M – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Ma madre velida -Dom Dinis

Macário -Alvarez Azevedo

Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Macbeth -William Shakespeare

Madalena. (Coleção literatura para todos; v.1) -Cristiane Dantas

Madresilvas -Brasilio Machado

Madrid -M. Pinheiro Chagas

Mãe -José de Alencar

Mãe penitente -Antônio Frederico de Castro Alves

Maîtres de plaisir [construtores de imagens] -Jeferson Francisco Selbach

Mal por Mal… -Artur Azevedo

Mana Maria -Alcântara Machado

Manel Capineiro -Afonso Henriques de Lima Barreto

Manhã no Campo -Auta de Souza

Mano -Coelho Neto

Manuscrito de um Sacristão -Machado de Assis

Marcha Fúnebre -Machado de Assis

Marcha Fúnebre -Machado de Assis

Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto

Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto

Marginalidade, violência e testemunho nos contos de Marcelino Freire -Flávia Heloísa Unbehaum Ferraz

Maria -Antônio Frederico de Castro Alves

Maria Cora -Machado de Assis

Maria Dusá -Lindolfo Rocha

Maria Dusá -Lindolfo Rocha

Maria Madalena -Rilvan Batista de Santana

Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário -Pe. Antônio Vieira

Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Mariana -Machado de Assis

Mariana -Machado de Assis

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Mari’Mateu, ir-me quer’eu d’aquén -Afonso Eanes de Coton

Masterpieces of american wit and humor -Thomas L. Masson

Mater -Auta de Souza

Mateus e Mateusa -Qorpo Santo

Mattos, Malta ou Matta? -Aluísio Azevedo

Máximas, Pensamentos e Reflexões -Marquês de Maricá

Médico é Remédio -Machado de Assis

Médico é remédio -Machado de Assis

Meestre Nicolás, a meu cuidar -Afonso Eanes de Coton

Meia hora de cinismo -França Júnior

Meia hora de cinismo -França Júnior

Mel -Salomão Rovedo

Melancolia -Auta de Souza

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de um passageiro de bonde -Amadeu Amaral

Memorial de um Passageiro de Bonde -Amadeu Amaral

Memórias da Rua do Ouvidor -Joaquim Manuel de Macedo

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias e Cotidiano do Rio de Janeiro no Tempo do Rei: trechos selecionados das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos -Luís Joaquim dos Santos Marrocos

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Menina e Moça -Bernardim Ribeiro

Mensagem -Fernando Pessoa

Mesura sería, senhor -Dom Dinis

Metafísica das Rosas -Machado de Assis

Meto-me para dentro, e fecho a janela -Alberto Caeiro

Meu amig’, u eu sejo -Dom Dinis

Meu amigo vem hoj’aqui -Dom Dinis

Meu amigo, nom poss’eu guarecer -Dom Dinis

Meu Pai -Auta de Souza

Meus oito anos -Casimiro de Abreu

Micrômegas -Voltaire

Migalhas de história portuguesa -M. Pinheiro Chagas

Milagre do Natal -Afonso Henriques de Lima Barreto

Miloca -Machado de Assis

Mimo de Anos -Auta de Souza

Minh’Alma e o Verso -Auta de Souza

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha mãe -Casimiro de Abreu

Minh’alma é triste -Casimiro de Abreu

Miss Dollar -Machado de Assis

Miss Dollar -Machado de Assis

Miss Kate -Cosme Velho

Missa do Galo -Machado de Assis

Missal -João da Cruz e Sousa

Missal -João da Cruz e Sousa

Mistério -Auta de Souza

Místico -Auta de Souza

Mocidade -Casimiro de Abreu

Mocidade e Morte -Alexandre Herculano

Mocidade e morte -Antônio Frederico de Castro Alves

Mocidade morta -Luis Gonzaga Duque Estrada

Momento literário -João do Rio

Morena -Auta de Souza

Moreninha -Casimiro de Abreu

Morta -Auta de Souza

Morta que Mata -Artur Azevedo

Mortalhas -Emílio de Menezes

Motta Coqueiro ou A pena de morte -José do Patrocínio

Mudo e quedo -Antônio Frederico de Castro Alves

Muitos anos depois -Machado de Assis

Mulheres: história e direitos -Jeferson Francisco Selbach

Munúsciulo Métrico -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Murmúrios da tarde -Antônio Frederico de Castro Alves





H – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Há metafísica bastante em não pensar em nada -Alberto Caeiro

Há poetas que são artistas -Alberto Caeiro

Habilidoso -Machado de Assis

Hanna -Rilvan Batista de Santana

Hebréia -Antônio Frederico de Castro Alves

Helena -Machado de Assis

Helena -Machado de Assis

Helena -Machado de Assis

Henriqueta Renan -Machado de Assis

Herói à Força -Artur Azevedo

Herói à Força -Artur Azevedo

Hino ao sono -Antônio Frederico de Castro Alves

História comum -Machado de Assis

História da Conjuração Mineira -Joaquim Norberto de Souza e Silva

História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos

História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero

História da literatura portuguesa (recapitulação): Idade média -Theóphilo Braga

História da literatura portuguesa: teatro clássico no século XVI e XVII -Theóphilo Braga

História da Província de Santa Cruz -Pero de Magalhães Gândavo

História da Província de Santa Cruz, A que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo

História de Quinze Dias -Machado de Assis

História de Quinze Dias -Machado de Assis

História de um crime -Antônio Frederico de Castro Alves

História de um Dominó -Artur Azevedo

História de um Soneto -Artur Azevedo

História de uma lágrima -Machado de Assis

História do compadre rico e do compadre pobre -Adolfo Coelho

História do Futuro, Vol. I -Pe. Antônio Vieira

História do Futuro, Vol. II -Pe. Antônio Vieira

História do teatro português: teatro moderno -Theóphilo Braga

História do teatro português: teatro nacional no século VI -Theóphilo Braga

História Vulgar -Artur Azevedo

Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis

Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais -Bernardo Guimarães

Histórias sem Data -Machado de Assis

Histórias sem Data -Machado de Assis

Hoje -Auta de Souza

Hoje Avental, amanhã Luva -Machado de Assis

Hoje de manhã saí muito cedo -Alberto Caeiro

Hoje sou um; e amanhã outro -Qorpo Santo

Hontem pos-se a sol -Bernardim Ribeiro

Hora de Paz -Auta de Souza

Horas tristes -Casimiro de Abreu

Hóspede -Pardal Mallet

Hospital das letras -Francisco Manoel de Melo





E – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

É noite -Alberto Caeiro

Écloga de Jano e Franco -Bernardim Ribeiro

Édipo-Rei -Sófocles

Eficiência Militar -Afonso Henriques de Lima Barreto

Elbow-Room – A Novel Without a Plot -Charles Heber Clark

Elefantes e Ursos -Artur Azevedo

Elogio da vaidade -Machado de Assis

Em busca dos contos perdidos -Mariza B. T. Mendes

Em gram coita, senhor -Dom Dinis

Em Sonhos -Artur Azevedo

En grave día, senhor, que vos oí -Dom Dinis

Encarnação -José de Alencar

Encarnação -José de Alencar

Encher tempo -Machado de Assis

Encontros Reveladores -Artur Azevedo

Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen

Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen

Entre 1892 e 1894 -Machado de Assis

Entre a juntura dos ossos. (Coleção literatura para todos; v. 5) -Vera Lúcia de Oliveira

Entre a Missa e o Almoço -Artur Azevedo

Entre a Missa e o Almoço -Artur Azevedo

Entre duas datas -Machado de Assis

Entre Marília e a pátria -Frei Caneca

Entre o que vejo -Alberto Caeiro

Entre Santos -Machado de Assis

Entre Santos -Machado de Assis

Entrei para o Clube Jácome -França Júnior

Epaminondas -Artur Azevedo

Epicédio -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Epitáfio — Se estiver nos meus fados a próxima extinção de meus dias -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Ernesto de Tal -Machado de Assis

Ernesto de Tal -Machado de Assis

Erótica -Rafael Rodrigues Gomes

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esaú e Jacó -Machado de Assis

