W X Z – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Woyzeck -George Büchner

X e W -Artur Azevedo

Zadig ou o Destino -Voltaire

Zirma -Auta de Souza





V – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Vai alta no céu a lua da Primavera -Alberto Caeiro

Vai-s’o meu amig’alhur sem mim morar -Dom Dinis

Valério -Machado de Assis

Valer-vos-ia, amigo, se hoj’ -Dom Dinis

Várias Histórias -Machado de Assis

Vedes, amigos, que de perdas hei -Afonso Sanches

Veeron-m’agora dizer -Afonso Eanes de Coton

Vênus! divina vênus! -Machado de Assis

Verba Testamentária -Machado de Assis

Verdade, mentira, certeza, incerteza -Alberto Caeiro

Verdades Singelas -Abade de Jazente

Verso e Reverso -José de Alencar

Versos a Inah -Auta de Souza

Versos Antigos (1885-1889) -Emílio de Menezes

Versos ligeiros -Auta de Souza

Vesperal -Coelho Netto

Viagem à roda de mim mesmo -Machado de Assis

Viagem ao Parnaso -Artur Azevedo

Viagem ao Parnaso -Artur Azevedo

Viagens de Gulliver -Jonathan Swift

Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett

Via-Láctea -Olavo Bilac

Via-Láctea -Olavo Bilac

Vida Urbana -Afonso Henriques de Lima Barreto

Vidros quebrados -Machado de Assis

Vila Rica -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Violeta -Casimiro de Abreu

Violeta -Raul Pompéia

Virginius -Machado de Assis

Visão -Casimiro de Abreu

Vive -Alberto Caeiro

Viver -Machado de Assis

Viver! -Machado de Assis

Vi-vos, madre, com meu amig’aqui -Dom Dinis

Volume 2: Adiós, Lite de Ratura -Paulo Vitor Grossi

Vós mi defendestes, senhor -Dom Dinis

Vós, que vos em vossos cantares meu -Dom Dinis

Vovó Andrade -Artur Azevedo

Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves

Vulcano e Minerva -José Cândido de Lacerda Coutinho





U – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

U noutro día seve Don Foán -Dom Dinis

Ubirajara -José de Alencar

Ubirajara -José de Alencar

Última estrela a desaparecer antes do dia -Alberto Caeiro

Última folha -Casimiro de Abreu

Última receita -Machado de Assis

Últimas Rimas -Emílio de Menezes

Último abraço -Antônio Frederico de Castro Alves

Último Capítulo -Machado de Assis

Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa

Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa

Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa

Um almoço -Machado de Assis

Um ambicioso -Machado de Assis

Um Apólogo -Machado de Assis

Um Apólogo -Machado de Assis

Um Assovio -Qorpo Santo

Um Assovio -Qorpo Santo

Um Cacete -Artur Azevedo

Um cão de lata ao rabo -Machado de Assis

Um Capitão de Voluntários -Machado de Assis

Um Capricho -Artur Azevedo

Um ciclone na Paulicéia: Oswald de Andrade e os limites da vida intelectual em São Paulo (1900 – 1950) -Rubens de Oliveira Martins

