MEU ANJO, ESCUTA – Gonçalves Dias

4 03 2011

Meu anjo, escuta: quando junto à noite
Perpassa a brisa pelo rosto teu,
Como suspiro que um menino exala;
Na voz da brisa quem murmura e fala
Brando queixume, que tão triste cala
No peito teu?
Sou eu, sou eu, sou eu!

Quando tu sentes lutuosa imagem
D’aflito pranto com sombrio véu,
Rasgado o peito por acerbas dores;
Quem murcha as flores
Do brando sonho? — Quem te pinta amores
Dum puro céu?
Sou eu, sou eu, sou eu!

Se alguém te acorda do celeste arroubo,
Na amenidade do silêncio teu,
Quando tua alma noutros mundos erra,
Se alguém descerra
Ao lado teu
Fraco suspiro que no peito encerra;
Sou eu, sou eu, sou eu!

Se alguém se aflige de te ver chorosa,
Se alguém se alegra co’um sorriso teu,
Se alguém suspira de te ver formosa
O mar e a terra a enamorar e o céu;
Se alguém definha
Por amor teu,
Sou eu, sou eu, sou eu!





S – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Sabina -Artur Azevedo

Sales -Machado de Assis

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sangue de africano -Antônio Frederico de Castro Alves

São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Satíricos portugueses -João Ribeiro

Saudade -Auta de Souza

Saudades -Casimiro de Abreu

Schopenhauer -Thomas Mann

Se às vezes digo que as flores sorriem -Alberto Caeiro

Se depois de eu morrer -Alberto Caeiro

Se eu morrer novo -Alberto Caeiro

Se eu podess’ora meu coraçom -Dom Dinis

Se eu pudesse trincar a terra toda -Alberto Caeiro

Se gradoedes, amigo -Afonso Eanes de Coton

Se hoj’em vós há nenhum mal, senhor -Dom Dinis

Se o homem fosse, como deveria ser -Alberto Caeiro

Se quiserem que eu tenha um misticismo -Alberto Caeiro

Se veess’o meu amigo -Bernardo de Bonaval

Segredos -Casimiro de Abreu

Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias

Seja o que for que esteja no centro do Mundo -Alberto Caeiro

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos

Sempre que penso uma coisa, traio-a -Alberto Caeiro

Sempre sonhos!… -Casimiro de Abreu

Sempre vos eu doutra rem mais amei -Afonso Sanches

Sempr’eu, mia senhor, desejei -Dom Dinis

Senhor fremosa e de mui loução -Dom Dinis

Senhor fremosa, nom poss’eu osmar -Dom Dinis

Senhor fremosa, pois me vej’aquí -Afonso Eanes de Coton

Senhor fremosa, pois no coraçom -Dom Dinis

Senhor fremosa, por qual vos Deus fez -Dom Dinis

Senhor, cuitad’é o meu coraçom -Dom Dinis

Senhor, des quando vos vi -Dom Dinis

Senhor, dizen-vos por meu mal -Dom Dinis

Senhor, en tan grave día -Dom Dinis

Senhor, hoj’houvesse eu vagar -Dom Dinis

Senhor, nom vos pês se me guisar Deus -Dom Dinis

Senhor, pois me nom queredes -Dom Dinis

Senhor, pois que m’agora Deus guisou -Dom Dinis

Senhor, que de grad’hoj’eu querría -Dom Dinis

Senhor, que mal vos nembrades -Dom Dinis

Senhora em cordel -Isabel Lima

Senhora -José de Alencar

Senhora -José de Alencar

Sentimental demais -Salomão Rovedo

Sentimental -Salomão Rovedo

Serenatas e saraus -Alexandre José de Melo Morais Filho

Sermão da Dominga XIX depois do Pentecoste (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Oitava de Páscoa -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1644) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira

Sermão das Cadeias de S. Pedro em Roma pregado na Igreja de S. Pedro. -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Dia de Ramos (1656) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Nossa Senhora do Ó (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de S. Roque -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina (1663) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa e do Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Todos os Santos -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Espírito Santo -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Quarto Sábado da Quaresma (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Segundo Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico e Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão I – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão IX – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão nas exéquias de D. Maria de Ataíde -Pe. Antônio Vieira

Sermão Nossa Senhora do Rosário com o Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as da Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as de Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão Segundo do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão VI – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão VIII – Com o Santíssimo Sacramento Exposto Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão X – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão XI Com o Santíssimo Sacramento Exposto -Pe. Antônio Vieira

Sermão XII (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIII -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIV (1633) -Pe. Antônio Vieira