Esparsos e Inéditos -Emílio de Menezes

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

Esta tarde a trovoada caiu -Alberto Caeiro

Estas quatro canções, escrevi-as estando doente -Alberto Caeiro

Estas verdades não são perfeitas porque são ditas -Alberto Caeiro

Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago

Estes, que m’ora tolhem mia Senhor -Afonso Sanches

Estórias de Jenni -Voltaire

Estou doente -Alberto Caeiro

Estrada a Fora -Auta de Souza

Eterna dor -Auta de Souza

Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos

Eterno! -Machado de Assis

Eu -Augusto dos Anjos

Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos

Eu nasci além dos mares -Casimiro de Abreu

Eu nunca guardei rebanhos -Alberto Caeiro

Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes -Alberto Caeiro

Eu sou a vida; eu não sou a morte -Qorpo Santo

Eurico, o Presbítero -Alexandre Herculano

Evolução -Machado de Assis

Ex Cathedra -Machado de Assis





C – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Cabelos molhados. (Coleção literatura para todos; v. 10) -Luís Pimentel

Cachoeira em crônicas: cotidiano -Jeferson Francisco Selbach

Café com Cuca -Ismar Imhof

Caiu o Ministério -França Júnior

Camafeus Romanos -Eugénio de Castro

Caminho do Sertão -Auta de Souza

Camões -Joaquim Nabuco

Camões -Joaquim Nabuco

Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete Português de Leitura -Joaquim Nabuco

Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio

Canção ao Mar (Mar Eterno) -Eugénio Tavares

Canção do boêmio -Antônio Frederico de Castro Alves

Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias

Canção do exílio -Casimiro de Abreu

Cancioneiro -Fernando Pessoa

Cancioneiro -Fernando Pessoa

Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

Cândido -Voltaire

Cantai -Auta de Souza

Cantata à morte de Inês de Castro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Cantiga -Auta de Souza

Cantiga de Esponsais -Machado de Assis

Cantiga sua à Senhora Maria Coresma -Bernardim Ribeiro

Cantiga velha -Machado de Assis

Canto da Solidão -Bernardo Guimarães

Canto de amor -Casimiro de Abreu

Capítulo dos Chapéus -Machado de Assis

Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu

Capítulos de História Colonial -João Capistrano de Abreu

Caramuru -José de Santa Rita Durão

Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão

Caráter -Ralph Waldo Emerson

Caravela: redescobrimentos. (Coleção literatura para todos; v.4) -Gabriel Bicalho

Carlota -Auta de Souza

Carne Frita -Gustavo Villas Boas Farias

Carolina -Casimiro de Abreu

Carolina -Casimiro de Abreu

Carrilhões -Murilo Araújo

Carrilhões -Murilo Araújo

Carta da Companhia -Pe. José de Anchieta

Carta de um Defunto Rico -Afonso Henriques de Lima Barreto

Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga

Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga

Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós

Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós

Cartas de Inglaterra -José Maria Eça de Queirós

Cartas de Olinda e Alzira -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Cartas Familiares e Bilhetes de Paris -José Maria Eça de Queirós

Casa de Pensão -Aluísio Azevedo

Casa de Pensão -Aluísio Azevedo

Casa de pensão -Aluísio Azevedo

Casa Velha -Machado de Assis

Casa velha -Machado de Assis

Casa, não casa -Machado de Assis

Casada e viúva -Machado de Assis

Caso da Vara -Machado de Assis

Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional

Cavação -Artur Azevedo

Celeste -Auta de Souza

Cena íntima -Casimiro de Abreu

Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo

Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo

Cervantes, Dom Quixote e outras e-crônicas do nosso tempo -Salomão Rovedo

Céus e terras do Brasil -Visconde de Taunay

Chapada das Mulatas: postagens de um blogueiro -Jeferson Francisco Selbach

Chapéus de palha, panamás, plumas, cartolas -Sylvia Helena Telarolli de Almeida Leite