Um Credor da Fazenda Nacional -Qorpo Santo

Um Credor da Fazenda Nacional -Qorpo Santo

Um dedo de prosa, um pouco de verso -William Henrique Stutz

Um Desastre -Artur Azevedo

Um dia de chuva -Alberto Caeiro

Um dia de entrudo -Machado de Assis

Um dístico -Machado de Assis

Um Don Juan de Província -Artur Azevedo

Um Erradio -Machado de Assis

Um Especialista -Afonso Henriques de Lima Barreto

Um esqueleto -Machado de Assis

Um estudo de relatos de pesquisa em análise de gênero -Patrícia Marcuzzo

Um Homem Célebre -Machado de Assis

Um Homem Célebre -Machado de Assis

Um homem superior -Machado de Assis

Um incêndio -Machado de Assis

Um melodrama em Santo Tirso -M. Pinheiro Chagas

Um parto -Qorpo Santo

Um quarto de século -Machado de Assis

Um Que Vendeu a Sua Alma -Afonso Henriques de Lima Barreto

Um raio de luar -Antônio Frederico de Castro Alves

Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta -Alberto Caeiro

Um Sarau no Paço de São Cristóvão -Paulo Setúbal

Um sonho -Auta de Souza

Um sonho e outro sonho -Machado de Assis

Um tal home sei eu, ai bem talhada -Dom Dinis

Um Tratado da Cozinha Portuguesa do Século XV -Anônimo

Uma águia sem asas -Machado de Assis

Uma Aposta -Artur Azevedo

Uma Campanha Alegre – Volume I -José Maria Eça de Queirós

Uma Carga de Sono -Artur Azevedo

Uma carta -Machado de Assis

Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud

Uma excursão milagrosa -Machado de Assis

Uma gargalhada de rapariga soa do ar -Alberto Caeiro

Uma história -Casimiro de Abreu

Uma Lágrima de Mulher -Aluísio Azevedo

Uma Lágrima de Mulher -Aluísio Azevedo

Uma loureira -Machado de Assis

Uma noite -Machado de Assis

Uma ode de anacreonte -Machado de Assis

Uma partida -Machado de Assis

Uma por Outra -Artur Azevedo

Uma por outra -Machado de Assis

Uma Praga Rogada nas Escadarias da Fôrca -Camilo Castelo Branco

Uma primavera adiantada -Barbara Ganizev Jimenez

Uma Pupila Rica -Joaquim Manuel de Macedo

Uma Senhora -Machado de Assis

Uma tragédia no Amazonas -Raul Pompéia

Uma tragédia no Amazonas -Raul Pompéia

Uma Véspera de Reis -Artur Azevedo

Uma Véspera de Reis -Artur Azevedo

Uma Visita de Alcebíades -Machado de Assis

Umas Férias -Machado de Assis

Uns Braços -Machado de Assis

Uns Braços -Machado de Assis

Utopia -Thomas Morus





T – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Tam muito mal mi fazedes, senhor -Dom Dinis

Tant’é Melión pecador -Dom Dinis

Tarde -Olavo Bilac

Tarde -Olavo Bilac

Tentação -Adolfo Caminha

Tentação -Adolfo Caminha

Teoria do Medalhão -Machado de Assis

Terpsícore -Machado de Assis

Teus anos -Auta de Souza

Textos críticos -Machado de Assis

Til -José de Alencar

Tipos Burlescos -Bruno Seabra

Tipos da atualidade -França Júnior

Tipos da atualidade -França Júnior

Tirana -Antônio Frederico de Castro Alves

Tiverton Tales -Alice Brown

To be or not to be -Machado de Assis

Toc, toc, toc, toc… -Artur Azevedo

Todas as opiniões que há sobre a natureza -Alberto Caeiro

Todas as teorias, todos os poemas -Alberto Caeiro

Todos os dias agora acordo com alegria e pena -Alberto Caeiro

Torrentes -Teophilo Braga

Trança loura -Auta de Souza

Tratado da Terra do Brasil -Pero de Magalhães Gândavo

Tratado da Terra do Brasil -Pero de Magalhães Gândavo

Tratado da Terra do Brasil: História da Província Santa Cruz a que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo

Tratado descritivo do Brasil em 1587 -Gabriel Soares de Sousa

Três cantos -Casimiro de Abreu

Três conseqüências -Machado de Assis

Três Gênios de Secretária -Afonso Henriques de Lima Barreto

Três tesouros perdidos -Machado de Assis

Trina e uma -Machado de Assis

Trio em Lá Menor -Machado de Assis

Trio em Lá Menor -Machado de Assis

Triunfo da Morte -Francesco Petrarca

Troca de datas -Machado de Assis

Tropas e boiadas -Hugo de Carvalho Ramos

Tu, místico, vês uma significação em todas as cousas -Alberto Caeiro

Tu, só tu, puro amor -Machado de Assis

Tubarão com a faca nas costas. (Coleção literatura para todos; v.3) -Cezar Dias

Tudo passa -Auta de Souza

Tudo se muda: o génio unicamente -Abade de Jazente

Types of Children’s Literature -Walter Barnes





S – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Sabina -Artur Azevedo

Sales -Machado de Assis

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sangue de africano -Antônio Frederico de Castro Alves

São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Satíricos portugueses -João Ribeiro

