S – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Sabina -Artur Azevedo

Sales -Machado de Assis

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sancta Virgo Virginum: Prece -Auta de Souza

Sangue de africano -Antônio Frederico de Castro Alves

São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Sarças de Fogo -Olavo Bilac

Satíricos portugueses -João Ribeiro

Saudade -Auta de Souza

Saudades -Casimiro de Abreu

Schopenhauer -Thomas Mann

Se às vezes digo que as flores sorriem -Alberto Caeiro

Se depois de eu morrer -Alberto Caeiro

Se eu morrer novo -Alberto Caeiro

Se eu podess’ora meu coraçom -Dom Dinis

Se eu pudesse trincar a terra toda -Alberto Caeiro

Se gradoedes, amigo -Afonso Eanes de Coton

Se hoj’em vós há nenhum mal, senhor -Dom Dinis

Se o homem fosse, como deveria ser -Alberto Caeiro

Se quiserem que eu tenha um misticismo -Alberto Caeiro

Se veess’o meu amigo -Bernardo de Bonaval

Segredos -Casimiro de Abreu

Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias

Seja o que for que esteja no centro do Mundo -Alberto Caeiro

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos

Sempre que penso uma coisa, traio-a -Alberto Caeiro

Sempre sonhos!… -Casimiro de Abreu

Sempre vos eu doutra rem mais amei -Afonso Sanches

Sempr’eu, mia senhor, desejei -Dom Dinis

Senhor fremosa e de mui loução -Dom Dinis

Senhor fremosa, nom poss’eu osmar -Dom Dinis

Senhor fremosa, pois me vej’aquí -Afonso Eanes de Coton

Senhor fremosa, pois no coraçom -Dom Dinis

Senhor fremosa, por qual vos Deus fez -Dom Dinis

Senhor, cuitad’é o meu coraçom -Dom Dinis

Senhor, des quando vos vi -Dom Dinis

Senhor, dizen-vos por meu mal -Dom Dinis

Senhor, en tan grave día -Dom Dinis

Senhor, hoj’houvesse eu vagar -Dom Dinis

Senhor, nom vos pês se me guisar Deus -Dom Dinis

Senhor, pois me nom queredes -Dom Dinis

Senhor, pois que m’agora Deus guisou -Dom Dinis

Senhor, que de grad’hoj’eu querría -Dom Dinis

Senhor, que mal vos nembrades -Dom Dinis

Senhora em cordel -Isabel Lima

Senhora -José de Alencar

Senhora -José de Alencar

Sentimental demais -Salomão Rovedo

Sentimental -Salomão Rovedo

Serenatas e saraus -Alexandre José de Melo Morais Filho

Sermão da Dominga XIX depois do Pentecoste (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Oitava de Páscoa -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1644) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (1651) -Pe. Antônio Vieira

Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira

Sermão das Cadeias de S. Pedro em Roma pregado na Igreja de S. Pedro. -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Dia de Ramos (1656) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Nossa Senhora do Ó (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de S. Roque -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina (1663) -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa e do Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santa Teresa -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de São Pedro -Pe. Antônio Vieira

Sermão de Todos os Santos -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Espírito Santo -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Quarto Sábado da Quaresma (1640) -Pe. Antônio Vieira

Sermão do Segundo Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico e Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão Histórico Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia -Pe. Antônio Vieira

Sermão I – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão II – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão III – Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão IX – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão nas exéquias de D. Maria de Ataíde -Pe. Antônio Vieira

Sermão Nossa Senhora do Rosário com o Santíssimo Sacramento -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as da Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as de Holanda -Pe. Antônio Vieira

Sermão Segundo do Mandato -Pe. Antônio Vieira

Sermão VI – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão VIII – Com o Santíssimo Sacramento Exposto Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão X – Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Sermão XI Com o Santíssimo Sacramento Exposto -Pe. Antônio Vieira

Sermão XII (1639) -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIII -Pe. Antônio Vieira

Sermão XIV (1633) -Pe. Antônio Vieira

Serões da província -Júlio Dinis

Sete de setembro -Casimiro de Abreu

Silva: quadros e livros um artista caipira -Romildo Sant’Anna

Silvestre -Machado de Assis

Sim, talvez tenha razão -Alberto Caeiro

Sim: existo dentro do meu corpo -Alberto Caeiro

Símbolos -Emílio de Menezes

Simples -Auta de Souza

Sinais de vida no planeta Minas -Fernando Gabeira

Singular Ocorrência -Machado de Assis

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós

Só a natureza é divina -Alberto Caeiro

-António Nobre

-Machado de Assis

Soledade -Auta de Souza

Soneto (des)pejado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto anticlerical -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade França -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao Árcade Lereno -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto ao leitão -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto arcádico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da amada gabada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da beata esperta -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cagada -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula canina -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da cópula esculpida -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da donzela ansiosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da escultura escandalosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da mocetona pudibunda -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da porra burra -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta assombrosa -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto da puta novata -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto das glórias carnais -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do coito interrompido -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno choroso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do corno interesseiro -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do diálogo conjugal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozador coçador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do gozo vitorioso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do juramento -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do lascivo pezinho -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do membro monstruoso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do mouro desmoralizado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do padre patife -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pau decifrado -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer efêmero -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do prazer maior -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do pregador pecador -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto do velho escandaloso -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto dramático -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto maçônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto matinal -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Soneto Napoleônico -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