Serões da província -Júlio Dinis

Sete de setembro -Casimiro de Abreu

Silva: quadros e livros um artista caipira -Romildo Sant’Anna

Silvestre -Machado de Assis

Sim, talvez tenha razão -Alberto Caeiro

Sim: existo dentro do meu corpo -Alberto Caeiro

Símbolos -Emílio de Menezes

Simples -Auta de Souza

Sinais de vida no planeta Minas -Fernando Gabeira

Singular Ocorrência -Machado de Assis

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Só a natureza é divina -Alberto Caeiro

-António Nobre

-Machado de Assis

Soledade -Auta de Souza

Soneto (des)pejado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anticlerical -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade França -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade Lereno -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao leitão -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto arcádico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da amada gabada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da beata esperta -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cagada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula canina -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula esculpida -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da donzela ansiosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da escultura escandalosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da mocetona pudibunda -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da porra burra -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta assombrosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta novata -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto das glórias carnais -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do coito interrompido -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno choroso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno interesseiro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do diálogo conjugal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozador coçador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozo vitorioso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do juramento -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do lascivo pezinho -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do membro monstruoso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do mouro desmoralizado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do padre patife -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pau decifrado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer efêmero -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer maior -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pregador pecador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do velho escandaloso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto dramático -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto maçônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto matinal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto Napoleônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos Inéditos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Sonetos -Luís Vaz de Camões

Sonhando -Casimiro de Abreu

Sonhos de virgem -Casimiro de Abreu

Sonja Sonrisal -Salomão Rovedo

Sonriendo -C. Wagner

Sou um guardador de rebanhos -Alberto Caeiro

Sova bem Merecida -Artur Azevedo

Stefan Zweig: pensamentos e perfis -Salomão Rovedo

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Súplica -Auta de Souza

Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães

Sylvio -Auta de Souza





P – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Paai Rengel e outros dous romeus -Afonso Eanes de Coton

Paga ou Morre! -Artur Azevedo

Página azul -Auta de Souza

Página triste -Auta de Souza

Páginas Críticas e Comemorativas -Machado de Assis

Páginas Recolhidas -Machado de Assis

Páginas Recolhidas -Machado de Assis

Pai Contra Mãe -Machado de Assis

Paisagens brasileiras -Visconde de Taunay

Palavras a alguém -Casimiro de Abreu

Palavras no mar -Casimiro de Abreu

Palavras Tristes -Auta de Souza

Pan-americano -Artur Azevedo

Panóplias -Olavo Bilac

Panóplias -Olavo Bilac

Papéis Avulsos -Machado de Assis

Papéis Avulsos -Machado de Assis

Papéis Velhos -Machado de Assis

Para além da curva da estrada -Alberto Caeiro

Para defender a pátria -Frei Caneca

Para não dizer, que não falei em flores -Marco Ramos

Paranóia delirante -Roberto Wagner Magalhães

Parecer de Concurso Literário -Emílio de Menezes

Pareceres de Machado de Assis -Machado de Assis

Passa uma borboleta por diante de mim -Alberto Caeiro

Passei toda a noite -Alberto Caeiro

Passou a diligência pela estrada, e foi-se -Alberto Caeiro

Pastor do monte, tão longe de mim com as tuas ovelhas -Alberto Caeiro

Patkull -Antônio Gonçalves Dias

Patriota? Não: só português -Alberto Caeiro

Paulino e Roberto -Artur Azevedo

PAULO -Bruno Seabra

Pedro Gobá -José Ezequiel Freire

Pedro Gobá -José Ezequiel Freire

Pegadas urbanas: Novo Hamburgo como palco do flâneur -Jeferson Francisco Selbach

Pelo passado -Auta de Souza

Pennas de Garça -Auta de Souza

Pensar em Deus é desobedecer a Deus -Alberto Caeiro

Pepita -Casimiro de Abreu

Pequetita -Artur Azevedo

Pera veer meu amigo -Dom Dinis

Perdão! -Casimiro de Abreu

Perfumes e amor -Casimiro de Abreu

Pero eu dizer quisesse -Dom Dinis

Pero que eu mui long’ estou -Dom Dinis

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Peru versus Bolívia -Euclides da Cunha

