VERSOS ÍNTIMOS – Augusto dos Anjos

28 11 2010

Vês?! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te a lama que te espera!
O Homem que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera

Toma um fósforo, acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa ainda pena a tua chaga
Apedreja essa mão vil que te afaga.
Escarra nessa boca de que beija!





IDEALISMO – Augusto do Anjos

26 11 2010

Falas de amor, e eu ouço e calo!

O amor da Humanidade é uma mentira.

É. E é por isto que na minha lira

De amores fúteis poucas vezes falo.

O amor! Quando virei por fim a amá-lo?!

Quando, se o amor que a Humanidade inspira

É o amor do sibarita e da hetaíra,

De Messalina e de Sardanapalo?!

Pois é mister que, para o amor sagrado,

O mundo fique imaterializado

-Alavanca desviada do seu fulcro –

E haja só amizade verdadeira

Duma caveira para outra caveira,

Do meu sepulcro para o teu sepulcro?!





O – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

O 15 e o 17 -Artur Azevedo

O Abolicionismo -Joaquim Nabuco

O adeus de Teresa -Antônio Frederico de Castro Alves

O Alcaide de Santarém -Alexandre Herculano

O Alforge da Boa Razão -Bruno Seabra

O Alienista -Machado de Assis

O Alienista -Machado de Assis

O Alienista -Machado de Assis

O almada -Machado de Assis

O amor é uma companhia -Alberto Caeiro

O Anel de Polícrates -Machado de Assis

O Anjo Caído -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

O anjo das donzelas -Machado de Assis

O anjo Rafael -Machado de Assis

O Arco de Sant’ana -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

O Asa-negra -Artur Azevedo

O astrólogo -Machado de Assis

O Ateneu -Raul Pompéia

O Ateneu -Raul Pompéia

O Ateneu -Raul Pompéia

O Badejo -Artur Azevedo

O BAILE DO JUDEU -Inglês de Souza

O baile na flor -Antônio Frederico de Castro Alves

O baile! -Casimiro de Abreu

O balanceio de Lauro Maia -Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez)

O bandolim da desgraça -Antônio Frederico de Castro Alves

O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa

O Barão de Pituaçu -Artur Azevedo

O Barão de Pituaçu -Artur Azevedo

O Beija-Flor -Auta de Souza

O Bispo Negro -Alexandre Herculano

O Bobo -Alexandre Herculano

O Bote de rapé -Machado de Assis

O Brasil anedótico -Humberto de Campos

O Cabeleira -Franklin Távora

O Cabeleira -Franklin Távora

O Cabeleira -Franklin Távora

O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac

O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac

O Caçador Doméstico -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Califa da Rua do Sabão -Artur Azevedo

O Califa da Rua do Sabão -Artur Azevedo

O Califa da Rua do Sabão -Artur Azevedo

O califa de platina -Machado de Assis

O caminho da porta -Machado de Assis

O caminho de Damasco -Machado de Assis

O Cancioneiro Português da Vaticana -Teophilo Braga

O cancioneiro portuguez da Vaticana -Teophilo Braga

O capitão Mendonça -Machado de Assis

O carro 13 -Machado de Assis

O caso Barreto -Machado de Assis

O caso da Viúva -Machado de Assis

O caso do Romualdo -Machado de Assis

O caso Traps: Presságio Funesto -Rolando Júnior

O Castelo da Faria -Alexandre Herculano

O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Chapéu -Artur Azevedo

O ciúme -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

O Conde d’Abranhos -José Maria Eça de Queirós

O Cônego ou Metafísica do Estilo -Machado de Assis

O Cônego ou Metafísica do Estilo -Machado de Assis

O contrato -Machado de Assis

O coração -Antônio Frederico de Castro Alves

O Coração e o Beijo -Auta de Souza

O corpo feminino em debate -Maria Izilda Santos de Matos

O Cortiço -Aluísio Azevedo

O Cortiço -Aluísio Azevedo

O Cortiço -Aluísio Azevedo

O Coruja -Aluísio Azevedo

O crepúsculo sertanejo -Antônio Frederico de Castro Alves

O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós

O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós

O Cuco -Artur Azevedo

O cuecão de Chiquinho -José Felipe Nazário Júnior

O curioso caso dos quatro -Maikon Patrick Garcia

O D N A de Emanuel -Rilvan Batista de Santana

O declínio da tradição no espírito da subversão: o papel do intelectual, a literatura militante e a tradição literária brasileira nas crônicas de Lima Barreto (1881-1922) -Luiz Fernando Gomes

