Arquivo da tag: Mario Quintana

VELHA HISTÓRIA – Mário Quintana

Um dia ao pescar na beira de um rio um homem pega um peixe. A partir de um gesto de afeto do pescador, os dois desenvolvem uma linda amizade que é admirada por todos na cidade. Do poema de Mário … Continuar lendo

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O ÚLTIMO POEMA – Mario Quintana

Enquanto me davam a extrema-unção, Eu estava distraído… Ah, essa mania incorrigível de estar Pensando sempre n’outra coisa! Aliás, tudo é sempre outra coisa – segredo da poesia – E, enquanto a voz do padre zumbia como um besouro, Eu … Continuar lendo

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DOS LIVROS – Mario Quintana

Não percas nunca, pelo vão saber, A fonte viva da sabedoria. Por mais que estudes, que te adiantaria, Se a teu amigo tu não sabes ler? Mário Quintana

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INSCRIÇÃO PARA UMA LAREIRA – Mário Quintana

A vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta? Em meio aos toros que desabam, cantemos a canção das chamas! Cantemos a canção da vida, na própria luz consumida… … Continuar lendo

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A CARTA – Mario Quintana

Hoje encontrei dentro de um livro uma velha carta amarelecida, Rasguei-a sem procurar ao menos saber de quem seria… Eu tenho um medo Horrível A essas marés montantes do passado, Com suas quilhas afundadas, com Meus sucessivos cadáveres amarrados aos … Continuar lendo

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Sumário

SUMÁRIO Escrevestes cartas para quem não sabia ler – retrato invisível – Eu te vejo até de olhos fechados Marli Savelli Dedico para Seu Mário Quintana, poeta que admiro pelo belo trabalho desenvolvido no seu caminho poético.   O não reconhecimento … Continuar lendo

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Mário Quintana

Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) Quintana foi poeta, tradutor e jornalista brasileiro, tentou por três vezes uma vaga à Academia Brasileira de Letras, mas em nenhuma das ocasiões foi … Continuar lendo

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O MAPA – Mario Quintana

Olho o mapa da cidade Como quem examinasse A anatomia de um corpo…   (É nem que fosse o meu corpo!)   Sinto uma dor infinita Das ruas de Porto Alegre Onde jamais passarei…   Há tanta esquina esquisita, Tanta … Continuar lendo

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DO AMOROSO ESQUECIMENTO – Mario Quintana

Eu, agora – que desfecho! Já nem penso mais em ti… Mas será que nunca deixo De lembrar que te esqueci?   Mário Quintana      

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SURREALISMO

SURREALISMO O que é enfim o surrealismo? Não é um código, uma invenção, nem uma religião e, muito menos, uma escola, ou doutrina (em sentido estrito). Segundo o ensaio sobre o assunto, de Octavio Paz, o surrealismo é “um movimento … Continuar lendo

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A COISA – Mário Quintana

A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra. O leitor entende uma terceira coisa… e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita.

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O MENINO LOUCO – Mario Quintana

Eu te paguei minha pesada moeda Poesia… Ó teus espelhos deformantes e límpidos Como a água! Sim, desde menino, Meus olhos se abriam insones como flores no escuro Até que, longe, no horizonte, eu via A lua vindo, esbelta como … Continuar lendo

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O GRILO – Mario Quintana

O grilo procura no escuro o mais puro diamante perdido. O grilo com as suas frágeis britadeiras de vidro perfura as implacáveis solidões noturnas. E se o que tanto busca só existe em tua limpida loucura – que importa? – … Continuar lendo

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