Arquivo da tag: Fernando Pessoa

Escrever é Esquecer

Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por … Continuar lendo

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Fernando Pessoa

“Falar é o modo mais simples de nos tornarmos desconhecidos” Fernando Pessoa

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ANIVERSÁRIO DE FERNANDO PESSOA

Parabéns, Fernando Pessoa!… 123 aninhos… Viva! Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935 ANIVERSÁRIO No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Eu era feliz e ninguém estava morto. Na casa antiga, … Continuar lendo

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Cartas “DE” e PARA” Fernando Pessoa

Cartas “DE” e PARA” Fernando Pessoa Ao Natal MercuryDurban, 7th. July, 1905 “The Man in the Moon” Ao Punch A Editora Inglesa À Entreprise Luvisy A Armando Teixeira Rebelo A Augustine Ormond A Álvaro Pinto, 25 de Abril de 1912 … Continuar lendo

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Espólio Fernando PESSOA

A Biblioteca Nacional portuguesa está colocando na web os escritos autógrafos de Pessoa. Já estão disponíveis, desde fevereiro/2006, imagens fac-similares dos poemas de Alberto Caeiro, o primeiro heterônimo, e — segundo Pessoa — o mestre dos outros e dele mesmo. … Continuar lendo

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O GUARDADOR DE REBANHOS – Fernando Pessoa

heterônimo Alberto Caeiro   O GUARDADOR DE REBANHOS Eu nunca guardei rebanhos, Mas é como se os guardasse. Minha alma é como um pastor, Conhece o vento e o sol E anda pela mão das Estações A seguir e a … Continuar lendo

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P – Biblioteca Domínio Público

Paai Rengel e outros dous romeus -Afonso Eanes de Coton Paga ou Morre! -Artur Azevedo Página azul -Auta de Souza Página triste -Auta de Souza Páginas Críticas e Comemorativas -Machado de Assis Páginas Recolhidas -Machado de Assis Páginas Recolhidas -Machado … Continuar lendo

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O – Biblioteca Domínio Público

O 15 e o 17 -Artur Azevedo O Abolicionismo -Joaquim Nabuco O adeus de Teresa -Antônio Frederico de Castro Alves O Alcaide de Santarém -Alexandre Herculano O Alforge da Boa Razão -Bruno Seabra O Alienista -Machado de Assis O Alienista … Continuar lendo

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M – Biblioteca Domínio Público

Ma madre velida -Dom Dinis Macário -Alvarez Azevedo Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo Macbeth -William Shakespeare Madalena. (Coleção literatura para todos; v.1) -Cristiane Dantas Madresilvas -Brasilio Machado Madrid -M. Pinheiro Chagas Mãe -José … Continuar lendo

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L – Biblioteca Domínio Público

  Lágrimas -Auta de Souza Lágrimas de Xerxes -Machado de Assis Laranja-da-China -Alcântara Machado Last poem -Alberto Caeiro Lembrança -Casimiro de Abreu Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto Lendas e Narrativas (Tomo … Continuar lendo

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F – Biblioteca Domínio Publico

Fabulario -Coelho Netto Falando ao Coração -Auta de Souza Falaram-me os homens em humanidade -Alberto Caeiro Falas de civilização, e de não dever ser -Alberto Caeiro Falenas -Machado de Assis Falenas -Machado de Assis Falenas -Machado de Assis Falou-m’hoj’o meu … Continuar lendo

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D – Biblioteca Domínio Publico

D. Benedita -Machado de Assis D. Jucunda -Machado de Assis D. Mônica -Machado de Assis D. Paula -Machado de Assis D. Paula -Machado de Assis D. Pedro -Alexandre Herculano Da Literatura fantástica (teorias e contos) -Marcio Cícero de Sá Da … Continuar lendo

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C – Biblioteca Domínio Público

Cabelos molhados. (Coleção literatura para todos; v. 10) -Luís Pimentel Cachoeira em crônicas: cotidiano -Jeferson Francisco Selbach Café com Cuca -Ismar Imhof Caiu o Ministério -França Júnior Camafeus Romanos -Eugénio de Castro Caminho do Sertão -Auta de Souza Camões -Joaquim … Continuar lendo

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TENHO TANTO SENTIMENTO – Fernando Pessoa

Tenho tanto sentimento Que é freqüente persuadir-me De que sou sentimental, Mas reconheço, ao medir-me, Que tudo isso é pensamento, Que não senti afinal. Temos, todos que vivemos, Uma vida que é vivida E outra vida que é pensada, E … Continuar lendo

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