O defeito de família -França Júnior

O defeito de família -França Júnior

O Defunto -Thomaz Lopes

O Demônio Familiar -José de Alencar

O destinado -Machado de Assis

O Devanear do Céptico -Bernardo Guimarães

O dia da criação -Eduardo Alves da Silva

O dialeto caipira -Amadeu Amaral

O Dicionário -Machado de Assis

O Diletante -Artur Azevedo

O Diplomático -Machado de Assis

O Diplomático -Machado de Assis

O Dote -Artur Azevedo

O Duplo -Coelho Neto

O Duplo -Coelho Neto

O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac

O Elixir do Pajé -Bernardo Guimarães

O Elixir do Pajé -Bernardo Guimarães

O Elogio da Mentira e outras histórias -Lycio de Faria

O empresário -Rilvan Batista de Santana

O Empréstimo -Machado de Assis

O Enfermeiro -Machado de Assis

O Enfermeiro -Machado de Assis

O enviado -Rilvan Batista de Santana

O Ermitão de Muquém -Bernardo Guimarães

O Ermitão do Muquém -Bernardo Guimarães

O Escravocrata -Artur Azevedo

O Escravocrata -Artur Azevedo

O escrivão Coimbra -Machado de Assis

O Espelho -Machado de Assis

O espelho reflecte certo -Alberto Caeiro

O Espírito -Artur Azevedo

O Esqueleto -Aluísio Azevedo

O estilo gótico na literatura: estudo da obra drácula, o vampiro da noite de Bram Stoker -Ana Claudia Brida

O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa

O Falso Dom Henrique V -Afonso Henriques de Lima Barreto

O fantasma e a canção -Antônio Frederico de Castro Alves

O Filho de Gabriela -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Galã -Artur Azevedo

O Galo -Artur Azevedo

O Garatuja -José de Alencar

O Garimpeiro -Bernardo Guimarães

O Gaúcho -José de Alencar

O gondoleiro do amor -Antônio Frederico de Castro Alves

O gram viç’e o gram sabor -Dom Dinis

O Gramático -Artur Azevedo

O Guarani -José de Alencar

O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa

O Homem -Aluísio Azevedo

O Homem -Artur Azevedo

O Homem dos Quarenta Escudos -Voltaire

O Homem que Sabia Javanês -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto

O hóspede -Antônio Frederico de Castro Alves

O Humor e a Ironia em Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães

O imortal -Machado de Assis

O Ingênuo -Voltaire

O Jaó -Artur Azevedo

O Japão -Aluísio Azevedo

O Judas em Sábado de Aleluia -Luís Carlos Martins Pena

O Judas em Sábado de Aleluia -Luís Carlos Martins Pena

O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena

O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena

O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena

O juiz -Rilvan Batista de Santana

O laço de fita -Antônio Frederico de Castro Alves

O Lapso -Machado de Assis

O Lencinho -Artur Azevedo

O Liberato -Artur Azevedo

O Liberato -Artur Azevedo

O Livro da Lei -Aleister Crowley

O Livro de Cesario Verde -Cesario Verde

O Livro de Cesario Verde -José Joaquim Cesário Verde

O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde

O livro de Jó -José Elói Ottoni

O Livro de uma Sogra -Aluísio Azevedo

O Livro de uma Sogra -Aluísio Azevedo

O Livro de uma Sogra -Aluísio Azevedo

O livro D’ele -Florbela Espanca

O Livro Derradeiro -João da Cruz e Sousa

O Livro Derradeiro -João da Cruz e Sousa

O livro e a América -Antônio Frederico de Castro Alves

O Lobisomem -Raymundo Magalhães

O Lobisomem -Raymundo Magalhães

O luar através dos altos ramos -Alberto Caeiro

O luar quando bate na relva -Alberto Caeiro

O machete -Machado de Assis

O maestro sacode a batuta -Alberto Caeiro

O Major Napoleão -M. Pinheiro Chagas

O Mambembe -Artur Azevedo

O Mandarim -José Maria Eça de Queirós

O Mandarim -José Maria Eça de Queirós

O marido da adultera -Lúcio de Mendonça

O Matuto -Franklin Távora

O melhor remédio -Machado de Assis

O Mercador de Veneza -William Shakespeare

O meu amig’, amiga, non quer’eu -Dom Dinis

O meu amigo há de mal assaz -Dom Dinis

O Meu Criado João -Artur Azevedo

O meu olhar azul como o céu -Alberto Caeiro

O meu olhar é nítido como um girassol -Alberto Caeiro

O Missionário -Inglês de Sousa

O Missionário -Inglês de Souza

O Mistério da Estrada de Sintra -José Maria Eça de Queirós

O mistério das cousas, onde está ele? -Alberto Caeiro

O Moço Loiro -Joaquim Manuel de Macedo

O Monstro e Outros contos -Humberto de Campos

O Monstro e Outros Contos -Humberto de Campos

O Movimento da Independência, -Oliveira Lima

O Mulato -Aluísio Azevedo

O Mulato -Aluísio Azevedo

O Mulato -Aluísio Azevedo

O Mundo como Está -Voltaire

O nadador -Antônio Frederico de Castro Alves

O Namorador ou a Noite de São João -Luís Carlos Martins Pena

O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves

O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves

O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves

O Noviço -Luís Carlos Martins Pena

O Noviço -Luís Carlos Martins Pena

O Noviço -Luís Carlos Martins Pena

O Número da Sepultura -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Oráculo -Machado de Assis

O Pai -Machado de Assis

O País das Quimeras -Machado de Assis

O Palhaço -Artur Azevedo

O Parnaso Obsequioso e Obras Poéticas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

O Parocho da aldeia -Alexandre Herculano

O Passado, passado -Machado de Assis

O pastor amoroso -Fernando Pessoa

O pastor amoroso perdeu o cajado -Alberto Caeiro

O Paulo -Artur Azevedo

O Pecado -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Penúltimo poema -Alberto Caeiro

O Poeta e a Inquisição -Visconde de Araguaia

O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós

O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós

O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós

O Primo da Califórnia -Joaquim Manuel de Macedo

O Primo da Califórnia -Joaquim Manuel de Macedo

O Príncipe de Nassau -Paulo Setúbal

O Príncipe de Nassau -Paulo Setúbal

O Príncipe Sapo -Adolfo Coelho

O programa -Machado de Assis

O Protocolo -Machado de Assis

O quarto dos dragões -Breno Pannia Espósito

O que é – simpatia -Casimiro de Abreu

O que é o Casamento? -José de Alencar

O que é o Casamento? -José de Alencar

O que nós vemos das cousas são as cousas -Alberto Caeiro

O que ouviu os meus versos -Alberto Caeiro

O que são as moças -Machado de Assis

O que são estrelas -Auta de Souza

O que vos nunca cuidei a dizer -Dom Dinis

O quê? -Casimiro de Abreu

O quê? Valho mais que uma flor -Alberto Caeiro

O Rei dos Caiporas -Machado de Assis

O Relógio de Ouro -Machado de Assis

O Retrato -Artur Azevedo

O Rio de Janeiro – Verso e Reverso -José de Alencar

O Rio de Janeiro 1877 -Artur Azevedo

O Rio de Janeiro em 1877 -Artur Azevedo

O Romance do Prata -Paulo Setúbal

O Romance do Prata -Paulo Setúbal

O Sá -Artur Azevedo

O Sacrifício -Franklin Távora

O Sacrifício -Franklin Távora

O sainete -Machado de Assis

O segredo -Antônio Frederico de Castro Alves

O Segredo de Augusta -Machado de Assis

O Segredo de Augusta -Machado de Assis

O Segredo do Bonzo -Machado de Assis

O Seminarista -Bernardo Guimarães

O seminarista -Bernardo Guimarães

O Sertanejo -José de Alencar

O sertanejo revisitado pela ficção de Euclides da Cunha -José Jonas Camelo de França

O Soldado -Alexandre Herculano

O soldado Jacob -José Joaquim Medeiros de Albuquerque

O sonhador -Salomão Rovedo

O Sonho das Esmeraldas -Paulo Setúbal

O Sonho das Esmeraldas -Paulo Setúbal

O Sonho do Conselheiro -Artur Azevedo

O Subterrâneo do Morro do Castelo -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Subterrâneo do Morro do Castelo -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia -Alberto Caeiro