Pesar mi fez meu amigo -Dom Dinis

Pesquisa sem frescura -Jeferson Francisco Selbach

Pétala dobrada para trás da rosa -Alberto Caeiro

Piedade Filial -Artur Azevedo

Pílades e Orestes -Machado de Assis

Pobre Cardeal! -Machado de Assis

Pobre Finoca -Machado de Assis

Pobre flor! -Auta de Souza

Pobres das flores dos canteiros dos jardins regulares -Alberto Caeiro

Pobres Liberais! -Artur Azevedo

Poema da mocidades seguido de Anjo do lar -M. Pinheiro Chagas

Poema da Virgem -Pe. José de Anchieta

Poema dos Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta

Poemas -Alphonsus de Guimarães

Poemas -Alphonsus de Guimarães

Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas da Morte -Emílio de Menezes

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

Poemas de Fagundes Varela -Luís Nicolau Fagundes Varela

Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa

Poemas de Raul de Leoni -Raul de Leoni

Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa

Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa

Poemas em Inglês -Fernando Pessoa

Poemas Escolhidos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa

Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa

Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Alvarez Azevedo

Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Poemas -Luís Nicolau Fagundes Varela

Poemas Malditos -Alvarez Azevedo

Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Poemas -Safo

Poemas Selecionados -Florbela Espanca

Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa

Poesia e amor -Casimiro de Abreu

Poesia Litigiosa -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesia Satírica e Versos de Circunstância -Emílio de Menezes

Poesias Colegiais -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves

Poesias Completas -Laurindo José da Silva Rabelo

Poesias dispersas -Machado de Assis

Poesias Escolhidas -José Cândido de Lacerda Coutinho

Poesias -Francisca Julia da Silva

Poesias Inéditas -Fernando Pessoa

Poesias -Júlio Dinis

Poesias -Luis Delfino dos Santos

Poesias -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Poesias Manuscritas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Poetas devem jogar poemas no lixo -Nelson Lima

Pois ante vós estou aqui -Dom Dinis

Pois mia ventura tal é ja -Dom Dinis

Pois não é?! -Casimiro de Abreu

Pois que diz meu amigo -Dom Dinis

Pois que vos Deus fez, mia senhor -Dom Dinis

Pois que vos Deus, amigo, quer guisar -Dom Dinis

Polêmicas e reflexões -Machado de Assis

Pombos mensageiros -Auta de Souza

Ponto de Vista -Machado de Assis

Ponto de Vista -Machado de Assis

Por Deus, amiga, pês-vos do gram mal -Dom Dinis

Por Deus, amigo, quen cuidaría -Dom Dinis

Por Deus, punhade de veerdes meu -Dom Dinis

Porca elegia -Salomão Rovedo

Possível e Impossível -Machado de Assis

Pouco a pouco o campo se alarga e se doura -Alberto Caeiro

Pouco me importa -Alberto Caeiro

Poverina -Artur Azevedo

Praz-m’ a mi, senhor, de morrer -Dom Dinis

Preguntar-vos quero por Deus -Dom Dinis

Primas de Sapucaia -Machado de Assis

Primaveras -Casimiro de Abreu

Primeiras Trovas Burlescas -Luiz Gonzaga Pinto da Gama

Primeiro Fausto -Fernando Pessoa

Primeiro prenúncio de trovoada de depois de amanhã -Alberto Caeiro

Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias

Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias

Produções Satíricas e Bocageanas de Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães

Proençaes soen mui ben trobar -Dom Dinis

Profissão de fé -Olavo Bilac

Prólogos Interessantíssimos -Vários Autores

Prosa de Circunstância -Emílio de Menezes

Prosas Bárbaras -José Maria Eça de Queirós

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Prosopopéia -Bento Teixeira

Puelina -Artur Azevedo





L – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

 

Lágrimas -Auta de Souza

Lágrimas de Xerxes -Machado de Assis

Laranja-da-China -Alcântara Machado

Last poem -Alberto Caeiro

Lembrança -Casimiro de Abreu

Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto

Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto

Lendas e Narrativas (Tomo I) -Alexandre Herculano

Léo, o pardo. (Coleção literatura para todos; v. 6) -Rinaldo Santos Teixeira

Leonce e Lena -George Büchner

Leonor de Mendonça -Antônio Gonçalves Dias

Leonor de Mendonça -Antônio Gonçalves Dias

Ler também é uma paixão -Armando Nogueira

Leram-me hoje S. Francisco de Assis -Alberto Caeiro

Letra vencida -Machado de Assis

Letras livres: disseminando cultura! -Pedro Anízio Gomes

Levantou-s’a velida -Dom Dinis

Leve, leve, muito leve -Alberto Caeiro

Li hoje quase duas páginas -Alberto Caeiro

Lição de Botânica -Machado de Assis

Linha Reta e Linha Curva -Machado de Assis

Linha Reta e Linha Curva -Machado de Assis

Lira dos Vinte Anos -Alvarez Azevedo

Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Literatura Brasileira -Ministério das Relações Exteriores