Saudade -Auta de Souza

Saudades -Casimiro de Abreu

Schopenhauer -Thomas Mann

Se às vezes digo que as flores sorriem -Alberto Caeiro

Se depois de eu morrer -Alberto Caeiro

Se eu morrer novo -Alberto Caeiro

Se eu podess’ora meu coraçom -Dom Dinis

Se eu pudesse trincar a terra toda -Alberto Caeiro

Se gradoedes, amigo -Afonso Eanes de Coton

Se hoj’em vós há nenhum mal, senhor -Dom Dinis

Se o homem fosse, como deveria ser -Alberto Caeiro

Se quiserem que eu tenha um misticismo -Alberto Caeiro

Se veess’o meu amigo -Bernardo de Bonaval

Segredos -Casimiro de Abreu

Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias

Seja o que for que esteja no centro do Mundo -Alberto Caeiro

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos

Sempre que penso uma coisa, traio-a -Alberto Caeiro

Sempre sonhos!… -Casimiro de Abreu

Sempre vos eu doutra rem mais amei -Afonso Sanches

Sempr’eu, mia senhor, desejei -Dom Dinis

Senhor fremosa e de mui loução -Dom Dinis

Senhor fremosa, nom poss’eu osmar -Dom Dinis

Senhor fremosa, pois me vej’aquí -Afonso Eanes de Coton

Senhor fremosa, pois no coraçom -Dom Dinis

Senhor fremosa, por qual vos Deus fez -Dom Dinis

Senhor, cuitad’é o meu coraçom -Dom Dinis

Senhor, des quando vos vi -Dom Dinis

Senhor, dizen-vos por meu mal -Dom Dinis

Senhor, en tan grave día -Dom Dinis

Senhor, hoj’houvesse eu vagar -Dom Dinis

Senhor, nom vos pês se me guisar Deus -Dom Dinis

Senhor, pois me nom queredes -Dom Dinis

Senhor, pois que m’agora Deus guisou -Dom Dinis

Senhor, que de grad’hoj’eu querría -Dom Dinis

Senhor, que mal vos nembrades -Dom Dinis

Senhora em cordel -Isabel Lima

Senhora -José de Alencar

Senhora -José de Alencar

Sentimental demais -Salomão Rovedo

Sentimental -Salomão Rovedo

Serenatas e saraus -Alexandre José de Melo Morais Filho

Sermão da Dominga XIX depois do Pentecoste (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Oitava de Páscoa -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1644) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira

Sermão das Cadeias de S. Pedro em Roma pregado na Igreja de S. Pedro. -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Dia de Ramos (1656) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Nossa Senhora do Ó (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de S. Roque -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina (1663) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa e do Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Todos os Santos -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Espírito Santo -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Quarto Sábado da Quaresma (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Segundo Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico e Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão I – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão IX – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão nas exéquias de D. Maria de Ataíde -Pe. Antônio Vieira

Sermão Nossa Senhora do Rosário com o Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as da Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as de Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão Segundo do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão VI – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão VIII – Com o Santíssimo Sacramento Exposto Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão X – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão XI Com o Santíssimo Sacramento Exposto -Pe. Antônio Vieira

Sermão XII (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIII -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIV (1633) -Pe. Antônio Vieira

Serões da província -Júlio Dinis

Sete de setembro -Casimiro de Abreu

Silva: quadros e livros um artista caipira -Romildo Sant’Anna

Silvestre -Machado de Assis

Sim, talvez tenha razão -Alberto Caeiro

Sim: existo dentro do meu corpo -Alberto Caeiro

Símbolos -Emílio de Menezes

Simples -Auta de Souza

Sinais de vida no planeta Minas -Fernando Gabeira

Singular Ocorrência -Machado de Assis

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Só a natureza é divina -Alberto Caeiro

-António Nobre

-Machado de Assis

Soledade -Auta de Souza

Soneto (des)pejado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anticlerical -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade França -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade Lereno -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao leitão -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto arcádico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da amada gabada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da beata esperta -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cagada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula canina -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula esculpida -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da donzela ansiosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da escultura escandalosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da mocetona pudibunda -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da porra burra -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta assombrosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta novata -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto das glórias carnais -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do coito interrompido -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno choroso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno interesseiro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do diálogo conjugal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozador coçador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozo vitorioso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do juramento -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do lascivo pezinho -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do membro monstruoso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do mouro desmoralizado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do padre patife -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pau decifrado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer efêmero -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer maior -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pregador pecador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do velho escandaloso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto dramático -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto maçônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto matinal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto Napoleônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos Inéditos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Sonetos -Luís Vaz de Camões