O Telefone -Artur Azevedo

O Teles e o Tobias -Machado de Assis

O tipo brasileiro -França Júnior

O tipo brasileiro -França Júnior

O tonel das dânaides -Antônio Frederico de Castro Alves

O toque das almas -Wilder Machado da Cruz

O Touro Branco -Voltaire

O Touro Negro -Aluísio Azevedo

O Tribofe -Artur Azevedo

O Tribofe -Artur Azevedo

O triste fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto

O triste fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto

O Turbilhão -Coelho Neto

O Turbilhão -Coelho Neto

O Último dia de um poeta -Machado de Assis

O Último Palpite -Artur Azevedo

O Único Assassinato de Cazuza -Afonso Henriques de Lima Barreto

O único mistério do Universo é o mais e não o menos -Alberto Caeiro

O Universo não é uma idéia minha -Alberto Caeiro

O Uraguai -José Basílio da Gama

O Vaqueano -Apolinário José Gomes Porto-Alegre

O Vaqueano -Apolinário José Gomes Porto-Alegre

O Velho da Horta -Gil Vicente

O Velho Senado -Machado de Assis

O vôo do gênio -Antônio Frederico de Castro Alves

O voss’amig’, ai amiga -Dom Dinis

O voss’amig’, amiga, vi andar -Dom Dinis

O voss’amigo tam de coraçom -Dom Dinis

Obra completa, 4º edição -José Joaquim Cesário Verde

Obras -Bento de Figueiredo Tenreiro Aranha

Obras completas de Almeida Garrett: lirica, volume II -João Baptista da Silva Leitão

Obras completas de Almeida Garrett: teatro, volume IV -João Baptista da Silva Leitão

Obras completas -Filinto Elísio de Sousa Ramalho

Obras completas -José de Sousa Monteiro

Obras completas, poesia I -Teophilo Braga

Obras completas, poesia II -Teophilo Braga

Obras completas, poesia IV -Teophilo Braga

Obras poéticas (nova edição) -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Obras Poéticas de Glauceste Satúrnio -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Obras poéticas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Obras Seletas -Rui Barbosa

Obrigada! -Auta de Souza

Ocidentais -Machado de Assis

Ocidentais -Machado de Assis

Octogenário -Artur Azevedo

Ode ao dous de julho -Antônio Frederico de Castro Alves

Oimais quer’eu ja leixá-lo trobar -Dom Dinis

Olá, guardador de rebanhos -Alberto Caeiro

Olhos Azuis -Auta de Souza

Onda -Machado de Assis

Ondas e Outros Poemas Esparsos -Euclides da Cunha

Onde estás -Antônio Frederico de Castro Alves

Ontem à tarde um homem das cidades -Alberto Caeiro

Ontem o pregador de verdades dele -Alberto Caeiro

Onze anos depois -Machado de Assis

Ora vej’eu bem, mia senhor -Dom Dinis

Ora, senhor, nom poss’eu já -Dom Dinis

Oração da noite -Auta de Souza

Orações -Casimiro de Abreu

Orai por ele -Machado de Assis

Orraca López vi doente un día -Afonso Eanes de Coton

Os Brilhantes do Brasileiro -Camilo Castelo Branco

Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Os canários -Auta de Souza

Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato -Luís Carlos Martins Pena