Sonetos Inéditos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Sonetos -Luís Vaz de Camões

Sonhando -Casimiro de Abreu

Sonhos de virgem -Casimiro de Abreu

Sonja Sonrisal -Salomão Rovedo

Sonriendo -C. Wagner

Sou um guardador de rebanhos -Alberto Caeiro

Sova bem Merecida -Artur Azevedo

Stefan Zweig: pensamentos e perfis -Salomão Rovedo

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis

Súplica -Auta de Souza

Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães

Sylvio -Auta de Souza





Q – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

 

Qual dos dois -Machado de Assis

Quand’eu ben meto femença -Dom Dinis

Quando a erva crescer em cima da minha sepultura -Alberto Caeiro

Quando está frio no tempo do frio -Alberto Caeiro

Quando eu morrer -Auta de Souza

Quando eu não te tinha -Alberto Caeiro

Quando tornar a vir a Primavera -Alberto Caeiro

Quando tu choras -Casimiro de Abreu

Quando vier a primavera -Alberto Caeiro

Quando?!… -Casimiro de Abreu

Quant’eu, fremosa mia senhor -Dom Dinis

Quant’há, senhor, que m’eu de vós parti -Dom Dinis

Quarta parte em Lisboa na Oficina de Miguel Deslandes, com todas as licenças e privilégio real -Pe. Antônio Vieira

Quarta parte, licenças e privilégio real -Pe. Antônio Vieira

Quase Ela deu o “sim”, mas… -Afonso Henriques de Lima Barreto

Quase ministro -Machado de Assis

Quatro quartetos da amada cidade de São Luis -Salomão Rovedo

Que coita houvestes, madr’e senhor -Dom Dinis

Que estranho que m’é, senhor -Dom Dinis

Que grave coita, senhor, é -Dom Dinis

Que mui gram prazer que eu hei, senhor -Dom Dinis

Que muit’há já que nom vejo -Dom Dinis

Que razom cuidades vós, mia senhor -Dom Dinis

Que soidade de mia senhor hei -Dom Dinis

Que trist’hoj’é meu amigo -Dom Dinis

Queixumes -Casimiro de Abreu

Quem Boa Cama Faz… -Machado de Assis

Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena

Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena

Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena

Quem conta em conto… -Machado de Assis

Quem ele era? -Artur Azevedo

Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois -Alberto Caeiro

Quem me dera que eu fosse o pó da estrada -Alberto Caeiro

Quem não quer ser lobo… -Machado de Assis

Quem vos mui bem visse, senhor -Dom Dinis

Quer’eu em maneira de proençal -Dom Dinis

Quero vos eu, mha irmana, rogar -Bernardo de Bonaval

Questão de vaidade -Machado de Assis

Quincas Borba -Machado de Assis

Quincas Borba -Machado de Assis

Quincas Borba -Machado de Assis

Quinhentos Contos -Machado de Assis

Quisera vosco falar de grado -Dom Dinis

Quix ben, amigos, e quer’e querrei -Dom Dinis





M – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Ma madre velida -Dom Dinis

Macário -Alvarez Azevedo

Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Macbeth -William Shakespeare

Madalena. (Coleção literatura para todos; v.1) -Cristiane Dantas

Madresilvas -Brasilio Machado

Madrid -M. Pinheiro Chagas

Mãe -José de Alencar

Mãe penitente -Antônio Frederico de Castro Alves

Maîtres de plaisir [construtores de imagens] -Jeferson Francisco Selbach

Mal por Mal… -Artur Azevedo

Mana Maria -Alcântara Machado

Manel Capineiro -Afonso Henriques de Lima Barreto

Manhã no Campo -Auta de Souza

Mano -Coelho Neto

Manuscrito de um Sacristão -Machado de Assis

Marcha Fúnebre -Machado de Assis

Marcha Fúnebre -Machado de Assis

Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto

Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto

Marginalidade, violência e testemunho nos contos de Marcelino Freire -Flávia Heloísa Unbehaum Ferraz