Sonhando -Casimiro de Abreu

Sonhos de virgem -Casimiro de Abreu

Sonja Sonrisal -Salomão Rovedo

Sonriendo -C. Wagner

Sou um guardador de rebanhos -Alberto Caeiro

Sova bem Merecida -Artur Azevedo

Stefan Zweig: pensamentos e perfis -Salomão Rovedo

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Súplica -Auta de Souza

Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães

Sylvio -Auta de Souza





R – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

 

Recanto aprazível: poesias 2008 -Valdecir de Oliveira Anselmo

Recendência – poesias -Valdecir de Oliveira Anselmo

Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto

Recuerdo -Auta de Souza

Redondilhas -Luís Vaz de Camões

Regina Coeli -Auta de Souza

Regina Martyrum -Auta de Souza

Relação do Piloto Anônimo -Anônimo

Relação do Piloto Anônimo -Anônimo

Reliquiae -Florbela Espanca

Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis

Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis

Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis

Reminiscências -Visconde de Taunay

Remissão de Pecados -Joaquim Manuel de Macedo

Renascimento -Auta de Souza

Renato -Auta de Souza

Ressureição -Machado de Assis

Retalhos -Rilvan Batista de Santana

Rimas -Auta de Souza

Rimo quando calha -Alberto Caeiro

Ritmos e idéias -Luís Murat

Roga-m’hoje, filha, o voss’amigo -Dom Dinis

Rogério Duprat: sonoridades multiplas -Regiane Gaúna

Romance de uma Velha -Joaquim Manuel de Macedo

Romances tocantinenses: uma abordagem crítica -Flávio Alves da Silva

Rosa murcha -Casimiro de Abreu

Rosas com espinhos (contos) -Rilvan Batista de Santana

Róseo menino -Auta de Souza

Rozaura, a enjeitada -Bernardo Guimarães

Ruy de Leão -Machado de Assis

Ruy: o escudeiro -Luís da Silva Mousinho de Albuquerque





Q – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

 

Qual dos dois -Machado de Assis

Quand’eu ben meto femença -Dom Dinis

Quando a erva crescer em cima da minha sepultura -Alberto Caeiro

Quando está frio no tempo do frio -Alberto Caeiro

Quando eu morrer -Auta de Souza

Quando eu não te tinha -Alberto Caeiro

Quando tornar a vir a Primavera -Alberto Caeiro

Quando tu choras -Casimiro de Abreu

Quando vier a primavera -Alberto Caeiro

Quando?!… -Casimiro de Abreu

Quant’eu, fremosa mia senhor -Dom Dinis

Quant’há, senhor, que m’eu de vós parti -Dom Dinis

Quarta parte em Lisboa na Oficina de Miguel Deslandes, com todas as licenças e privilégio real -Pe. Antônio Vieira

Quarta parte, licenças e privilégio real -Pe. Antônio Vieira

Quase Ela deu o “sim”, mas… -Afonso Henriques de Lima Barreto

Quase ministro -Machado de Assis

Quatro quartetos da amada cidade de São Luis -Salomão Rovedo

Que coita houvestes, madr’e senhor -Dom Dinis

Que estranho que m’é, senhor -Dom Dinis

Que grave coita, senhor, é -Dom Dinis

Que mui gram prazer que eu hei, senhor -Dom Dinis

Que muit’há já que nom vejo -Dom Dinis

Que razom cuidades vós, mia senhor -Dom Dinis

Que soidade de mia senhor hei -Dom Dinis

Que trist’hoj’é meu amigo -Dom Dinis

Queixumes -Casimiro de Abreu

Quem Boa Cama Faz… -Machado de Assis

Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena

Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena

Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena

Quem conta em conto… -Machado de Assis

Quem ele era? -Artur Azevedo

Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois -Alberto Caeiro

Quem me dera que eu fosse o pó da estrada -Alberto Caeiro

Quem não quer ser lobo… -Machado de Assis

Quem vos mui bem visse, senhor -Dom Dinis

Quer’eu em maneira de proençal -Dom Dinis

Quero vos eu, mha irmana, rogar -Bernardo de Bonaval

Questão de vaidade -Machado de Assis

Quincas Borba -Machado de Assis

Quincas Borba -Machado de Assis

Quincas Borba -Machado de Assis

Quinhentos Contos -Machado de Assis

Quisera vosco falar de grado -Dom Dinis

Quix ben, amigos, e quer’e querrei -Dom Dinis