dos ecos -Antônio Frederico de Castro Alves

Diálogos das Grandezas do Brasil -Izaak Walton

Diana -Machado de Assis

Diário íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto

Dias de guerra e de sertão -Visconde de Taunay

Dirceu de Marília -Joaquim Norberto de Souza e Silva

Discurso de Posse na ABL -Emílio de Menezes

Discurso sobre a História da Literatura do Brasil -Domingos Gonçalves de Magalhães

Discursos (obras completas) -Tobias Barreto de Menezes

Dispersão -Mário de Sá-Carneiro

Diss´a fremosa en Bonaval assí -Bernardo de Bonaval

Disse-m’hoj’un cavaleiro -Dom Dinis

Diva -José de Alencar

Diva -José de Alencar

Dívida Extinta -Machado de Assis

Dizede por Deus amigo -Dom Dinis

Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora -Alberto Caeiro

Dizes-me: tu és mais alguma cousa -Alberto Caeiro

Dizia la fremozinha -Afonso Sanches

Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

Doente -Auta de Souza

Dois proveitos em um saco -França Júnior

Dolores -Auta de Souza

Dom Casmurro -Machado de Assis

Dom Casmurro -Machado de Assis

Dom Casmurro -Machado de Assis

Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra

Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra

Dona Eulália -Artur Azevedo

Dona Guidinha do Poço -Manuel de Oliveira Paiva

Dona Guidinha do Poço -Manuel de Oliveira Paiva

Dores -Casimiro de Abreu

Dos que ora son na hoste -Dom Dinis

Duas Apostas -Artur Azevedo

Duas Juízas -Machado de Assis