Literatura para todos: conversa com educadores -Ligia Cademartori

Livro das donas e donzelas -Júlia Lopes de Almeida

Livro de Isaac de Nínive -Isaac de Nínive

Livro de Mágoas -Florbela Espanca

Livro de Sóror Saudade -Florbela Espanca

Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

Livro póstumo -José Ezequiel Freire

Livros das Donas e Donzelas -Júlia Lopes de Almeida

Livrovivo 2000 – 2002 -Ricardo de Lima Barreto

Loli -Auta de Souza

Longe dos Olhos -Machado de Assis

Loucura divina -Antônio Frederico de Castro Alves

Lourenço (crônica Pernambucana) -Franklin Távora

Lucas -Antônio Frederico de Castro Alves

-Lucas Feat

Lucíola -José de Alencar

Lucíola -José de Alencar

Lucrécias -Bruno Seabra

Luís Soares -Machado de Assis

Luís Soares -Machado de Assis

Luxo e Vaidade -Joaquim Manuel de Macedo

Luxo e Vaidade -Joaquim Manuel de Macedo

Luz e Sombra -Auta de Souza

Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti

Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti

Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti

Lydia -Auta de Souza





J – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

 

Jesuítas -Antônio Frederico de Castro Alves

Jesus! Maria! -Auta de Souza

João Fernandes -Machado de Assis

João Silva -Artur Azevedo

Jogo do Bicho -Machado de Assis

Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias

Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias

Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias

Juramento -Casimiro de Abreu

Juriti -Casimiro de Abreu





C – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Cabelos molhados. (Coleção literatura para todos; v. 10) -Luís Pimentel

Cachoeira em crônicas: cotidiano -Jeferson Francisco Selbach

Café com Cuca -Ismar Imhof

Caiu o Ministério -França Júnior

Camafeus Romanos -Eugénio de Castro

Caminho do Sertão -Auta de Souza

Camões -Joaquim Nabuco

Camões -Joaquim Nabuco

Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete Português de Leitura -Joaquim Nabuco

Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio

Canção ao Mar (Mar Eterno) -Eugénio Tavares

Canção do boêmio -Antônio Frederico de Castro Alves

Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias

Canção do exílio -Casimiro de Abreu

Cancioneiro -Fernando Pessoa

Cancioneiro -Fernando Pessoa

Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

Cândido -Voltaire

Cantai -Auta de Souza

Cantata à morte de Inês de Castro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Cantiga -Auta de Souza

Cantiga de Esponsais -Machado de Assis

Cantiga sua à Senhora Maria Coresma -Bernardim Ribeiro

Cantiga velha -Machado de Assis

Canto da Solidão -Bernardo Guimarães

Canto de amor -Casimiro de Abreu

Capítulo dos Chapéus -Machado de Assis

Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu

Capítulos de História Colonial -João Capistrano de Abreu

Caramuru -José de Santa Rita Durão

Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão

Caráter -Ralph Waldo Emerson

Caravela: redescobrimentos. (Coleção literatura para todos; v.4) -Gabriel Bicalho

Carlota -Auta de Souza

Carne Frita -Gustavo Villas Boas Farias

Carolina -Casimiro de Abreu

Carolina -Casimiro de Abreu

Carrilhões -Murilo Araújo

Carrilhões -Murilo Araújo

Carta da Companhia -Pe. José de Anchieta

Carta de um Defunto Rico -Afonso Henriques de Lima Barreto

Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga

Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga

Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós

Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós

Cartas de Inglaterra -José Maria Eça de Queirós

Cartas de Olinda e Alzira -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Cartas Familiares e Bilhetes de Paris -José Maria Eça de Queirós

Casa de Pensão -Aluísio Azevedo

Casa de Pensão -Aluísio Azevedo

Casa de pensão -Aluísio Azevedo

Casa Velha -Machado de Assis

Casa velha -Machado de Assis

Casa, não casa -Machado de Assis

Casada e viúva -Machado de Assis

Caso da Vara -Machado de Assis

Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional

Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional

Cavação -Artur Azevedo

Celeste -Auta de Souza

Cena íntima -Casimiro de Abreu

Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo

Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo

Cervantes, Dom Quixote e outras e-crônicas do nosso tempo -Salomão Rovedo

Céus e terras do Brasil -Visconde de Taunay

Chapada das Mulatas: postagens de um blogueiro -Jeferson Francisco Selbach

Chapéus de palha, panamás, plumas, cartolas -Sylvia Helena Telarolli de Almeida Leite