Maria -Antônio Frederico de Castro Alves

Maria Cora -Machado de Assis

Maria Dusá -Lindolfo Rocha

Maria Dusá -Lindolfo Rocha

Maria Madalena -Rilvan Batista de Santana

Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário -Pe. Antônio Vieira

Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira

Mariana -Machado de Assis

Mariana -Machado de Assis

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga

Mari’Mateu, ir-me quer’eu d’aquén -Afonso Eanes de Coton

Masterpieces of american wit and humor -Thomas L. Masson

Mater -Auta de Souza

Mateus e Mateusa -Qorpo Santo

Mattos, Malta ou Matta? -Aluísio Azevedo

Máximas, Pensamentos e Reflexões -Marquês de Maricá

Médico é Remédio -Machado de Assis

Médico é remédio -Machado de Assis

Meestre Nicolás, a meu cuidar -Afonso Eanes de Coton

Meia hora de cinismo -França Júnior

Meia hora de cinismo -França Júnior

Mel -Salomão Rovedo

Melancolia -Auta de Souza

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de Aires -Machado de Assis

Memorial de um passageiro de bonde -Amadeu Amaral

Memorial de um Passageiro de Bonde -Amadeu Amaral

Memórias da Rua do Ouvidor -Joaquim Manuel de Macedo

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

Memórias e Cotidiano do Rio de Janeiro no Tempo do Rei: trechos selecionados das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos -Luís Joaquim dos Santos Marrocos

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

Menina e Moça -Bernardim Ribeiro

Mensagem -Fernando Pessoa

Mesura sería, senhor -Dom Dinis

Metafísica das Rosas -Machado de Assis

Meto-me para dentro, e fecho a janela -Alberto Caeiro

Meu amig’, u eu sejo -Dom Dinis

Meu amigo vem hoj’aqui -Dom Dinis

Meu amigo, nom poss’eu guarecer -Dom Dinis

Meu Pai -Auta de Souza

Meus oito anos -Casimiro de Abreu

Micrômegas -Voltaire

Migalhas de história portuguesa -M. Pinheiro Chagas

Milagre do Natal -Afonso Henriques de Lima Barreto

Miloca -Machado de Assis

Mimo de Anos -Auta de Souza

Minh’Alma e o Verso -Auta de Souza

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha formação -Joaquim Nabuco

Minha mãe -Casimiro de Abreu

Minh’alma é triste -Casimiro de Abreu

Miss Dollar -Machado de Assis

Miss Dollar -Machado de Assis

Miss Kate -Cosme Velho

Missa do Galo -Machado de Assis

Missal -João da Cruz e Sousa

Missal -João da Cruz e Sousa

Mistério -Auta de Souza

Místico -Auta de Souza

Mocidade -Casimiro de Abreu

Mocidade e Morte -Alexandre Herculano

Mocidade e morte -Antônio Frederico de Castro Alves

Mocidade morta -Luis Gonzaga Duque Estrada

Momento literário -João do Rio

Morena -Auta de Souza

Moreninha -Casimiro de Abreu

Morta -Auta de Souza

Morta que Mata -Artur Azevedo

Mortalhas -Emílio de Menezes

Motta Coqueiro ou A pena de morte -José do Patrocínio

Mudo e quedo -Antônio Frederico de Castro Alves

Muitos anos depois -Machado de Assis

Mulheres: história e direitos -Jeferson Francisco Selbach

Munúsciulo Métrico -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)

Murmúrios da tarde -Antônio Frederico de Castro Alves





H – Biblioteca Domínio Público

29 09 2010

Há metafísica bastante em não pensar em nada -Alberto Caeiro

Há poetas que são artistas -Alberto Caeiro

Habilidoso -Machado de Assis

Hanna -Rilvan Batista de Santana

Hebréia -Antônio Frederico de Castro Alves

Helena -Machado de Assis

Helena -Machado de Assis

Helena -Machado de Assis

Henriqueta Renan -Machado de Assis

Herói à Força -Artur Azevedo

Herói à Força -Artur Azevedo

Hino ao sono -Antônio Frederico de Castro Alves

História comum -Machado de Assis

História da Conjuração Mineira -Joaquim Norberto de Souza e Silva

História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos

História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero

História da literatura portuguesa (recapitulação): Idade média -Theóphilo Braga

História da literatura portuguesa: teatro clássico no século XVI e XVII -Theóphilo Braga

História da Província de Santa Cruz -Pero de Magalhães Gândavo

História da Província de Santa Cruz, A que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo

História de Quinze Dias -Machado de Assis

História de Quinze Dias -Machado de Assis

História de um crime -Antônio Frederico de Castro Alves

História de um Dominó -Artur Azevedo

História de um Soneto -Artur Azevedo

História de uma lágrima -Machado de Assis

História do compadre rico e do compadre pobre -Adolfo Coelho

História do Futuro, Vol. I -Pe. Antônio Vieira

História do Futuro, Vol. II -Pe. Antônio Vieira

História do teatro português: teatro moderno -Theóphilo Braga

História do teatro português: teatro nacional no século VI -Theóphilo Braga

História Vulgar -Artur Azevedo

Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis

Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto

Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais -Bernardo Guimarães

Histórias sem Data -Machado de Assis

Histórias sem Data -Machado de Assis

Hoje -Auta de Souza

Hoje Avental, amanhã Luva -Machado de Assis

Hoje de manhã saí muito cedo -Alberto Caeiro

Hoje sou um; e amanhã outro -Qorpo Santo

Hontem pos-se a sol -Bernardim Ribeiro

Hora de Paz -Auta de Souza

Horas tristes -Casimiro de Abreu

Hóspede -Pardal Mallet

Hospital das letras -Francisco Manoel de Melo