Os Compadres -Artur Azevedo

Os deuses de casaca -Machado de Assis

Os Dez por Cento -Artur Azevedo

Os Dois Amores -Joaquim Manuel de Macedo

Os Dois Andares -Artur Azevedo

Os Dois ou o Inglês Maquinista -Luís Carlos Martins Pena

Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves

Os esquecidos -Mayer Garção

Os Estrangeiros -Francisco de Sá de Miranda

Os fidalgos da casa mourisca -Júlio Dinis

Os Filhos do Padre Anselmo -António da Costa Couto Sá de Albergaria

Os Irmãos das Almas -Luís Carlos Martins Pena

Os Irmãos das Almas -Luís Carlos Martins Pena

Os Irmãos Leme -Paulo Setúbal

Os Irmãos Leme -Paulo Setúbal

Os Lobisomens -Manuel José Araújo Porto-Alegre

Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões

Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões

Os Maias -José Maria Eça de Queirós

Os Maias -José Maria Eça de Queirós

Os Noivos -Artur Azevedo

Os Noivos -Artur Azevedo

Os Óculos de Pedro Antão -Machado de Assis

Os Ouvidos do Conde de Chesterfield e o Capelão Goudman -Voltaire

Os pastores de Virgílio tocavam avenas e outras cousas -Alberto Caeiro

Os Pobres -Raul Brandão

Os quilombos -Ministério das Relações Exteriores

Os retirantes -José do Patrocínio

Os romances da semana -Joaquim Manuel de Macedo

Os Sertões -Euclides da Cunha

Os Sertões -Euclides da Cunha

Os Sertões -Euclides da Cunha

Os Sonhos d’Ouro -José de Alencar

Os Timbiras -Antônio Gonçalves Dias

Os três tempos do Édipo em Lacan e a terceira margem do rio em Rosa -Eduardo Benzatti do Carmo

Oswaldo -Auta de Souza

Outras Poesias -Augusto dos Anjos

Outro soneto ao França -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Outro Soneto do Prazer Efêmero -Manuel Maria de Barbosa du Bocage





E – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

É noite -Alberto Caeiro

Écloga de Jano e Franco -Bernardim Ribeiro

Édipo-Rei -Sófocles

Eficiência Militar -Afonso Henriques de Lima Barreto

Elbow-Room – A Novel Without a Plot -Charles Heber Clark

Elefantes e Ursos -Artur Azevedo

Elogio da vaidade -Machado de Assis

Em busca dos contos perdidos -Mariza B. T. Mendes

Em gram coita, senhor -Dom Dinis

Em Sonhos -Artur Azevedo

En grave día, senhor, que vos oí -Dom Dinis

Encarnação -José de Alencar

Encarnação -José de Alencar

Encher tempo -Machado de Assis

Encontros Reveladores -Artur Azevedo

Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen

Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen

Entre 1892 e 1894 -Machado de Assis

Entre a juntura dos ossos. (Coleção literatura para todos; v. 5) -Vera Lúcia de Oliveira

Entre a Missa e o Almoço -Artur Azevedo

Entre a Missa e o Almoço -Artur Azevedo

Entre duas datas -Machado de Assis

Entre Marília e a pátria -Frei Caneca

Entre o que vejo -Alberto Caeiro

Entre Santos -Machado de Assis

Entre Santos -Machado de Assis

Entrei para o Clube Jácome -França Júnior

Epaminondas -Artur Azevedo

Epicédio -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Epitáfio — Se estiver nos meus fados a próxima extinção de meus dias -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Ernesto de Tal -Machado de Assis

Ernesto de Tal -Machado de Assis

Erótica -Rafael Rodrigues Gomes

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esparsos e Inéditos -Emílio de Menezes

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Esta tarde a trovoada caiu -Alberto Caeiro

Estas quatro canções, escrevi-as estando doente -Alberto Caeiro

Estas verdades não são perfeitas porque são ditas -Alberto Caeiro

Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago

Estes, que m’ora tolhem mia Senhor -Afonso Sanches

Estórias de Jenni -Voltaire

Estou doente -Alberto Caeiro

Estrada a Fora -Auta de Souza

Eterna dor -Auta de Souza

Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos

Eterno! -Machado de Assis

Eu -Augusto dos Anjos

Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos

Eu nasci além dos mares -Casimiro de Abreu

Eu nunca guardei rebanhos -Alberto Caeiro

Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes -Alberto Caeiro

Eu sou a vida; eu não sou a morte -Qorpo Santo

Eurico, o Presbítero -Alexandre Herculano

Evolução -Machado de Assis

Ex Cathedra -Machado de Assis





MONÓLOGO DE UMA SOMBRA _ Augusto dos Anjos

19 09 2010

Sou uma sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras…
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva do caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!

A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios…
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!

Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
– Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!

Na existência social, possuo uma arma
– O metaficismo de Abidarma ?
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.

Com um pouco de saliva quotidiana
Mostro o meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho…
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza o meu irmão mais velho!





PSICOLOGIA DE UM VENCIDO – Augusto dos Anjos

17 09 2010

Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênesis da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.

Profundissimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância…
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.

Já o verme – este operário das ruínas –
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,

Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!