Charneca em flor -Florbela Espanca

Chegou-m’amiga recado -Dom Dinis

Chegou-m’ora aqui recado -Dom Dinis

Chico -Artur Azevedo

Chico Science: a rapsódia afrociberdélica -Moisés Neto

Chorando -Auta de Souza

Cícero -Plutarco

Cinco Minutos -José de Alencar

Cinco minutos -José de Alencar

Cinco minutos -José de Alencar

Cinco Mulheres -Machado de Assis

Ciúme -Auta de Souza

Clara -Casimiro de Abreu

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Clarisse -Auta de Souza

Clepsidra -Camilo Pessanha

Clepsidra -Camilo Pessanha

Cobras em compota. (Coleção literatura para todos; v.2) -Índigo

Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

Coitada viv’, amigo, porque vos nom vejo -Dom Dinis

Coleção lusitânia -Coelho Netto

Comadre Morte -Adolfo Coelho

Comes e Bebes -Artur Azevedo

Como e por que sou Romancista -José de Alencar

Como me Deus aguisou que vivesse -Dom Dinis

Como o Brasil enfrenta a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes -Ministério das Relações Exteriores

Como o Diabo as Arma! -Artur Azevedo

Como quem num dia de verão abre a porta de casa -Alberto Caeiro

Como se fazia um Deputado -França Júnior

Como se fazia um Deputado -França Júnior

Como se inventaram os almanaques -Machado de Assis

Como um grande borrão de fogo sujo -Alberto Caeiro

Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande -Alberto Caeiro

Com’ousará parecer ante mi -Dom Dinis

Confissões de uma Viúva -Machado de Assis

Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis

Conjugo Vobis -Artur Azevedo

Consolo Supremo -Auta de Souza

Construção da figura religiosa no romance de cavalaria -Marcia Maria de Medeiros

Conto Alexandrino -Machado de Assis

Conto de Escola -Machado de Assis

Conto de Escola -Machado de Assis

Contos avulsos -Alcântara Machado

Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto

Contos fantásticos -Theóphilo Braga

Contos Fluminenses -Machado de Assis

Contos Fluminenses -Machado de Assis

Contos Fora da Moda -Artur Azevedo

Contos Fora de Moda -Artur Azevedo

Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto

Contos -José Maria Eça de Queirós

Contos -José Maria Eça de Queirós

Contos para Velhos -Olavo Bilac

Contos para velhos -Olavo Bilac

Contos, cartas, frases e poemas -Djalma de Freitas Pinheiro

Contrastes -Auta de Souza

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha

Conversa pra boi dormir: um pouco de castelo na minha lembrança -José Antônio Caliman

Conversão de um avaro -Machado de Assis

Convite a Marília -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco

Cores -Auta de Souza

Correspondência de Machado de Assis -Machado de Assis

Correspondência -Emílio de Menezes

Coup D’Étrier -Antônio Frederico de Castro Alves

Covilheira velha, se vos fezesse -Afonso Eanes de Coton

Creio que irei morrer -Alberto Caeiro

Crepúsculo -Auta de Souza

Crianças -Auta de Souza

Crisálidas -Machado de Assis

Crisálidas -Machado de Assis

Crisálidas -Machado de Assis

Crisfal -Cristóvão Falcão

Crisfal -Cristóvão Falcão

Críticas Teatrais -Machado de Assis

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – a freira:ralo, roda e grade -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Cota -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Mariana, apelidada a rola -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – andanças de uma viola de cabaça -Gregório de Matos

Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – Betica -Gregório de Matos

Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – alguns passos discretos e tristes -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Antônia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Letrados -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – briga, briga -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Pança farta e pé dormente -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Joana -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Custódia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Bárbora ou Babu -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Nossa Sé da Bahia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Adãos de Massapê -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Ângela -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Brites -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Maria João -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – opúsculo de Pedro Alz. da Neyva -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Teresa -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – O Burgo -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – a nossa sé da Bahia -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – espada e espadilha -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – juízes do Iguaraçu -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas beneméritas -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas muito principais -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – santos unhates -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons -Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons -Gregório de Matos

Crônica do viver baiano seiscentista -os homens bons – a musa praguejadora -Gregório de Matos

Crônicas -Afonso Henriques de Lima Barreto

Crônicas de Londres -José Maria Eça de Queirós

Culto Métrico -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas -Pe. André João Antonil

Curiosidades e Factos Notaveis do Ceará -J. G. Dias Sobreira

Curta história -Machado de Assis