Charneca em flor -Florbela Espanca

Chegou-m’amiga recado -Dom Dinis

Chegou-m’ora aqui recado -Dom Dinis

Chico -Artur Azevedo

Chico Science: a rapsódia afrociberdélica -Moisés Neto

Chorando -Auta de Souza

Cícero -Plutarco

Cinco Minutos -José de Alencar

Cinco minutos -José de Alencar

Cinco minutos -José de Alencar

Cinco Mulheres -Machado de Assis

Ciúme -Auta de Souza

Clara -Casimiro de Abreu

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clarisse -Auta de Souza

Clepsidra -Camilo Pessanha

Clepsidra -Camilo Pessanha

Cobras em compota. (Coleção literatura para todos; v.2) -Índigo

Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

Coitada viv’, amigo, porque vos nom vejo -Dom Dinis

Coleção lusitânia -Coelho Netto

Comadre Morte -Adolfo Coelho

Comes e Bebes -Artur Azevedo

Como e por que sou Romancista -José de Alencar

Como me Deus aguisou que vivesse -Dom Dinis

Como o Brasil enfrenta a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes -Ministério das Relações Exteriores

Como o Diabo as Arma! -Artur Azevedo

Como quem num dia de verão abre a porta de casa -Alberto Caeiro

Como se fazia um Deputado -França Júnior

Como se fazia um Deputado -França Júnior

Como se inventaram os almanaques -Machado de Assis

Como um grande borrão de fogo sujo -Alberto Caeiro

Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande -Alberto Caeiro

Com’ousará parecer ante mi -Dom Dinis

Confissões de uma Viúva -Machado de Assis

Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis

Conjugo Vobis -Artur Azevedo

Consolo Supremo -Auta de Souza

Construção da figura religiosa no romance de cavalaria -Marcia Maria de Medeiros

Conto Alexandrino -Machado de Assis

Conto de Escola -Machado de Assis

Conto de Escola -Machado de Assis

Contos avulsos -Alcântara Machado

Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto

Contos fantásticos -Theóphilo Braga

Contos Fluminenses -Machado de Assis

Contos Fluminenses -Machado de Assis

Contos Fora da Moda -Artur Azevedo

Contos Fora de Moda -Artur Azevedo

Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto

Contos -José Maria Eça de Queirós

Contos -José Maria Eça de Queirós

Contos para Velhos -Olavo Bilac

Contos para velhos -Olavo Bilac

Contos, cartas, frases e poemas -Djalma de Freitas Pinheiro

Contrastes -Auta de Souza

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Conversa pra boi dormir: um pouco de castelo na minha lembrança -José Antônio Caliman

Conversão de um avaro -Machado de Assis

Convite a Marília -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco

Cores -Auta de Souza

Correspondência de Machado de Assis -Machado de Assis

Correspondência -Emílio de Menezes

Coup D’Étrier -Antônio Frederico de Castro Alves

Covilheira velha, se vos fezesse -Afonso Eanes de Coton

Creio que irei morrer -Alberto Caeiro

Crepúsculo -Auta de Souza

Crianças -Auta de Souza

Crisálidas -Machado de Assis

Crisálidas -Machado de Assis

Crisálidas -Machado de Assis

Crisfal -Cristóvão Falcão

Crisfal -Cristóvão Falcão

Críticas Teatrais -Machado de Assis

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – a freira:ralo, roda e grade -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Cota -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Mariana, apelidada a rola -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – andanças de uma viola de cabaça -Gregório de Matos

Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – Betica -Gregório de Matos

Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – alguns passos discretos e tristes -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Antônia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Letrados -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – briga, briga -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Pança farta e pé dormente -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Joana -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Custódia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Bárbora ou Babu -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Nossa Sé da Bahia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Adãos de Massapê -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Ângela -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Brites -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Maria João -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – opúsculo de Pedro Alz. da Neyva -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Teresa -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – O Burgo -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – a nossa sé da Bahia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – espada e espadilha -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – juízes do Iguaraçu -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas beneméritas -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas muito principais -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – santos unhates -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista -os homens bons – a musa praguejadora -Gregório de Matos

Crônicas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Crônicas de Londres -José Maria Eça de Queirós

Culto Métrico -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas -Pe. André João Antonil

Curiosidades e Factos Notaveis do Ceará -J. G. Dias Sobreira

Curta história -Machado de Assis